A Bíblia - ON LINE - Números - NM

1-1 - Falou mais o SENHOR a Moisés, no deserto do Sinai, na tenda da congregação, no primeiro dia do segundo mês, no segundo ano da sua saída da terra do Egito, dizendo:

1-2 - Tomai a soma de toda a congregação dos filhos de Israel, segundo as suas gerações, segundo a casa de seus pais, conforme o número dos nomes de todo varão, cabeça por cabeça;

1-3 - da idade de vinte anos para cima, todos os que saem à guerra em Israel, a estes contareis segundo os seus exércitos, tu e Arão.

1-4 - Estará convosco de cada tribo um homem que seja cabeça da casa de seus pais.

1-5 - Estes, pois, são os nomes dos homens que estarão convosco: De Rúben, Elizur, filho de Sedeur;

1-6 - de Simeão, Selumiel, filho de Zurisadai;

1-7 - de Judá, Naassom, filho de Aminadabe;

1-8 - de Issacar, Natanael, filho de Zuar;

1-9 - de Zebulom, Eliabe, filho de Helom;

1-10 - dos filhos de José: de Efraim, Elisama, filho de Amiúde, e de Manassés, Gamaliel, filho de Pedazur;

1-11 - de Benjamim, Abidã, filho de Gideoni;

1-12 - de Dã, Aiezer, filho de Amisadai;

1-13 - de Aser, Pagiel, filho de Ocrã;

1-14 - de Gade, Eliasafe, filho de Deuel;

1-15 - de Naftali, Aira, filho de Enã.

1-16 - Estes foram os chamados da congregação, os príncipes das tribos de seus pais, os cabeças dos milhares de Israel.

1-17 - Então, tomaram Moisés e Arão a estes homens, que foram declarados pelos seus nomes,

1-18 - e ajuntaram toda a congregação no primeiro dia do segundo mês, e declararam a sua descendência segundo as suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, cabeça por cabeça;

1-19 - como o SENHOR ordenara a Moisés, assim os contou no deserto do Sinai.

1-20 - Foram, pois, os filhos de Rúben, o primogênito de Israel, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes, cabeça por cabeça, todo varão de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,

1-21 - foram contados deles, da tribo de Rúben, quarenta e seis mil e quinhentos.

1-22 - Dos filhos de Simeão, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, os seus contados, pelo número dos nomes, cabeça por cabeça, todo varão de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,

1-23 - foram contados deles, da tribo de Simeão, cinqüenta e nove mil e trezentos.

1-24 - Dos filhos de Gade, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,

1-25 - foram contados deles, da tribo de Gade, quarenta e cinco mil e seiscentos e cinqüenta.

1-26 - Dos filhos de Judá, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,

1-27 - foram contados deles, da tribo de Judá, setenta e quatro mil e seiscentos.

1-28 - Dos filhos de Issacar, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,

1-29 - foram contados deles, da tribo de Issacar, cinqüenta e quatro mil e quatrocentos.

1-30 - Dos filhos de Zebulom, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,

1-31 - foram contados deles, da tribo de Zebulom, cinqüenta e sete mil e quatrocentos.

1-32 - Dos filhos de José, dos filhos de Efraim, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,

1-33 - foram contados deles, da tribo de Efraim, quarenta mil e quinhentos.

1-34 - Dos filhos de Manassés, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,

1-35 - foram contados deles, da tribo de Manassés, trinta e dois mil e duzentos.

1-36 - Dos filhos de Benjamim, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,

1-37 - foram contados deles, da tribo de Benjamim, trinta e cinco mil e quatrocentos.

1-38 - Dos filhos de Dã, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,

1-39 - foram contados deles, da tribo de Dã, sessenta e dois mil e setecentos.

1-40 - Dos filhos de Aser, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,

1-41 - foram contados deles, da tribo de Aser, quarenta e um mil e quinhentos.

1-42 - Dos filhos de Naftali, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,

1-43 - foram contados deles, da tribo de Naftali, cinqüenta e três mil e quatrocentos.

1-44 - Estes foram os contados, que contaram Moisés e Arão e os príncipes de Israel, doze homens; cada um era pela casa de seus pais.

1-45 - Assim foram todos os contados dos filhos de Israel, segundo a casa de seus pais, de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra em Israel;

1-46 - todos os contados, pois, foram seiscentos e três mil e quinhentos e cinqüenta.

1-47 - Mas os levitas, segundo a tribo de seus pais, não foram contados entre eles,

1-48 - porquanto o SENHOR tinha falado a Moisés, dizendo:

1-49 - Somente não contarás a tribo de Levi, nem tomarás a soma deles entre os filhos de Israel;

1-50 - mas, tu, põe os levitas sobre o tabernáculo do Testemunho, e sobre todos os seus utensílios, e sobre tudo o que lhe pertence; eles levarão o tabernáculo e todos os seus utensílios; e eles o administrarão e assentarão o seu arraial ao redor do tabernáculo.

1-51 - E, quando o tabernáculo partir, os levitas o desarmarão; e, quando o tabernáculo assentar no arraial, os levitas o armarão; e o estranho que se chegar morrerá.

1-52 - E os filhos de Israel assentarão as suas tendas, cada um no seu esquadrão e cada um junto à sua bandeira, segundo os seus exércitos.

1-53 - Mas os levitas assentarão as suas tendas ao redor do tabernáculo do Testemunho, para que não haja indignação sobre a congregação dos filhos de Israel; pelo que os levitas terão o cuidado da guarda do tabernáculo do Testemunho.

1-54 - Assim fizeram os filhos de Israel; conforme tudo o que o SENHOR ordenara a Moisés, assim o fizeram.

2-1 - E falou o SENHOR a Moisés e a Arão, dizendo:

2-2 - Os filhos de Israel assentarão as suas tendas, cada um debaixo da sua bandeira, segundo as insígnias da casa de seus pais; ao redor, defronte da tenda da congregação, assentarão as suas tendas.

2-3 - Os que assentarem as suas tendas da banda do oriente, para o nascente, serão os da bandeira do exército de Judá, segundo os seus esquadrões; e Naassom, filho de Aminadabe, será príncipe dos filhos de Judá.

2-4 - E o seu exército e os que foram contados deles foram setenta e quatro mil e seiscentos.

2-5 - E junto a ele assentará as suas tendas a tribo de Issacar; e Natanael, filho de Zuar, será príncipe dos filhos de Issacar.

2-6 - E o seu exército e os que foram contados deles foram cinqüenta e quatro mil e quatrocentos.

2-7 - Depois, a tribo de Zebulom; e Eliabe, filho de Helom, será príncipe dos filhos de Zebulom.

2-8 - E o seu exército e os que foram contados deles foram cinqüenta e sete mil e quatrocentos.

2-9 - Todos os que foram contados no exército de Judá, cento e oitenta e seis mil e quatrocentos, segundo os seus esquadrões, estes marcharão primeiro.

2-10 - A bandeira do exército de Rúben, segundo os seus esquadrões, estará para a banda do sul; e Elizur, filho de Sedeur, será príncipe dos filhos de Rúben.

2-11 - E o seu exército e os que foram contados deles foram quarenta e seis mil e quinhentos.

2-12 - E junto a ele assentará as suas tendas a tribo de Simeão; e Selumiel, filho de Zurisadai, será príncipe dos filhos de Simeão.

2-13 - E o seu exército e os que foram contados deles foram cinqüenta e nove mil e trezentos.

2-14 - Depois, a tribo de Gade; e Eliasafe, filho de Deuel, será príncipe dos filhos de Gade.

2-15 - E o seu exército e os que foram contados deles foram quarenta e cinco mil e seiscentos e cinqüenta.

2-16 - Todos os que foram contados no exército de Rúben foram cento e cinqüenta e um mil e quatrocentos e cinqüenta, segundo os seus esquadrões; e estes marcharão em segundo lugar.

2-17 - Então, partirá a tenda da congregação com o exército dos levitas no meio dos exércitos; como assentaram as suas tendas, assim marcharão, cada um no seu lugar, segundo as suas bandeiras.

2-18 - A bandeira do exército de Efraim, segundo os seus esquadrões estará para a banda do ocidente; e Elisama, filho de Amiúde, será príncipe dos filhos de Efraim.

2-19 - E o seu exército e os que foram contados deles foram quarenta mil e quinhentos.

2-20 - E junto a ele, a tribo de Manassés; e Gamaliel, filho de Pedazur, será príncipe dos filhos de Manassés.

2-21 - E o seu exército e os que foram contados deles foram trinta e dois mil e duzentos.

2-22 - Depois, a tribo de Benjamim; e Abidã, filho de Gideoni, será príncipe dos filhos de Benjamim.

2-23 - E o seu exército e os que foram contados deles foram trinta e cinco mil e quatrocentos.

2-24 - Todos os que foram contados no exército de Efraim foram cento e oito mil e cem, segundo os seus esquadrões; e estes marcharão em terceiro lugar.

2-25 - A bandeira do exército de Dã estará para o norte, segundo os seus esquadrões; e Aiezer, filho de Amisadai, será príncipe dos filhos de Dã.

2-26 - E o seu exército e os que foram contados deles foram sessenta e dois mil e setecentos.

2-27 - E junto a ele assentará as suas tendas a tribo de Aser; e Pagiel, filho de Ocrã, será príncipe dos filhos de Aser.

2-28 - E o seu exército e os que foram contados deles foram quarenta e um mil e quinhentos.

2-29 - Depois, a tribo de Naftali; e Aira, filho de Enã, será príncipe dos filhos de Naftali.

2-30 - E o seu exército e os que foram contados deles foram cinqüenta e três mil e quatrocentos.

2-31 - Todos os que foram contados no exército de Dã foram cento e cinqüenta e sete mil e seiscentos; estes marcharão no último lugar; segundo as suas bandeiras.

2-32 - Estes são os que foram contados dos filhos de Israel, segundo a casa de seus pais; todos os que foram contados dos exércitos pelos seus esquadrões foram seiscentos e três mil e quinhentos e cinqüenta.

2-33 - Mas os levitas não foram contados entre os filhos de Israel, como o SENHOR ordenara a Moisés.

2-34 - E os filhos de Israel fizeram conforme tudo o que o SENHOR ordenara a Moisés; assim, assentaram o arraial segundo as suas bandeiras; e assim marcharam, cada qual segundo as suas gerações, segundo a casa de seus pais.

3-1 - E estas são as gerações de Arão e de Moisés, no dia em que o SENHOR falou com Moisés no monte Sinai.

3-2 - E estes são os nomes dos filhos de Arão: o primogênito, Nadabe; depois, Abiú, Eleazar e Itamar.

3-3 - Estes são os nomes dos filhos de Arão, dos sacerdotes ungidos, cujas mãos foram sagradas para administrar o sacerdócio.

3-4 - Mas Nadabe e Abiú morreram perante o SENHOR, quando ofereceram fogo estranho perante o SENHOR no deserto do Sinai, e não tiveram filhos; porém Eleazar e Itamar administraram o sacerdócio diante de Arão, seu pai.

3-5 - E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

3-6 - Faze chegar a tribo de Levi e põe-na diante de Arão, o sacerdote, para que o sirvam,

3-7 - e tenham cuidado da sua guarda e da guarda de toda a congregação, diante da tenda da congregação, para administrar o ministério do tabernáculo,

3-8 - e tenham cuidado de todos os utensílios da tenda da congregação e da guarda dos filhos de Israel, para administrar o ministério do tabernáculo.

3-9 - Darás, pois, os levitas a Arão e a seus filhos; dentre os filhos de Israel lhes são dados em dádiva.

3-10 - Mas a Arão e a seus filhos ordenarás que guardem o seu sacerdócio, e o estranho que se chegar morrerá.

3-11 - E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

3-12 - E eu, eis que tenho tomado os levitas do meio dos filhos de Israel, em lugar de todo o primogênito que abre a madre, entre os filhos de Israel; e os levitas serão meus.

3-13 - Porque todo primogênito meu é; desde o dia em que feri a todo o primogênito na terra do Egito, santifiquei para mim todo o primogênito em Israel, desde o homem até ao animal; meus serão; eu sou o SENHOR.

3-14 - E falou o SENHOR a Moisés no deserto do Sinai, dizendo:

3-15 - Conta os filhos de Levi, segundo a casa de seus pais, pelas suas gerações; contarás a todo varão da idade de um mês para cima.

3-16 - E Moisés os contou conforme o mandado do SENHOR, como lhe foi ordenado.

3-17 - Estes, pois, foram os filhos de Levi pelos seus nomes: Gérson, e Coate, e Merari.

3-18 - E estes são os nomes dos filhos de Gérson pelas suas gerações: Libni e Simei.

3-19 - E os filhos de Coate pelas suas gerações: Anrão, e Izar, e Hebrom, e Uziel.

3-20 - E os filhos de Merari pelas suas gerações: Mali e Musi: estas são as gerações dos levitas, segundo a casa de seus pais.

3-21 - De Gérson é a geração dos libnitas e a geração dos simeítas; estas são as gerações dos gersonitas.

3-22 - Os que deles foram contados pelo número de todo varão da idade de um mês para cima, os que deles foram contados foram sete mil e quinhentos.

3-23 - As gerações dos gersonitas assentarão as suas tendas atrás do tabernáculo, ao ocidente.

3-24 - E o príncipe da casa paterna dos gersonitas será Eliasafe, filho de Lael.

3-25 - E a guarda dos filhos de Gérson na tenda da congregação será o tabernáculo, e a tenda, e a sua coberta, e o véu da porta da tenda da congregação,

3-26 - e as cortinas do pátio, e o pavilhão da porta do pátio, que estão junto ao tabernáculo e junto ao altar, em redor; como também as suas cordas para todo o seu serviço.

3-27 - E de Coate é a geração dos anramitas, e a geração dos izaritas, e a geração dos hebronitas, e a geração dos uzielitas; estas são as gerações dos coatitas.

3-28 - Pelo número contado de todo varão da idade de um mês para cima, foram oito mil e seiscentos, que tinham cuidado da guarda do santuário.

3-29 - As gerações dos filhos de Coate assentarão as suas tendas ao lado do tabernáculo, da banda do sul.

3-30 - E o príncipe da casa paterna das gerações dos coatitas será Elisafã, filho de Uziel.

3-31 - E a sua guarda será a arca, e a mesa, e o castiçal, e os altares, e os utensílios do santuário com que ministram, e o véu com todo o seu serviço.

3-32 - E o príncipe dos príncipes de Levi será Eleazar, filho de Arão, o sacerdote; terá a superintendência sobre os que têm cuidado da guarda do santuário.

3-33 - De Merari é a geração dos malitas e a geração dos musitas; estas são as gerações de Merari.

3-34 - E os que deles foram contados pelo número de todo varão de um mês para cima foram seis mil e duzentos.

3-35 - E o príncipe da casa paterna das gerações de Merari será Zuriel, filho de Abiail; assentarão as suas tendas ao lado do tabernáculo, da banda do norte.

3-36 - E o cargo da guarda dos filhos de Merari serão as tábuas do tabernáculo, e os seus varais, e as suas colunas, e as suas bases, e todos os seus utensílios, com todo o seu serviço,

3-37 - e as colunas do pátio em redor, e as suas bases, e as suas estacas e as suas cordas.

3-38 - E os que assentarão as suas tendas diante do tabernáculo, ao oriente, diante da tenda da congregação, para a banda do nascente, serão Moisés e Arão, com seus filhos, tendo o cuidado da guarda do santuário, para guarda dos filhos de Israel; e o estranho que se chegar morrerá.

3-39 - Todos os que foram contados dos levitas, que contou Moisés e Arão, por mandado do SENHOR, segundo as suas gerações, todo varão de um mês para cima foram vinte e dois mil.

3-40 - E disse o SENHOR a Moisés: Conta todo primogênito varão dos filhos de Israel da idade de um mês para cima e toma o número dos seus nomes.

3-41 - E para mim tomarás os levitas ( eu sou o SENHOR ) em lugar de todo primogênito dos filhos de Israel e os animais dos levitas em lugar de todo primogênito entre os animais dos filhos de Israel.

3-42 - E contou Moisés, como o SENHOR lhe ordenara, todo primogênito entre os filhos de Israel.

3-43 - E todos os primogênitos dos varões, pelo número dos nomes dos da idade de um mês para cima, segundo os que foram contados deles, foram vinte e dois mil e duzentos e setenta e três.

3-44 - E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

3-45 - Toma os levitas em lugar de todo primogênito entre os filhos de Israel e os animais dos levitas em lugar dos seus animais; porquanto os levitas serão meus. Eu sou o SENHOR.

3-46 - Quanto aos duzentos e setenta e três, que se houverem de resgatar, que sobrepujam aos levitas dos primogênitos dos filhos de Israel,

3-47 - tomarás para cada cabeça cinco siclos; conforme o siclo do santuário os tomarás, a vinte geras o siclo.

3-48 - E a Arão e a seus filhos darás o dinheiro dos resgatados, dos que sobejam entre eles.

3-49 - Então, Moisés tomou o dinheiro do resgate dos que sobejaram sobre os resgatados pelos levitas.

3-50 - Dos primogênitos dos filhos de Israel tomou o dinheiro, mil e trezentos e sessenta e cinco siclos, segundo o siclo do santuário.

3-51 - E Moisés deu o dinheiro dos resgatados a Arão e a seus filhos, segundo o mandado do SENHOR, como o SENHOR ordenara a Moisés.

4-1 - E falou o SENHOR a Moisés e a Arão, dizendo:

4-2 - Toma a soma dos filhos de Coate, do meio dos filhos de Levi, pelas suas gerações, segundo a casa de seus pais;

4-3 - da idade de trinta anos para cima até aos cinqüenta anos será todo aquele que entrar neste exército, para fazer obra na tenda da congregação.

4-4 - Este será o ministério dos filhos de Coate na tenda da congregação, nas coisas santíssimas.

4-5 - Quando partir o arraial, Arão e seus filhos virão, e tirarão o véu da coberta, e com ele cobrirão a arca do Testemunho;

4-6 - e pôr-lhe-ão por cima uma coberta de peles de texugos, e sobre ela estenderão um pano, todo azul, e lhe meterão os varais.

4-7 - Também sobre a mesa da proposição estenderão um pano azul; e, sobre ela, porão os pratos, e os seus incensários, e as taças, e as escudelas; também o pão contínuo estará sobre ela.

4-8 - Depois, estenderão, em cima deles, um pano carmesim, e, com a coberta de peles de texugos, o cobrirão, e lhe porão os seus varais.

4-9 - Então, tomarão um pano azul e cobrirão o castiçal da luminária, e as suas lâmpadas, e os seus espevitadores, e os seus apagadores, e todos os seus vasos de azeite com que o servem.

4-10 - E meterão, a ele e a todos os seus utensílios, na coberta de peles de texugos e o porão sobre os varais.

4-11 - E, sobre o altar de ouro, estenderão um pano azul, e com a coberta de peles de texugos o cobrirão, e lhe porão os seus varais.

4-12 - Também tomarão todos os utensílios do ministério, com que servem no santuário; e os porão num pano azul, e os cobrirão com uma coberta de peles de texugos, e os porão sobre os varais.

4-13 - E tirarão as cinzas do altar e por cima dele estenderão um pano de púrpura.

4-14 - E sobre ele porão todos os seus instrumentos com que o servem: os seus braseiros, e os garfos, e as pás, e as bacias, todos os utensílios do altar; e por cima dele estenderão uma coberta de peles de texugos e lhe porão os seus varais.

4-15 - Havendo, pois, Arão e seus filhos, ao partir do arraial, acabado de cobrir o santuário e todos os instrumentos do santuário, então, os filhos de Coate virão para levá-lo; mas no santuário não tocarão para que não morram; este é o cargo dos filhos de Coate na tenda da congregação.

4-16 - Porém o cargo de Eleazar, filho de Arão, o sacerdote, será o azeite da luminária, e o incenso aromático, e a contínua oferta dos manjares, e o azeite da unção, o cargo de todo o tabernáculo e de tudo que nele há, o santuário e os seus móveis.

4-17 - E falou o SENHOR a Moisés e a Arão, dizendo:

4-18 - Não deixareis extirpar a tribo das gerações dos coatitas do meio dos levitas.

4-19 - Mas isto lhes fareis, para que vivam e não morram, quando chegarem à santidade das santidades: Arão e seus filhos virão e a cada um porão no seu ministério e no seu cargo.

4-20 - Porém não entrarão a ver, quando cobrirem o santuário, para que não morram.

4-21 - Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

4-22 - Toma também a soma dos filhos de Gérson, segundo a casa de seus pais, segundo as suas gerações;

4-23 - da idade de trinta anos para cima, até aos cinqüenta, contarás a todo aquele que entrar a servir no seu serviço, para exercer o ministério na tenda da congregação.

4-24 - Este será o ministério das gerações dos gersonitas, no serviço e na carga:

4-25 - levarão, pois, as cortinas do tabernáculo, e a tenda da congregação, e a sua coberta, e a coberta de peles de texugos que está em cima, sobre ele, e o véu da porta da tenda da congregação,

4-26 - e as cortinas do pátio, e o véu da porta do pátio, que está junto ao tabernáculo e junto ao altar em redor, e as suas cordas, e todos os instrumentos do seu ministério, com tudo o que se adereçar para eles, para que ministrem.

4-27 - Todo o ministério dos filhos dos gersonitas, em todo o seu cargo e em todo o seu ministério, será segundo o mandado de Arão e de seus filhos; e lhes encomendareis em guarda todo o seu cargo.

4-28 - Este é o ministério das gerações dos filhos dos gersonitas na tenda da congregação; e a sua guarda será debaixo da mão de Itamar, filho de Arão, o sacerdote.

4-29 - Quanto aos filhos de Merari, segundo as suas gerações e segundo a casa de seus pais os contarás;

4-30 - da idade de trinta anos para cima, até aos cinqüenta, contarás a todo aquele que entrar neste serviço, para exercer o ministério da tenda da congregação.

4-31 - Esta, pois, será a guarda do seu cargo, segundo todo o seu ministério, na tenda da congregação: as tábuas do tabernáculo, e os seus varais, e as suas colunas, e as suas bases;

4-32 - como também as colunas do pátio em redor, e as suas bases, e as suas estacas, e as suas cordas, com todos os seus instrumentos, com todo o seu ministério; e contareis os utensílios da guarda do seu cargo, nome por nome.

4-33 - Este é o ministério das gerações dos filhos de Merari, segundo todo o seu ministério, na tenda da congregação, debaixo da mão de Itamar, filho de Arão, o sacerdote.

4-34 - Moisés, pois, e Arão e os príncipes da congregação contaram os filhos dos coatitas, segundo as suas gerações e segundo a casa de seus pais;

4-35 - da idade de trinta anos para cima, até aos cinqüenta, todo aquele que entrou neste serviço, para o ministério da tenda da congregação.

4-36 - Os que deles foram contados, pois, segundo as suas gerações, foram dois mil e setecentos e cinqüenta.

4-37 - Estes são os que foram contados das gerações dos coatitas, de todo aquele que ministrava na tenda da congregação, os quais contaram Moisés e Arão, conforme o mandado do SENHOR pela mão de Moisés.

4-38 - Semelhantemente os que foram contados dos filhos de Gérson, segundo as suas gerações e segundo a casa de seus pais,

4-39 - da idade de trinta anos para cima, até aos cinqüenta, todo aquele que entrou neste serviço, para o ministério na tenda da congregação,

4-40 - os que deles foram contados, segundo as suas gerações e segundo a casa de seus pais, foram dois mil e seiscentos e trinta.

4-41 - Estes são os contados das gerações dos filhos de Gérson, de todo aquele que ministrava na tenda da congregação; os quais contaram Moisés e Arão, conforme o mandado do SENHOR.

4-42 - E os que foram contados das gerações dos filhos de Merari, segundo as suas gerações e segundo a casa de seus pais,

4-43 - da idade de trinta anos para cima, até aos cinqüenta, todo aquele que entrou neste serviço, para o ministério na tenda da congregação,

4-44 - foram, pois, os que foram deles contados, segundo as suas gerações, três mil e duzentos.

4-45 - Estes são os contados das gerações dos filhos de Merari; os quais contaram Moisés e Arão, conforme o mandado do SENHOR, pela mão de Moisés.

4-46 - Todos os que deles foram contados, que contaram Moisés e Arão, e os príncipes de Israel, dos levitas, segundo as suas gerações e segundo a casa de seus pais,

4-47 - da idade de trinta anos para cima, até aos cinqüenta, todo aquele que entrava a executar o ministério da administração e o ministério da carga na tenda da congregação,

4-48 - os que deles foram contados foram oito mil quinhentos e oitenta.

4-49 - Conforme o mandado do SENHOR pela mão de Moisés, foram contados, cada qual segundo o seu ministério e segundo o seu cargo; e foram, os que deles foram contados, aqueles que o SENHOR ordenara a Moisés.

5-1 - E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

5-2 - Ordena aos filhos de Israel que lancem fora do arraial a todo leproso, e a todo o que padece fluxo, e a todos os imundos por causa de contato com algum morto.

5-3 - Desde o homem até à mulher os lançareis; fora do arraial os lançareis, para que não contaminem os seus arraiais, no meio dos quais eu habito.

5-4 - E os filhos de Israel fizeram assim, e os lançaram fora do arraial; como o SENHOR falara a Moisés, assim fizeram os filhos de Israel.

5-5 - Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

5-6 - Dize aos filhos de Israel: Quando homem ou mulher fizer algum de todos os pecados humanos, transgredindo contra o SENHOR, tal alma culpada é.

5-7 - E confessará o pecado que fez; então, restituirá pela sua culpa segundo a soma total, e lhe acrescentará o seu quinto, e o dará àquele contra quem se fez culpado.

5-8 - Mas, se aquele homem não tiver resgatador, a quem se restitua pela culpa, então, a culpa que se restituir ao SENHOR será do sacerdote, além do carneiro da expiação com que por ele fizer expiação.

5-9 - Semelhantemente, toda oferta de todas as coisas santificadas dos filhos de Israel, que trouxerem ao sacerdote, será sua.

5-10 - E as coisas santificadas de cada um serão suas; o que alguém der ao sacerdote será seu.

5-11 - Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

5-12 - Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando a mulher de alguém se desviar e prevaricar contra ele,

5-13 - de maneira que algum homem se houver deitado com ela, e for oculto aos olhos de seu marido, e ela o tiver ocultado, havendo-se ela contaminado, e contra ela não houver testemunha, e no feito não for apanhada,

5-14 - e o espírito de ciúmes vier sobre ele, e de sua mulher tiver ciúmes, por ela se haver contaminado, ou sobre ele vier o espírito de ciúmes, e de sua mulher tiver ciúmes, não se havendo ela contaminado,

5-15 - então, aquele varão trará a sua mulher perante o sacerdote e juntamente trará a sua oferta por ela: uma décima de efa de farinha de cevada, sobre a qual não deitará azeite, nem sobre ela porá incenso, porquanto é oferta de manjares de ciúmes, oferta memorativa, que traz a iniqüidade em memória.

5-16 - E o sacerdote a fará chegar, e a porá perante a face do SENHOR.

5-17 - E o sacerdote tomará água santa num vaso de barro; também tomará o sacerdote do pó que houver no chão do tabernáculo e o deitará na água.

5-18 - Então, o sacerdote apresentará a mulher perante o SENHOR e descobrirá a cabeça da mulher; e a oferta memorativa de manjares, que é a oferta de manjares dos ciúmes, porá sobre as suas mãos, e a água amarga, que traz consigo a maldição, estará na mão do sacerdote.

5-19 - E o sacerdote a conjurará e dirá àquela mulher: Se ninguém contigo se deitou e se não te apartaste de teu marido pela imundícia, destas águas amargas, amaldiçoantes, serás livre.

5-20 - Mas, se te apartaste de teu marido e te contaminaste, e algum homem, fora de teu marido, se deitou contigo;

5-21 - então, o sacerdote conjurará a mulher com a conjuração da maldição; e o sacerdote dirá à mulher: O SENHOR te ponha por maldição e por conjuração no meio do teu povo, fazendo-te o SENHOR descair a coxa e inchar o ventre,

5-22 - e esta água amaldiçoante entre nas tuas entranhas, para te fazer inchar o ventre e te fazer descair a coxa. Então, a mulher dirá: Amém! Amém!

5-23 - Depois, o sacerdote escreverá estas mesmas maldições num livro e com a água amarga as apagará.

5-24 - E a água amarga, amaldiçoante, dará a beber à mulher, e a água amaldiçoante entrará nela para amargurar.

5-25 - E o sacerdote tomará a oferta de manjares dos ciúmes da mão da mulher e moverá a oferta de manjares perante o SENHOR; e a oferecerá sobre o altar.

5-26 - Também o sacerdote tomará um punhado da oferta de manjares, da oferta memorativa, e sobre o altar o queimará; e, depois, dará a beber a água à mulher.

5-27 - E, havendo-lhe dado a beber aquela água, será que, se ela se tiver contaminado e contra seu marido tiver prevaricado, a água amaldiçoante entrará nela para amargura, e o seu ventre se inchará, e a sua coxa descairá; e aquela mulher será por maldição no meio do seu povo.

5-28 - E, se a mulher se não tiver contaminado, mas estiver limpa, então, será livre e conceberá semente.

5-29 - Esta é a lei dos ciúmes, quando a mulher, em poder de seu marido, se desviar e for contaminada;

5-30 - ou quando sobre o homem vier o espírito de ciúmes, e tiver ciúmes de sua mulher, apresente a mulher perante o SENHOR, e o sacerdote nela execute toda esta lei.

5-31 - E o homem será livre da iniqüidade, porém a mulher levará a sua iniqüidade.

6-1 - E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

6-2 - Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando um homem ou mulher se tiver separado, fazendo voto de nazireu, para se separar para o SENHOR,

6-3 - de vinho e de bebida forte se apartará; vinagre de vinho ou vinagre de bebida forte não beberá; nem beberá alguma beberagem de uvas; nem uvas frescas nem secas comerá.

6-4 - Todos os dias do seu nazireado, não comerá de coisa alguma que se faz da vinha, desde os caroços até às cascas.

6-5 - Todos os dias do voto do seu nazireado sobre a sua cabeça não passará navalha; até que se cumpram os dias, que se separou para o SENHOR, santo será, deixando crescer as guedelhas do cabelo da sua cabeça.

6-6 - Todos os dias que se separar para o SENHOR, não se chegará a corpo de um morto.

6-7 - Por seu pai, ou por sua mãe, ou por seu irmão, ou por sua irmã, por eles se não contaminará, quando forem mortos; porquanto o nazireado do seu Deus está sobre a sua cabeça.

6-8 - Todos os dias do seu nazireado, santo será ao SENHOR.

6-9 - E se alguém vier a morrer junto a ele por acaso, subitamente, e contaminar a cabeça do seu nazireado, então, no dia da sua purificação, rapará a sua cabeça, e, ao sétimo dia, a rapará.

6-10 - E, ao oitavo dia, trará duas rolas ou dois pombinhos, ao sacerdote, à porta da tenda da congregação;

6-11 - e o sacerdote oferecerá um para expiação do pecado e o outro para holocausto; e fará propiciação por esse que pecou no corpo morto; assim, naquele mesmo dia, santificará a sua cabeça.

6-12 - Então, separará os dias do seu nazireado ao SENHOR e, para expiação da culpa, trará um cordeiro de um ano; e os dias antecedentes serão perdidos, porquanto o seu nazireado foi contaminado.

6-13 - E esta é a lei do nazireu; no dia em que se cumprirem os dias do seu nazireado, trá-lo-ão à porta da tenda da congregação;

6-14 - e ele oferecerá a sua oferta ao SENHOR, um cordeiro sem mancha, de um ano, em holocausto, e uma cordeira sem mancha, de um ano, para expiação da culpa, e um carneiro sem mancha por oferta pacífica;

6-15 - e um cesto de bolos asmos, bolos de flor de farinha com azeite, amassados, e coscorões asmos untados com azeite, como também a sua oferta de manjares e as suas libações.

6-16 - E o sacerdote os trará perante o SENHOR e sacrificará a sua expiação do pecado e o seu holocausto;

6-17 - também sacrificará o carneiro em sacrifício pacífico ao SENHOR, com o cesto dos bolos asmos; e o sacerdote oferecerá a sua oferta de manjares e a sua libação.

6-18 - Então, o nazireu, à porta da tenda da congregação, rapará a cabeça do seu nazireado, e tomará o cabelo da cabeça do seu nazireado, e o porá sobre o fogo que está debaixo do sacrifício pacífico.

6-19 - Depois, o sacerdote tomará a espádua cozida do carneiro, e um bolo asmo do cesto, e um coscorão asmo e os porá nas mãos do nazireu, depois de haver este rapado a cabeça do seu nazireado.

6-20 - E o sacerdote os moverá, em oferta de movimento, perante o SENHOR; isto é santo para o sacerdote, juntamente com o peito da oferta de movimento e com a espádua da oferta alçada; e, depois, o nazireu pode beber vinho.

6-21 - Esta é a lei do nazireu que fizer voto da sua oferta ao SENHOR pelo seu nazireado, além do que alcançar a sua mão; segundo o seu voto, que fizer, assim fará conforme a lei do seu nazireado.

6-22 - E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

6-23 - Fala a Arão e a seus filhos, dizendo: Assim abençoareis os filhos de Israel, dizendo-lhes:

6-24 - O SENHOR te abençoe e te guarde;

6-25 - o SENHOR faça resplandecer o seu rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti;

6-26 - o SENHOR sobre ti levante o seu rosto e te dê a paz.

6-27 - Assim, porão o meu nome sobre os filhos de Israel, e eu os abençoarei.

7-1 - E aconteceu, no dia em que Moisés acabou de levantar o tabernáculo, e o ungiu, e o santificou, e todos os seus utensílios, e também o altar e todos os seus utensílios, e os ungiu, e os santificou,

7-2 - que os príncipes de Israel, os cabeças da casa de seus pais, os que foram príncipes das tribos, que estavam sobre os que foram contados, ofereceram,

7-3 - e trouxeram a sua oferta perante o SENHOR: seis carros cobertos e doze bois; por dois príncipes, um carro; e para cada um, um boi; e os trouxeram diante do tabernáculo.

7-4 - E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

7-5 - Toma os deles, e serão para servir no ministério da tenda da congregação; e os darás aos levitas, a cada qual segundo o seu ministério.

7-6 - Assim, Moisés tomou os carros e os bois e os deu aos levitas.

7-7 - Dois carros e quatro bois deu aos filhos de Gérson, segundo o seu ministério;

7-8 - e quatro carros e oito bois deu aos filhos de Merari, segundo o seu ministério, debaixo da mão de Itamar, filho de Arão, o sacerdote.

7-9 - Mas aos filhos de Coate nada deu, porquanto a seu cargo estava o santuário, e o levavam aos ombros.

7-10 - E ofereceram os príncipes para a consagração do altar, no dia em que foi ungido; ofereceram, pois, os príncipes a sua oferta perante o altar.

7-11 - E disse o SENHOR a Moisés: Cada príncipe oferecerá a sua oferta ( cada qual em seu dia ) para a consagração do altar.

7-12 - O que, pois, no primeiro dia, ofereceu a sua oferta foi Naassom, filho de Aminadabe, pela tribo de Judá.

7-13 - E a sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, do peso de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares;

7-14 - uma taça de dez siclos, de ouro, cheia de incenso;

7-15 - um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;

7-16 - um bode, para expiação do pecado;

7-17 - e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Naassom, filho de Aminadabe.

7-18 - No segundo dia, fez a sua oferta Natanael, filho de Zuar, príncipe de Issacar.

7-19 - E pela sua oferta ofereceu um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, do peso de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para a oferta de manjares;

7-20 - uma taça de dez siclos, de ouro, cheia de incenso;

7-21 - um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;

7-22 - um bode, para expiação do pecado;

7-23 - e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Natanael, filho de Zuar.

7-24 - No terceiro dia, ofereceu o príncipe dos filhos de Zebulom, Eliabe, filho de Helom.

7-25 - A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, do peso de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares;

7-26 - uma taça de dez siclos, de ouro, cheia de incenso;

7-27 - um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;

7-28 - um bode, para expiação do pecado;

7-29 - e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Eliabe, filho de Helom.

7-30 - No quarto dia, ofereceu o príncipe dos filhos de Rúben, Elizur, filho de Sedeur.

7-31 - A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, do peso de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares;

7-32 - uma taça de dez siclos, de ouro, cheia de incenso;

7-33 - um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;

7-34 - um bode, para expiação do pecado;

7-35 - e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Elizur, filho de Sedeur.

7-36 - No quinto dia, ofereceu o príncipe dos filhos de Simeão, Selumiel, filho de Zurisadai.

7-37 - A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, do peso de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares;

7-38 - uma taça de dez siclos, de ouro, cheia de incenso;

7-39 - um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;

7-40 - um bode, para expiação do pecado;

7-41 - e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Selumiel, filho de Zurisadai.

7-42 - No sexto dia, ofereceu o príncipe dos filhos de Gade, Eliasafe, filho de Deuel.

7-43 - A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, do peso de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares;

7-44 - uma taça de dez siclos, de ouro, cheia de incenso;

7-45 - um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;

7-46 - um bode, para expiação do pecado;

7-47 - e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Eliasafe, filho de Deuel.

7-48 - No sétimo dia, ofereceu o príncipe dos filhos de Efraim, Elisama, filho de Amiúde.

7-49 - A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, do peso de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares;

7-50 - uma taça de dez siclos, de ouro, cheia de incenso;

7-51 - um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;

7-52 - um bode, para expiação do pecado;

7-53 - e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Elisama, filho de Amiúde.

7-54 - No oitavo dia, ofereceu o príncipe dos filhos de Manassés, Gamaliel, filho de Pedazur.

7-55 - A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, do peso de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares;

7-56 - uma taça de dez siclos, de ouro, cheia de incenso;

7-57 - um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;

7-58 - um bode, para expiação do pecado;

7-59 - e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Gamaliel, filho de Pedazur.

7-60 - No dia nono, ofereceu o príncipe dos filhos de Benjamim, Abidã, filho de Gideoni.

7-61 - A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, do peso de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares;

7-62 - uma taça de dez siclos, de ouro, cheia de incenso;

7-63 - um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;

7-64 - um bode, para expiação do pecado;

7-65 - e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Abidã, filho de Gideoni.

7-66 - No décimo dia, ofereceu o príncipe dos filhos de Dã, Aiezer, filho de Amisadai.

7-67 - A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, do peso de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares;

7-68 - uma taça de dez siclos, de ouro, cheia de incenso;

7-69 - um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;

7-70 - um bode, para expiação do pecado;

7-71 - e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Aiezer, filho de Amisadai.

7-72 - No dia undécimo, ofereceu o príncipe dos filhos de Aser, Pagiel, filho de Ocrã.

7-73 - A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, do peso de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares;

7-74 - uma taça de dez siclos, de ouro, cheia de incenso;

7-75 - um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;

7-76 - um bode, para expiação do pecado;

7-77 - e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Pagiel, filho de Ocrã.

7-78 - No duodécimo dia, ofereceu o príncipe dos filhos de Naftali, Aira, filho de Enã.

7-79 - A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, do peso de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares;

7-80 - uma taça de dez siclos, de ouro, cheia de incenso;

7-81 - um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;

7-82 - um bode, para expiação do pecado;

7-83 - e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Aira, filho de Enã.

7-84 - Esta é a consagração do altar, feita pelos príncipes de Israel, no dia em que foi ungido: doze pratos de prata, doze bacias de prata, doze taças de ouro;

7-85 - cada prato de prata, de cento e trinta siclos, e cada bacia, de setenta; toda a prata dos utensílios foi dois mil e quatrocentos siclos, segundo o siclo do santuário;

7-86 - doze taças de ouro, cheias de incenso, cada taça de dez siclos, segundo o siclo do santuário; todo o ouro das taças foi de cento e vinte siclos;

7-87 - todos os bois para holocausto foram doze novilhos; carneiros, doze; doze cordeiros de um ano, com a sua oferta de manjares, e doze bodes, para expiação do pecado;

7-88 - e todos os bois para sacrifício pacífico foram vinte e quatro novilhos; os carneiros, sessenta; os bodes, sessenta; os cordeiros de um ano, sessenta; esta é a consagração do altar, depois que foi ungido.

7-89 - E, quando Moisés entrava na tenda da congregação para falar com o SENHOR, então, ouvia a voz que lhe falava de cima do propiciatório, que está sobre a arca do Testemunho entre os dois querubins; assim com ele falava.

8-1 - E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

8-2 - Fala a Arão e dize-lhe: Quando acenderes as lâmpadas, defronte do candeeiro alumiarão as sete lâmpadas.

8-3 - E Arão fez assim; defronte da face do candeeiro acendeu as suas lâmpadas, como o SENHOR ordenara a Moisés.

8-4 - E era esta obra do candeeiro de ouro batido; desde o seu pé até às suas flores era batido; conforme o modelo que o SENHOR mostrara a Moisés, assim ele fez o candeeiro.

8-5 - E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

8-6 - Toma os levitas do meio dos filhos de Israel e purifica-os;

8-7 - e assim lhes farás, para os purificar: Esparge sobre eles a água da expiação; e sobre toda a sua carne farão passar a navalha, e lavarão as suas vestes, e se purificarão.

8-8 - Então, tomarão um novilho, com a sua oferta de manjares de flor de farinha amassada com azeite; e tomarás outro novilho, para expiação do pecado.

8-9 - E farás chegar os levitas perante a tenda da congregação; e farás ajuntar toda a congregação dos filhos de Israel.

8-10 - Farás, pois, chegar os levitas perante o SENHOR; e os filhos de Israel porão as suas mãos sobre os levitas.

8-11 - E Arão moverá os levitas por oferta de movimento perante o SENHOR pelos filhos de Israel; e serão para servirem no ministério do SENHOR.

8-12 - E os levitas porão as suas mãos sobre a cabeça dos novilhos; então, sacrifica tu um para expiação do pecado e o outro, para holocausto ao SENHOR, para fazer expiação pelos levitas.

8-13 - E porás os levitas perante Arão, e perante os seus filhos, e os moverás por oferta de movimento ao SENHOR.

8-14 - E separarás os levitas do meio dos filhos de Israel, para que os levitas meus sejam.

8-15 - E, depois, os levitas entrarão para fazerem o serviço da tenda da congregação; e tu os purificarás e, por oferta de movimento, os moverás.

8-16 - Porquanto eles, do meio dos filhos de Israel, me são dados; em lugar de todo aquele que abre a madre, do primogênito de cada um dos filhos de Israel, para mim os tenho tomado.

8-17 - Porque meu é todo primogênito entre os filhos de Israel, entre os homens e entre os animais; no dia em que, na terra do Egito, feri a todo primogênito, os santifiquei para mim.

8-18 - E tomei os levitas em lugar de todo primogênito entre os filhos de Israel.

8-19 - E os levitas, dados a Arão e a seus filhos, do meio dos filhos de Israel, tenho dado para exercerem o ministério dos filhos de Israel na tenda da congregação e para fazerem expiação pelos filhos de Israel, para que não haja praga entre os filhos de Israel, chegando-se os filhos de Israel ao santuário.

8-20 - E assim fez Moisés, e Arão, e toda a congregação dos filhos de Israel com os levitas; conforme tudo o que o SENHOR ordenara a Moisés acerca dos levitas, assim os filhos de Israel lhes fizeram.

8-21 - E os levitas se purificaram e lavaram as suas vestes, e Arão os moveu por oferta movida perante o SENHOR, e Arão fez expiação por eles, para purificá-los.

8-22 - E, depois, vieram os levitas, para exercerem o seu ministério na tenda da congregação, perante Arão e perante os seus filhos; como o SENHOR ordenara a Moisés acerca dos levitas, assim lhes fizeram.

8-23 - E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

8-24 - Este é o ofício dos levitas: Da idade de vinte e cinco anos para cima entrarão, para fazerem o serviço no ministério da tenda da congregação;

8-25 - mas, desde a idade de cinqüenta anos, sairão da milícia deste ministério e nunca mais servirão.

8-26 - Porém com os seus irmãos servirão na tenda da congregação, para terem cuidado da guarda; mas o ministério não exercerão; assim farás com os levitas nas suas guardas.

9-1 - E falou o SENHOR a Moisés no deserto do Sinai, no segundo ano da sua saída da terra do Egito, no primeiro mês, dizendo:

9-2 - Que os filhos de Israel celebrem a Páscoa a seu tempo determinado.

9-3 - No dia catorze deste mês, pela tarde, a seu tempo determinado a celebrareis; segundo todos os seus estatutos e segundo todos os seus ritos, a celebrareis.

9-4 - Disse, pois, Moisés aos filhos de Israel que celebrassem a Páscoa.

9-5 - Então, celebraram a Páscoa no dia catorze do primeiro mês, pela tarde, no deserto do Sinai; conforme tudo o que o SENHOR ordenara a Moisés, assim fizeram os filhos de Israel.

9-6 - E houve alguns que estavam imundos pelo corpo de um homem morto; e no mesmo dia não podiam celebrar a Páscoa; pelo que se chegaram perante Moisés e perante Arão aquele mesmo dia.

9-7 - E aqueles homens disseram-lhe: Imundos estamos nós pelo corpo de um homem morto; por que seríamos privados de oferecer a oferta do SENHOR a seu tempo determinado no meio dos filhos de Israel?

9-8 - E disse-lhes Moisés: Esperai, e ouvirei o que o SENHOR vos ordenará.

9-9 - Então, falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

9-10 - Fala aos filhos de Israel, dizendo: Quando alguém entre vós ou entre as vossas gerações for imundo por corpo morto ou se achar em jornada longe de vós, contudo, ainda celebrará a Páscoa ao SENHOR.

9-11 - No segundo mês, no dia catorze, de tarde, a celebrarão: Com pães asmos e ervas amargas a comerão.

9-12 - Dela nada deixarão até à manhã e dela não quebrarão osso algum; segundo todo o estatuto da Páscoa, a celebrarão.

9-13 - Porém, quando um homem for limpo, e não estiver de caminho, e deixar de celebrar a Páscoa, tal alma do seu povo será extirpada; porquanto não ofereceu a oferta do SENHOR a seu tempo determinado; tal homem levará o seu pecado.

9-14 - E, quando um estrangeiro peregrinar entre vós e também celebrar a Páscoa ao SENHOR, segundo o estatuto da Páscoa e segundo o seu rito, assim a celebrará; um mesmo estatuto haverá para vós, assim para o estrangeiro como para o natural da terra.

9-15 - E, no dia de levantar o tabernáculo, a nuvem cobriu o tabernáculo sobre a tenda do Testemunho; e, à tarde, estava sobre o tabernáculo como uma aparência de fogo até à manhã.

9-16 - Assim era de contínuo: a nuvem o cobria, e, de noite, havia aparência de fogo.

9-17 - Mas, sempre que a nuvem se alçava sobre a tenda, os filhos de Israel após ela partiam; e, no lugar onde a nuvem parava, ali os filhos de Israel assentavam o seu arraial.

9-18 - Segundo o dito do SENHOR, os filhos de Israel partiam e segundo o dito do SENHOR assentavam o arraial; todos os dias em que a nuvem parava sobre o tabernáculo, assentavam o arraial.

9-19 - E, quando a nuvem se detinha muitos dias sobre o tabernáculo, então, os filhos de Israel tinham cuidado da guarda do SENHOR e não partiam.

9-20 - E era que, quando a nuvem poucos dias estava sobre o tabernáculo, segundo o dito do SENHOR, se alojavam e, segundo o dito do SENHOR, partiam.

9-21 - Porém era que, quando a nuvem desde a tarde até à manhã ficava ali e a nuvem se alçava pela manhã, então, partiam; quer de dia quer de noite, alçando-se a nuvem, partiam.

9-22 - Ou, quando a nuvem sobre o tabernáculo se detinha dois dias, ou um mês, ou um ano, ficando sobre ele, então, os filhos de Israel se alojavam e não partiam; e, alçando-se ela, partiam.

9-23 - Segundo o dito do SENHOR, se alojavam e, segundo o dito do SENHOR, partiam; da guarda do SENHOR tinham cuidado, segundo o dito do SENHOR pela mão de Moisés.

10-1 - Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

10-2 - Faze duas trombetas de prata; de obra batida as farás; e te serão para a convocação da congregação e para a partida dos arraiais.

10-3 - E, quando as tocarem ambas, então, toda a congregação se congregará a ti à porta da tenda da congregação.

10-4 - Mas, quando tocar uma só, então, a ti se congregarão os príncipes, os cabeças dos milhares de Israel.

10-5 - Quando, retinindo, as tocardes, então, partirão os arraiais que alojados estão da banda do oriente.

10-6 - Mas, quando a segunda vez, retinindo, as tocardes, então, partirão os arraiais que se alojam da banda do sul; retinindo, as tocarão para as suas partidas.

10-7 - Porém, ajuntando a congregação, as tocareis, mas sem retinir.

10-8 - E os filhos de Arão, sacerdotes, tocarão as trombetas; e a vós serão por estatuto perpétuo nas vossas gerações.

10-9 - E, quando na vossa terra sairdes a pelejar contra o inimigo, que vos aperta, também tocareis as trombetas retinindo, e perante o SENHOR, vosso Deus, haverá lembrança de vós, e sereis salvos de vossos inimigos.

10-10 - Semelhantemente, no dia da vossa alegria, e nas vossas solenidades, e nos princípios dos vossos meses, também tocareis as trombetas sobre os vossos holocaustos, sobre os vossos sacrifícios pacíficos, e vos serão por lembrança perante vosso Deus. Eu sou o SENHOR, vosso Deus.

10-11 - E aconteceu, no segundo ano, no segundo mês, aos vinte do mês, que a nuvem se alçou de sobre o tabernáculo da congregação.

10-12 - E os filhos de Israel partiram, segundo as suas jornadas do deserto do Sinai; e a nuvem parou no deserto de Parã.

10-13 - Assim, partiram pela primeira vez, segundo o dito do SENHOR, pela mão de Moisés.

10-14 - Porque, primeiramente, partiu a bandeira do arraial dos filhos de Judá, segundo os seus exércitos; e sobre o seu exército estava Naassom, filho de Aminadabe.

10-15 - E sobre o exército da tribo dos filhos de Issacar, Natanael, filho de Zuar.

10-16 - E sobre o exército da tribo dos filhos de Zebulom, Eliabe, filho de Helom.

10-17 - Então, desarmaram o tabernáculo, e os filhos de Gérson e os filhos de Merari partiram, levando o tabernáculo.

10-18 - Depois, partiu a bandeira do arraial de Rúben, segundo os seus exércitos; e sobre o seu exército estava Elizur, filho de Sedeur.

10-19 - E sobre o exército da tribo dos filhos de Simeão, Selumiel, filho de Zurisadai.

10-20 - E sobre o exército da tribo dos filhos de Gade, Eliasafe, filho de Deuel.

10-21 - Então, partiram os coatitas, levando o santuário; e os outros levantaram o tabernáculo, enquanto estes vinham.

10-22 - Depois, partiu a bandeira do arraial dos filhos de Efraim, segundo os seus exércitos; e sobre o seu exército estava Elisama, filho de Amiúde.

10-23 - E sobre o exército da tribo dos filhos de Manassés, Gamaliel, filho de Pedazur.

10-24 - E sobre o exército da tribo dos filhos de Benjamim, Abidã, filho de Gideoni.

10-25 - Então, partiu a bandeira do arraial dos filhos de Dã, fechando todos os arraiais, segundo os seus exércitos; e sobre o seu exército estava Aiezer, filho de Amisadai.

10-26 - E sobre o exército da tribo dos filhos de Aser, Pagiel, filho de Ocrã.

10-27 - E sobre o exército da tribo dos filhos de Naftali, Aira, filho de Enã.

10-28 - Estas eram as partidas dos filhos de Israel, segundo os seus exércitos, quando partiam.

10-29 - Disse, então, Moisés a Hobabe, filho de Reuel, o midianita, sogro de Moisés: Nós caminhamos para aquele lugar de que o SENHOR disse: Vo-lo darei; vai conosco, e te faremos bem; porque o SENHOR falou bem sobre Israel.

10-30 - Porém ele lhe disse: Não irei; antes, irei à minha terra e à minha parentela.

10-31 - E ele disse: Ora, não nos deixes; porque tu sabes que nós nos alojamos no deserto; de olhos nos servirás.

10-32 - E será que, vindo tu conosco, e sucedendo o bem que o SENHOR nos fizer, também nós te faremos bem.

10-33 - Assim, partiram do monte do SENHOR caminho de três dias; e a arca do concerto do SENHOR caminhou diante deles caminho de três dias, para lhes buscar lugar de descanso.

10-34 - E a nuvem do SENHOR ia sobre eles de dia, quando partiam do arraial.

10-35 - Era, pois, que, partindo a arca, Moisés dizia: Levanta-te, SENHOR, e dissipados sejam os teus inimigos, e fujam diante de ti os aborrecedores.

10-36 - E, pousando ela, dizia: Volta, ó SENHOR, para os muitos milhares de Israel.

11-1 - E aconteceu que, queixando-se o povo, era mal aos ouvidos do SENHOR; porque o SENHOR ouviu-o, e a sua ira se acendeu, e o fogo do SENHOR ardeu entre eles e consumiu os que estavam na última parte do arraial.

11-2 - Então, o povo clamou a Moisés, e Moisés orou ao SENHOR, e o fogo se apagou.

11-3 - Pelo que chamou aquele lugar Taberá, porquanto o fogo do SENHOR se acendera entre eles.

11-4 - E o vulgo, que estava no meio deles, veio a ter grande desejo; pelo que os filhos de Israel tornaram a chorar e disseram: Quem nos dará carne a comer?

11-5 - Lembramo-nos dos peixes que, no Egito, comíamos de graça; e dos pepinos, e dos melões, e dos porros, e das cebolas, e dos alhos.

11-6 - Mas agora a nossa alma se seca; coisa nenhuma há senão este maná diante dos nossos olhos.

11-7 - E era o maná como semente de coentro, e a sua cor como a cor de bdélio.

11-8 - Espalhava-se o povo, e o colhia, e em moinhos o moía, ou num gral o pisava, e em panelas o cozia, e dele fazia bolos; e o seu sabor era como o sabor de azeite fresco.

11-9 - E, quando o orvalho descia, de noite, sobre o arraial, o maná descia sobre ele.

11-10 - Então, Moisés ouviu chorar o povo pelas suas famílias, cada qual à porta da sua tenda; e a ira do SENHOR grandemente se acendeu, e pareceu mal aos olhos de Moisés.

11-11 - E disse Moisés ao SENHOR: Por que fizeste mal a teu servo, e por que não achei graça aos teus olhos, que pusesses sobre mim a carga de todo este povo?

11-12 - Concebi eu, porventura, todo este povo? Gerei-o eu para que me dissesses que o levasse ao colo, como o aio leva o que cria, à terra que juraste a seus pais?

11-13 - Donde teria eu carne para dar a todo este povo? Porquanto contra mim choram, dizendo: Dá-nos carne a comer;

11-14 - eu sozinho não posso levar a todo este povo, porque muito pesado é para mim.

11-15 - E, se assim fazes comigo, mata-me, eu to peço, se tenho achado graça aos teus olhos; e não me deixes ver o meu mal.

11-16 - E disse o SENHOR a Moisés: Ajunta-me setenta homens dos anciãos de Israel, de quem sabes que são anciãos do povo e seus oficiais; e os trarás perante a tenda da congregação, e ali se porão contigo.

11-17 - Então, eu descerei, e ali falarei contigo, e tirarei do Espírito que está sobre ti, e o porei sobre eles; e contigo levarão a carga do povo, para que tu sozinho o não leves.

11-18 - E dirás ao povo: Santificai-vos para amanhã e comereis carne; porquanto chorastes aos ouvidos do SENHOR, dizendo: Quem nos dará carne a comer, pois bem nos ia no Egito? Pelo que o SENHOR vos dará carne, e comereis;

11-19 - não comereis um dia, nem dois dias, nem cinco dias, nem dez dias, nem vinte dias;

11-20 - mas um mês inteiro, até vos sair pelos narizes, até que vos enfastieis dela, porquanto rejeitastes ao SENHOR, que está no meio de vós, e chorastes diante dele, dizendo: Por que saímos do Egito?

11-21 - E disse Moisés: Seiscentos mil homens de pé é este povo, no meio do qual estou; e tu tens dito: Dar-lhes-ei carne, e comerão um mês inteiro.

11-22 - Degolar-se-ão para eles ovelhas e vacas que lhes bastem? Ou ajuntar-se-ão para eles todos os peixes do mar que lhes bastem?

11-23 - Porém o SENHOR disse a Moisés: Seria, pois, encurtada a mão do SENHOR? Agora verás se a minha palavra te acontecerá ou não.

11-24 - E saiu Moisés, e falou as palavras do SENHOR ao povo, e ajuntou setenta homens dos anciãos do povo e os pôs em roda da tenda.

11-25 - Então, o SENHOR desceu na nuvem e lhe falou; e, tirando do Espírito que estava sobre ele, o pôs sobre aqueles setenta anciãos; e aconteceu que, quando o Espírito repousou sobre eles, profetizaram; mas, depois, nunca mais.

11-26 - Porém no arraial ficaram dois homens; o nome de um era Eldade, e o nome do outro, Medade; e repousou sobre eles o Espírito ( porquanto estavam entre os inscritos, ainda que não saíram à tenda ), e profetizavam no arraial.

11-27 - Então, correu um moço, e o anunciou a Moisés, e disse: Eldade e Medade profetizam no arraial.

11-28 - E Josué, filho de Num, servidor de Moisés, um dos seus jovens escolhidos, respondeu e disse: Senhor meu, Moisés, proíbe-lho.

11-29 - Porém Moisés lhe disse: Tens tu ciúmes por mim? Tomara que todo o povo do SENHOR fosse profeta, que o SENHOR lhes desse o seu Espírito!

11-30 - Depois, Moisés se recolheu ao arraial, ele e os anciãos de Israel.

11-31 - Então, soprou um vento do SENHOR, e trouxe codornizes do mar, e as espalhou pelo arraial quase caminho de um dia de uma banda, e quase caminho de um dia da outra banda, à roda do arraial, e a quase dois côvados sobre a terra.

11-32 - Então, o povo se levantou todo aquele dia, e toda aquela noite, e todo o dia seguinte, e colheram as codornizes; o que menos tinha, colhera dez ômeres; e as estenderam para si ao redor do arraial.

11-33 - Quando a carne estava entre os seus dentes, antes que fosse mastigada, se acendeu a ira do SENHOR contra o povo, e feriu o SENHOR o povo com uma praga muito grande.

11-34 - Pelo que o nome daquele lugar se chamou Quibrote-Hataavá, porquanto ali enterraram o povo que teve o desejo.

11-35 - De Quibrote-Hataavá caminhou o povo para Hazerote e parou em Hazerote.

12-1 - E falaram Miriã e Arão contra Moisés, por causa da mulher cuxita, que tomara; porquanto tinha tomado a mulher cuxita.

12-2 - E disseram: Porventura, falou o SENHOR somente por Moisés? Não falou também por nós? E o SENHOR o ouviu.

12-3 - E era o varão Moisés mui manso, mais do que todos os homens que havia sobre a terra.

12-4 - E logo o SENHOR disse a Moisés, e a Arão, e a Miriã: Vós três saí à tenda da congregação. E saíram eles três.

12-5 - Então, o SENHOR desceu na coluna de nuvem e se pôs à porta da tenda; depois, chamou a Arão e a Miriã, e eles saíram ambos.

12-6 - E disse: Ouvi agora as minhas palavras; se entre vós houver profeta, eu, o SENHOR, em visão a ele me farei conhecer ou em sonhos falarei com ele.

12-7 - Não é assim com o meu servo Moisés, que é fiel em toda a minha casa.

12-8 - Boca a boca falo com ele, e de vista, e não por figuras; pois, ele vê a semelhança do SENHOR; por que, pois, não tivestes temor de falar contra o meu servo, contra Moisés?

12-9 - Assim, a ira do SENHOR contra eles se acendeu; e foi-se.

12-10 - E a nuvem se desviou de sobre a tenda; e eis que Miriã era leprosa como a neve; e olhou Arão para Miriã, e eis que era leprosa.

12-11 - Pelo que Arão disse a Moisés: Ah! Senhor meu! Ora, não ponhas sobre nós este pecado, que fizemos loucamente e com que havemos pecado!

12-12 - Ora, não seja ela como um morto, que, saindo do ventre de sua mãe, tenha metade da sua carne já consumida.

12-13 - Clamou, pois, Moisés ao SENHOR, dizendo: Ó Deus, rogo-te que a cures.

12-14 - E disse o SENHOR a Moisés: Se seu pai cuspira em seu rosto, não seria envergonhada sete dias? Esteja fechada sete dias fora do arraial; e, depois, a recolham.

12-15 - Assim, Miriã esteve fechada fora do arraial sete dias, e o povo não partiu, até que recolheram a Miriã.

12-16 - Porém, depois, o povo partiu de Hazerote; e assentaram o arraial no deserto de Parã.

13-1 - E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

13-2 - Envia homens que espiem a terra de Canaã, que eu hei de dar aos filhos de Israel; de cada tribo de seus pais enviareis um homem, sendo cada qual maioral entre eles.

13-3 - E enviou-os Moisés do deserto de Parã, segundo o dito do SENHOR; todos aqueles homens eram cabeças dos filhos de Israel.

13-4 - E estes são os seus nomes: Da tribo de Rúben, Samua, filho de Zacur;

13-5 - da tribo de Simeão, Safate, filho de Hori;

13-6 - da tribo de Judá, Calebe, filho de Jefoné;

13-7 - da tribo de Issacar, Jigeal, filho de José;

13-8 - da tribo de Efraim, Oséias, filho de Num;

13-9 - da tribo de Benjamim, Palti, filho de Rafu;

13-10 - da tribo de Zebulom, Gadiel, filho de Sodi;

13-11 - da tribo de José, pela tribo de Manassés, Gadi, filho de Susi;

13-12 - da tribo de Dã, Amiel, filho de Gemali;

13-13 - da tribo de Aser, Setur, filho de Micael;

13-14 - da tribo de Naftali, Nabi, filho de Vofsi;

13-15 - da tribo de Gade, Geuel, filho de Maqui.

13-16 - Estes são os nomes dos homens que Moisés enviou a espiar aquela terra; e a Oséias, filho de Num, Moisés chamou Josué.

13-17 - Enviou-os, pois, Moisés a espiar a terra de Canaã e disse-lhes: Subi por aqui para a banda do sul e subi à montanha;

13-18 - e vede que terra é, e o povo que nela habita; se é forte ou fraco; se pouco ou muito;

13-19 - e qual é a terra em que habita, se boa ou má; e quais são as cidades em que habita, se em arraiais, se em fortalezas.

13-20 - Também qual é a terra, se grossa ou magra; se nela há árvores ou não; e esforçai-vos e tomai do fruto da terra. E eram aqueles dias os dias das primícias das uvas.

13-21 - Assim, subiram e espiaram a terra desde o deserto de Zim até Reobe, à entrada de Hamate.

13-22 - E subiram para a banda do Sul e vieram até Hebrom; e estavamali Aimã, Sesai, e Talmai, filhos de Anaque ( Hebrom foi edificada sete anos antes de Zoã, no Egito ).

13-23 - Depois, vieram até ao vale de Escol e dali cortaram um ramo de vide com um cacho de uvas, o qual trouxeram dois homens sobre uma verga, como também romãs e figos.

13-24 - Chamaram àquele lugar o vale de Escol, por causa do cacho que dali cortaram os filhos de Israel.

13-25 - Depois, voltaram de espiar a terra, ao fim de quarenta dias.

13-26 - E caminharam, e vieram a Moisés, e a Arão, e a toda a congregação dos filhos de Israel no deserto de Parã, a Cades, e, tornando, deram-lhes conta a eles e a toda a congregação; e mostraram-lhes o fruto da terra.

13-27 - E contaram-lhe e disseram: Fomos à terra a que nos enviaste; e, verdadeiramente, mana leite e mel, e este é o fruto.

13-28 - O povo, porém, que habita nessa terra é poderoso, e as cidades, fortes e mui grandes; e também ali vimos os filhos de Anaque.

13-29 - Os amalequitas habitam na terra do Sul; e os heteus, e os jebuseus, e os amorreus habitam na montanha; e os cananeus habitam ao pé do mar e pela ribeira do Jordão.

13-30 - Então, Calebe fez calar o povo perante Moisés e disse: Subamos animosamente e possuamo-la em herança; porque, certamente, prevaleceremos contra ela.

13-31 - Porém os homens que com ele subiram disseram: Não poderemos subir contra aquele povo, porque é mais forte do que nós.

13-32 - E infamaram a terra, que tinham espiado, perante os filhos de Israel, dizendo: A terra, pelo meio da qual passamos a espiar, é terra que consome os seus moradores; e todo o povo que vimos no meio dela são homens de grande estatura.

13-33 - Também vimos ali gigantes, filhos de Anaque, descendentes dos gigantes; e éramos aos nossos olhos como gafanhotos e assim também éramos aos seus olhos.

14-1 - Então, levantou-se toda a congregação, e alçaram a sua voz; e o povo chorou naquela mesma noite.

14-2 - E todos os filhos de Israel murmuraram contra Moisés e contra Arão; e toda a congregação lhe disse: Ah! Se morrêramos na terra do Egito! Ou, ah! Se morrêramos neste deserto!

14-3 - E por que nos traz o SENHOR a esta terra, para cairmos à espada e para que nossas mulheres e nossas crianças sejam por presa? Não nos seria melhor voltarmos ao Egito?

14-4 - E diziam uns aos outros: Levantemos um capitão e voltemos ao Egito.

14-5 - Então, Moisés e Arão caíram sobre os seus rostos perante todo o ajuntamento dos filhos de Israel.

14-6 - E Josué, filho de Num, e Calebe, filho de Jefoné, dos que espiaram a terra, rasgaram as suas vestes.

14-7 - E falaram a toda a congregação dos filhos de Israel, dizendo: A terra pelo meio da qual passamos a espiar é terra muito boa.

14-8 - Se o SENHOR se agradar de nós, então, nos porá nesta terra e no-la dará, terra que mana leite e mel.

14-9 - Tão-somente não sejais rebeldes contra o SENHOR e não temais o povo desta terra, porquanto são eles nosso pão; retirou-se deles o seu amparo, e o SENHOR é conosco; não os temais.

14-10 - Então, disse toda a congregação que os apedrejassem; porém a glória do SENHOR apareceu na tenda da congregação a todos os filhos de Israel.

14-11 - E disse o SENHOR a Moisés: Até quando me provocará este povo? E até quando me não crerão por todos os sinais que fiz no meio deles?

14-12 - Com pestilência o ferirei, e o rejeitarei, e farei de ti povo maior e mais forte do que este.

14-13 - E disse Moisés ao SENHOR: Assim, os egípcios o ouvirão; porquanto com a tua força fizeste subir este povo do meio deles.

14-14 - E o dirão aos moradores desta terra, que ouviram que tu, ó SENHOR, estás no meio deste povo, que face a face, ó SENHOR, lhes apareces, que tua nuvem está sobre eles e que vais adiante deles numa coluna de nuvem de dia e numa coluna de fogo de noite.

14-15 - E, se matares este povo como a um só homem, as nações, pois, que ouviram a tua fama, falarão, dizendo:

14-16 - Porquanto o SENHOR não podia pôr este povo na terra que lhes tinha jurado; por isso, os matou no deserto.

14-17 - Agora, pois, rogo-te que a força do meu Senhor se engrandeça, como tens falado, dizendo:

14-18 - O SENHOR é longânimo e grande em beneficência, que perdoa a iniqüidade e a transgressão, que o culpado não tem por inocente e visita a iniqüidade dos pais sobre os filhos até à terceira e quarta geração.

14-19 - Perdoa, pois, a iniqüidade deste povo, segundo a grandeza da tua benignidade e como também perdoaste a este povo desde a terra do Egito até aqui.

14-20 - E disse o SENHOR: Conforme a tua palavra, lhe perdoei.

14-21 - Porém, tão certamente como eu vivo e como a glória do SENHOR encherá toda a terra,

14-22 - todos os homens que viram a minha glória e os meus sinais que fiz no Egito e no deserto, e me tentaram estas dez vezes, e não obedeceram à minha voz,

14-23 - não verão a terra de que a seus pais jurei, e até nenhum daqueles que me provocaram a verá.

14-24 - Porém o meu servo Calebe, porquanto nele houve outro espírito e perseverou em seguir-me, eu o levarei à terra em que entrou, e a sua semente a possuirá em herança.

14-25 - Ora, os amalequitas e os cananeus habitam no vale; tornai-vos, amanhã, e caminhai para o deserto pelo caminho do mar Vermelho.

14-26 - Depois, falou o SENHOR a Moisés e a Arão, dizendo:

14-27 - Até quando sofrerei esta má congregação, que murmura contra mim? Tenho ouvido as murmurações dos filhos de Israel, com que murmuram contra mim.

14-28 - Dize-lhes: Assim como eu vivo, diz o SENHOR, que, como falastes aos meus ouvidos, assim farei a vós outros.

14-29 - Neste deserto cairá o vosso cadáver, como também todos os que de vós foram contados segundo toda a vossa conta, de vinte anos para cima, os que dentre vós contra mim murmurastes;

14-30 - não entrareis na terra, pela qual levantei a minha mão que vos faria habitar nela, salvo Calebe, filho de Jefoné, e Josué, filho de Num.

14-31 - Mas os vossos filhos, de que dizeis: Por presa serão, meterei nela; e eles saberão da terra que vós desprezastes.

14-32 - Porém, quanto a vós, o vosso cadáver cairá neste deserto.

14-33 - E vossos filhos pastorearão neste deserto quarenta anos e levarão sobre si as vossas infidelidades, até que o vosso cadáver se consuma neste deserto.

14-34 - Segundo o número dos dias em que espiastes esta terra, quarenta dias, cada dia representando um ano, levareis sobre vós as vossas iniqüidades quarenta anos e conhecereis o meu afastamento.

14-35 - Eu, o SENHOR, falei. E assim farei a toda esta má congregação, que se levantou contra mim; neste deserto, se consumirão e aí falecerão.

14-36 - E os homens que Moisés mandara a espiar a terra e que, voltando, fizeram murmurar toda a congregação contra ele, infamando a terra,

14-37 - aqueles mesmos homens, que infamaram a terra, morreram de praga perante o SENHOR.

14-38 - Mas Josué, filho de Num, e Calebe, filho de Jefoné, que eram dos homens que foram espiar a terra, ficaram com vida.

14-39 - E falou Moisés estas palavras a todos os filhos de Israel; então, o povo se contristou muito.

14-40 - E levantaram-se pela manhã de madrugada e subiram ao cume do monte, dizendo: Eis-nos aqui e subiremos ao lugar que o SENHOR tem dito, porquanto havemos pecado.

14-41 - Mas Moisés disse: Por que quebrantais o mandado do SENHOR? Pois isso não prosperará.

14-42 - Não subais, pois o SENHOR não estará no meio de vós, para que não sejais feridos diante dos vossos inimigos.

14-43 - Porque os amalequitas e os cananeus estão ali diante da vossa face, e caireis à espada; pois, porquanto vos desviastes do SENHOR, o SENHOR não será convosco.

14-44 - Contudo, temerariamente, tentaram subir ao cume do monte; mas a arca do concerto do SENHOR e Moisés não se apartaram do meio do arraial.

14-45 - Então, desceram os amalequitas e os cananeus, que habitavam na montanha, e os feriram, derrotando-os até Horma.

15-1 - Depois, falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

15-2 - Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando entrardes na terra das vossas habitações, que eu vos hei de dar,

15-3 - e ao SENHOR fizerdes oferta queimada, holocausto, ou sacrifício para lhe cumprir um voto, ou em oferta voluntária, ou nas vossas solenidades, para ao SENHOR fazer um cheiro suave de ovelhas ou vacas,

15-4 - então, aquele que oferecer a sua oferta ao SENHOR, por oferta de manjares, oferecerá uma décima de flor de farinha misturada com a quarta parte de um him de azeite.

15-5 - E de vinho para libação preparareis a quarta parte de um him, para holocausto ou para sacrifício por cordeiro;

15-6 - e para cada carneiro prepararás uma oferta de manjares de duas décimas de flor de farinha, misturada com a terça parte de um him de azeite.

15-7 - E de vinho para a libação oferecerás a terça parte de um him ao SENHOR, em cheiro suave.

15-8 - E, quando preparares novilho para holocausto ou sacrifício para cumprir um voto ou um sacrifício pacífico ao SENHOR,

15-9 - com o novilho oferecerás uma oferta de manjares de três décimas de flor de farinha, misturada com a metade de um him de azeite,

15-10 - e de vinho para a libação oferecerás a metade de um him, oferta queimada em cheiro suave ao SENHOR.

15-11 - Assim se fará com cada boi, ou com cada carneiro, ou com o gado miúdo dos cordeiros ou das cabras.

15-12 - Segundo o número que oferecerdes, assim o fareis com cada um, segundo o número deles.

15-13 - Todo o natural assim fará estas coisas, oferecendo oferta queimada em cheiro suave ao SENHOR.

15-14 - Quando também peregrinar convosco algum estrangeiro ou que estiver no meio de vós nas vossas gerações, e ele oferecer uma oferta queimada de cheiro suave ao SENHOR, como vós fizerdes, assim fará ele.

15-15 - Um mesmo estatuto haja para vós, ó congregação, e para o estrangeiro que entre vós peregrina, por estatuto perpétuo nas vossas gerações; como vós, assim será o peregrino perante o SENHOR.

15-16 - Uma mesma lei e um mesmo direito haverá para vós e para o estrangeiro que peregrina convosco.

15-17 - Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

15-18 - Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando entrardes na terra em que vos hei de meter,

15-19 - acontecerá que, quando comerdes do pão da terra, então, oferecereis ao SENHOR oferta alçada.

15-20 - Das primícias da vossa massa oferecereis um bolo em oferta alçada; como a oferta da eira, assim o oferecereis.

15-21 - Das primícias das vossas massas dareis ao SENHOR oferta alçada nas vossas gerações.

15-22 - E, quando vierdes a errar e não fizerdes todos estes mandamentos, que o SENHOR falou a Moisés,

15-23 - tudo quanto o SENHOR vos tem mandado por mão de Moisés, desde o dia que o SENHOR ordenou, e dali em diante, nas vossas gerações,

15-24 - será que, quando se fizer alguma coisa por erro, e for encoberto aos olhos da congregação, toda a congregação oferecerá um novilho para holocausto em cheiro suave ao SENHOR, com a sua oferta de manjares e libação conforme o estatuto, e um bode, para expiação do pecado.

15-25 - E o sacerdote fará propiciação por toda a congregação dos filhos de Israel, e lhes será perdoado; porquanto foi erro, e trouxeram a sua oferta, oferta queimada ao SENHOR, e a sua expiação do pecado perante o SENHOR, por causa do seu erro.

15-26 - Será, pois, perdoado a toda a congregação dos filhos de Israel, e mais ao estrangeiro que peregrina no meio deles, porquanto por erro sobreveio a todo o povo.

15-27 - E, se alguma alma pecar por erro, para expiação do pecado oferecerá uma cabra de um ano.

15-28 - E o sacerdote fará expiação pela alma que pecar, quando pecar por erro, perante o SENHOR, fazendo expiação por ela, e lhe será perdoado.

15-29 - Para o natural dos filhos de Israel e para o estrangeiro que no meio deles peregrina, uma mesma lei vos será, para aquele que isso fizer por erro.

15-30 - Mas a alma que fizer alguma coisa à mão levantada, quer seja dos naturais quer dos estrangeiros, injúria ao SENHOR; e tal alma será extirpada do meio do seu povo,

15-31 - pois desprezou a palavra do SENHOR e anulou o seu mandamento; totalmente será extirpada aquela alma, e a sua iniqüidade será sobre ela.

15-32 - Estando, pois, os filhos de Israel no deserto, acharam um homem apanhando lenha no dia de sábado.

15-33 - E os que o acharam apanhando lenha o trouxeram a Moisés e a Arão, e a toda a congregação.

15-34 - E o puseram em guarda; porquanto ainda não estava declarado o que se lhe devia fazer.

15-35 - Disse, pois, o SENHOR a Moisés: Certamente morrerá o tal homem; toda a congregação com pedras o apedrejará fora do arraial.

15-36 - Então, toda a congregação o tirou para fora do arraial, e com pedras o apedrejaram, e morreu, como o SENHOR ordenara a Moisés.

15-37 - E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

15-38 - Fala aos filhos de Israel e dize-lhes que nas bordas das suas vestes façam franjas, pelas suas gerações; e nas franjas das bordas porão um cordão azul.

15-39 - E nas franjas vos estará, para que o vejais, e vos lembreis de todos os mandamentos do SENHOR, e os façais; e não seguireis após o vosso coração, nem após os vossos olhos, após os quais andais adulterando.

15-40 - Para que vos lembreis de todos os meus mandamentos, e os façais, e santos sejais a vosso Deus.

15-41 - Eu sou o SENHOR, vosso Deus, que vos tirei da terra do Egito, para vos ser por Deus; eu sou o SENHOR, vosso Deus.

16-1 - E Corá, filho de Izar, filho de Coate, filho de Levi, tomou consigo a Datã e a Abirão, filhos de Eliabe, e a Om, filho de Pelete, filhos de Rúben,

16-2 - e levantaram-se perante Moisés com duzentos e cinqüenta homens dos filhos de Israel, maiorais da congregação, chamados ao ajuntamento, varões de nome.

16-3 - E se congregaram contra Moisés e contra Arão e lhes disseram: Demais é já; pois que toda a congregação é santa, todos eles são santos, e o SENHOR está no meio deles; por que, pois, vos elevais sobre a congregação do SENHOR?

16-4 - Como Moisés isto ouviu, caiu sobre o seu rosto

16-5 - e falou a Corá e a toda a sua congregação, dizendo: Amanhã pela manhã o SENHOR fará saber quem é seu e quem o santo que ele fará chegar a si; e aquele a quem escolher fará chegar a si.

16-6 - Fazei isto: Tomai vós incensários, Corá e toda a sua congregação;

16-7 - e, pondo fogo neles amanhã, sobre eles deitai incenso perante o SENHOR; e será que o homem a quem o SENHOR escolher, este será o santo; baste-vos, filhos de Levi.

16-8 - Disse mais Moisés a Corá: Ouvi, agora, filhos de Levi:

16-9 - Porventura, pouco para vós é que o Deus de Israel vos separou da congregação de Israel para vos fazer chegar a si, a administrar o ministério do tabernáculo do SENHOR e estar perante a congregação para ministrar-lhe;

16-10 - e te fez chegar e todos os teus irmãos, os filhos de Levi, contigo; ainda também procurais o sacerdócio?

16-11 - Pelo que tu e toda a tua congregação congregados estais contra o SENHOR; e Arão, que é ele, que murmurais contra ele?

16-12 - E Moisés enviou a chamar a Datã e a Abirão, filhos de Eliabe; porém eles disseram: Não subiremos;

16-13 - porventura, pouco é que nos fizeste subir de uma terra que mana leite e mel, para nos matares neste deserto, senão que também totalmente te assenhoreias de nós?

16-14 - Nem tampouco nos trouxeste a uma terra que mana leite e mel, nem nos deste campos e vinhas em herança; porventura, arrancarás os olhos a estes homens? Não subiremos.

16-15 - Então, Moisés irou-se muito e disse ao SENHOR: Não atentes para a sua oferta; nem um só jumento tomei deles nem a nenhum deles fiz mal.

16-16 - Disse mais Moisés a Corá: Tu e toda a tua congregação, ponde-vos perante o SENHOR, tu, e eles, e Arão, amanhã.

16-17 - E tomai cada um o seu incensário e neles ponde incenso; e trazei cada um o seu incensário perante o SENHOR, duzentos e cinqüenta incensários; também tu e Arão, cada qual o seu incensário.

16-18 - Tomaram, pois, cada qual o seu incensário, e neles puseram fogo, e neles deitaram incenso, e se puseram perante a porta da tenda da congregação com Moisés e Arão.

16-19 - E Corá fez ajuntar contra eles toda a congregação à porta da tenda da congregação; então, a glória do SENHOR apareceu a toda a congregação.

16-20 - E falou o SENHOR a Moisés e a Arão, dizendo:

16-21 - Apartai-vos do meio desta congregação, e os consumirei como num momento.

16-22 - Mas eles se prostraram sobre os seus rostos, e disseram: Ó Deus, Deus dos espíritos de toda carne, pecará um só homem, e indignar-te-ás tu tanto contra toda esta congregação?

16-23 - E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

16-24 - Fala a toda esta congregação, dizendo: Levantai-vos do redor da habitação de Corá, Datã e Abirão.

16-25 - Então, Moisés levantou-se e foi a Datã e a Abirão; e após ele foram os anciãos de Israel.

16-26 - E falou à congregação, dizendo: Desviai-vos, peço-vos, das tendas destes ímpios homens e não toqueis nada do que é seu, para que, porventura, não pereçais em todos os seus pecados.

16-27 - Levantaram-se, pois, do redor da habitação de Corá, Datã e Abirão. E Datã e Abirão saíram e se puseram à porta das suas tendas, juntamente com as suas mulheres, e seus filhos, e suas crianças.

16-28 - Então, disse Moisés: Nisto conhecereis que o SENHOR me enviou a fazer todos estes feitos, que de meu coração não procedem.

16-29 - Se estes morrerem como morrem todos os homens e se forem visitados como se visitam todos os homens, então, o SENHOR me não enviou.

16-30 - Mas, se o SENHOR criar alguma coisa nova, e a terra abrir a sua boca e os tragar com tudo o que é seu, e vivos descerem ao sepulcro, então, conhecereis que estes homens irritaram ao SENHOR.

16-31 - E aconteceu que, acabando ele de falar todas estas palavras, a terra que estava debaixo deles se fendeu.

16-32 - E a terra abriu a sua boca e os tragou com as suas casas, como também a todos os homens que pertenciam a Corá e a toda a sua fazenda.

16-33 - E eles e tudo o que era seu desceram vivos ao sepulcro, e a terra os cobriu, e pereceram do meio da congregação.

16-34 - E todo o Israel, que estava ao redor deles, fugiu do clamor deles; porque diziam: Para que, porventura, também nos não trague a terra a nós.

16-35 - Então, saiu fogo do SENHOR e consumiu os duzentos e cinqüenta homens que ofereciam o incenso.

16-36 - E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

16-37 - Dize a Eleazar, filho de Arão, o sacerdote, que tome os incensários do meio do incêndio e espalhe o fogo longe, porque santos são;

16-38 - quanto aos incensários daqueles que pecaram contra a sua alma, deles se façam folhas estendidas para cobertura do altar; porquanto os trouxeram perante o SENHOR; pelo que santos são e serão por sinal aos filhos de Israel.

16-39 - E Eleazar, o sacerdote, tomou os incensários de metal, que trouxeram aqueles que foram queimados, e os estenderam para cobertura do altar,

16-40 - por memorial para os filhos de Israel, para que nenhum estranho, que não for da semente de Arão, se chegue para acender incenso perante o SENHOR; para que não seja como Corá e a sua congregação, como o SENHOR lhe tinha dito pela boca de Moisés.

16-41 - Mas, no dia seguinte, toda a congregação dos filhos de Israel murmurou contra Moisés e contra Arão, dizendo: Vós matastes o povo do SENHOR.

16-42 - E aconteceu que, ajuntando-se a congregação contra Moisés e Arão e virando-se para a tenda da congregação, eis que a nuvem a cobriu, e a glória do SENHOR apareceu.

16-43 - Vieram, pois, Moisés e Arão perante a tenda da congregação.

16-44 - Então, falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

16-45 - Levantai-vos do meio desta congregação, e a consumirei como num momento; então, se prostraram sobre o seu rosto,

16-46 - e disse Moisés a Arão: Toma o teu incensário, e põe nele fogo do altar, e deita incenso sobre ele, e vai depressa à congregação, e faze expiação por eles; porque grande indignação saiu de diante do SENHOR; já começou a praga.

16-47 - E tomou-o Arão, como Moisés tinha falado, e correu ao meio da congregação; e eis que já a praga havia começado entre o povo; e deitou incenso nele e fez expiação pelo povo.

16-48 - E estava em pé entre os mortos e os vivos; e cessou a praga.

16-49 - E os que morreram daquela praga foram catorze mil e setecentos, fora os que morreram por causa de Corá.

16-50 - E voltou Arão a Moisés à porta da tenda da congregação; e cessou a praga.

17-1 - Então, falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

17-2 - Fala aos filhos de Israel e toma deles uma vara para cada casa paterna de todos os seus príncipes, segundo as casas de seus pais, doze varas; e escreverás o nome de cada um sobre a sua vara.

17-3 - Porém o nome de Arão escreverás sobre a vara de Levi; porque cada cabeça da casa de seus pais terá uma vara.

17-4 - E as porás na tenda da congregação, perante o Testemunho, onde eu virei a vós.

17-5 - E será que a vara do homem que eu tiver escolhido florescerá; assim, farei cessar as murmurações dos filhos de Israel contra mim, com que murmuram contra vós.

17-6 - Falou, pois, Moisés aos filhos de Israel; e todos os seus maiorais deram-lhe, cada um, uma vara, para cada maioral uma vara, segundo as casas de seus pais, doze varas; e a vara de Arão estava entre as suas varas.

17-7 - E Moisés pôs estas varas perante o SENHOR na tenda do Testemunho.

17-8 - Sucedeu, pois, que no dia seguinte Moisés entrou na tenda do Testemunho, e eis que a vara de Arão, pela casa de Levi, florescia; porque produzira flores, e brotara renovos, e dera amêndoas.

17-9 - Então, Moisés trouxe todas as varas de diante do SENHOR a todos os filhos de Israel; e eles o viram e tomaram cada um a sua vara.

17-10 - Então, o SENHOR disse a Moisés: Torna a pôr a vara de Arão perante o Testemunho, para que se guarde por sinal para os filhos rebeldes; assim, farás acabar as suas murmurações contra mim, e não morrerão.

17-11 - E Moisés fez assim; como lhe ordenara o SENHOR, assim fez.

17-12 - Então, falaram os filhos de Israel a Moisés, dizendo: Eis aqui, nós expiramos, perecemos, nós perecemos todos.

17-13 - Todo aquele que se aproximar do tabernáculo do SENHOR, morrerá; seremos, pois, todos consumidos?

18-1 - Então, disse o SENHOR a Arão: Tu, e teus filhos, e a casa de teu pai contigo, levareis sobre vós a iniqüidade do santuário; e tu e teus filhos contigo levareis sobre vós a iniqüidade do vosso sacerdócio.

18-2 - E também farás chegar contigo a teus irmãos, a tribo de Levi, a tribo de teu pai, para que se ajuntem a ti e te sirvam; mas tu e teus filhos contigo estareis perante a tenda do Testemunho.

18-3 - E eles farão a tua guarda, a guarda de toda a tenda; mas não se chegarão aos utensílios do santuário e ao altar, para que não morram, tanto eles como vós.

18-4 - Mas se ajuntarão a ti e farão a guarda da tenda da congregação em todo o ministério da tenda; e o estranho não se chegará a vós.

18-5 - Vós, pois, fareis a guarda do santuário e a guarda do altar, para que não haja outra vez furor sobre os filhos de Israel.

18-6 - E eu, eis que tenho tomado vossos irmãos, os levitas, do meio dos filhos de Israel; a vós são dados em dádiva pelo SENHOR, para administrar o ministério da tenda da congregação.

18-7 - Mas tu e teus filhos contigo guardareis o vosso sacerdócio em todo o negócio do altar, e no que estiver dentro do véu, isto administrareis; eu vos tenho dado o vosso sacerdócio em dádiva ministerial, e o estranho que se chegar morrerá.

18-8 - Disse mais o SENHOR a Arão: E eu, eis que te tenho dado a guarda das minhas ofertas alçadas, com todas as coisas santas dos filhos de Israel; por causa da unção as tenho dado a ti e a teus filhos por estatuto perpétuo.

18-9 - Isto terás das coisas santíssimas do fogo: todas as suas ofertas, com todas as suas ofertas de manjares, e com todas as suas expiações do pecado, e com todas as suas expiações da culpa, que me restituírem; elas serão coisas santíssimas para ti e para teus filhos.

18-10 - No lugar santíssimo o comerás; todo varão o comerá; santidade será para ti.

18-11 - Também isto será teu: a oferta alçada dos seus dons com todas as ofertas movidas dos filhos de Israel; a ti, a teus filhos, e a tuas filhas contigo, as tenho dado por estatuto perpétuo; todo o que estiver limpo na tua casa as comerá.

18-12 - Todo o melhor do azeite e todo o melhor do mosto e do grão, as suas primícias que derem ao SENHOR, as tenho dado a ti.

18-13 - Os primeiros frutos de tudo que houver na terra, que trouxerem ao SENHOR, serão teus; todo o que estiver limpo na tua casa os comerá.

18-14 - Toda coisa consagrada em Israel será tua.

18-15 - Tudo o que abrir a madre, de toda a carne que trouxerem ao SENHOR, tanto de homens como de animais, será teu; porém os primogênitos dos homens resgatarás; também os primogênitos dos animais imundos resgatarás.

18-16 - Os que, pois, deles se houverem de resgatar resgatarás, da idade de um mês, segundo a tua avaliação, por cinco siclos de dinheiro, segundo o siclo do santuário, que é de vinte geras.

18-17 - Mas o primogênito de vaca, ou primogênito de ovelha, ou primogênito de cabra não resgatarás; santos são; o seu sangue espargirás sobre o altar, e a sua gordura queimarás em oferta queimada de cheiro suave ao SENHOR.

18-18 - E a carne deles será tua, assim como será teu o peito do movimento e o ombro direito.

18-19 - Todas as ofertas alçadas das santidades, que os filhos de Israel oferecerem ao SENHOR, tenho dado a ti, e a teus filhos, e a tuas filhas contigo, por estatuto perpétuo; concerto perpétuo de sal perante o SENHOR é, para ti e para a tua semente contigo.

18-20 - Disse também o SENHOR a Arão: Na sua terra possessão nenhuma terás, e no meio deles nenhuma parte terás; eu sou a tua parte e a tua herança no meio dos filhos de Israel.

18-21 - E eis que aos filhos de Levi tenho dado todos os dízimos em Israel por herança, pelo seu ministério que exercem, o ministério da tenda da congregação.

18-22 - E nunca mais os filhos de Israel se chegarão à tenda da congregação, para que não levem sobre si o pecado e morram.

18-23 - Mas os levitas administrarão o ministério da tenda da congregação e eles levarão sobre si a sua iniqüidade; pelas vossas gerações estatuto perpétuo será; e no meio dos filhos de Israel nenhuma herança herdarão.

18-24 - Porque os dízimos dos filhos de Israel, que oferecerem ao SENHOR em oferta alçada, tenho dado por herança aos levitas; porquanto eu lhes disse: No meio dos filhos de Israel nenhuma herança herdareis.

18-25 - E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

18-26 - Também falarás aos levitas e dir-lhes-ás: Quando receberdes os dízimos dos filhos de Israel, que eu deles vos tenho dado em vossa herança, deles oferecereis uma oferta alçada ao SENHOR: o dízimo dos dízimos.

18-27 - E contar-se-vos-á a vossa oferta alçada como grão da eira e como plenitude do lagar.

18-28 - Assim também oferecereis ao SENHOR uma oferta alçada de todos os vossos dízimos, que receberdes dos filhos de Israel, e deles dareis a oferta alçada do SENHOR a Arão, o sacerdote.

18-29 - De todos os vossos dons oferecereis toda oferta alçada do SENHOR; do melhor deles, a sua santa parte.

18-30 - Dir-lhes-ás, pois: Quando oferecerdes o melhor deles, como novidade da eira e como novidade do lagar, se contará aos levitas.

18-31 - E o comereis em todo lugar, vós e a vossa casa, porque vosso galardão é pelo vosso ministério na tenda da congregação.

18-32 - Pelo que não levareis sobre vós o pecado, quando deles oferecerdes o melhor; e não profanareis as coisas santas dos filhos de Israel, para que não morrais.

19-1 - Falou mais o SENHOR a Moisés e a Arão, dizendo:

19-2 - Este é o estatuto da lei, que o SENHOR ordenou, dizendo: Dize aos filhos de Israel que te tragam uma bezerra ruiva sem defeito, que não tenha mancha, e sobre que não subiu jugo.

19-3 - E a dareis a Eleazar, o sacerdote; e a tirará fora do arraial, e se degolará diante dele.

19-4 - E Eleazar, o sacerdote, tomará do seu sangue com o dedo e dele espargirá para a frente da tenda da congregação sete vezes.

19-5 - Então, queimará a bezerra perante os seus olhos; o seu couro, e a sua carne, e o seu sangue, com o seu esterco se queimará.

19-6 - E o sacerdote tomará um pedaço de madeira de cedro, e hissopo, e carmesim, e os lançará no meio do incêndio da bezerra.

19-7 - Então, o sacerdote lavará as suas vestes, e banhará a sua carne em água, e, depois, entrará no arraial, e o sacerdote será imundo até à tarde.

19-8 - Também o que a queimou lavará as suas vestes com água, e em água banhará a sua carne, e imundo será até à tarde.

19-9 - E um homem limpo ajuntará a cinza da bezerra e a porá fora do arraial, num lugar limpo, e estará ela em guarda para a congregação dos filhos de Israel, para a água da separação; expiação é.

19-10 - E o que apanhou a cinza da bezerra lavará as suas vestes e será imundo até à tarde; isto será por estatuto perpétuo aos filhos de Israel e ao estrangeiro que peregrina no meio deles.

19-11 - Aquele que tocar a algum morto, cadáver de algum homem, imundo será sete dias.

19-12 - Ao terceiro dia, se purificará com a água e, ao sétimo dia, será limpo; mas, se ao terceiro dia se não purificar, não será limpo ao sétimo dia.

19-13 - Todo aquele que tocar a algum morto, cadáver de algum homem que estiver morto, e não se purificar, contamina o tabernáculo do SENHOR; e aquela alma será extirpada de Israel; porque a água da separação não foi espargida sobre ele, imundo será; está nele ainda a sua imundícia.

19-14 - Esta é a lei, quando morrer algum homem em alguma tenda: todo aquele que entrar naquela tenda e todo aquele que estiver naquela tenda será imundo sete dias.

19-15 - Também todo o vaso aberto, sobre que não houver pano atado, será imundo.

19-16 - E todo aquele que sobre a face do campo tocar a algum que for morto pela espada, ou outro morto, ou aos ossos de algum homem, ou a uma sepultura, será imundo sete dias.

19-17 - Para um imundo, pois, tomarão do pó da queima da expiação e sobre ele porão água viva num vaso.

19-18 - E um homem limpo tomará hissopo, e o molhará naquela água, e a espargirá sobre aquela tenda, e sobre todo fato, e sobre as almas que ali estiverem, como também sobre aquele que tocar os ossos, ou a algum que foi morto, ou que faleceu, ou uma sepultura.

19-19 - E o limpo, ao terceiro e sétimo dias, espargirá sobre o imundo; e, ao sétimo dia, o purificará; e lavará as suas vestes, e se banhará na água, e à tarde será limpo.

19-20 - Porém o que for imundo e se não purificar, a tal alma do meio da congregação será extirpada; porquanto contaminou o santuário do SENHOR; a água da separação sobre ele não foi espargida; imundo é.

19-21 - Isto lhes será por estatuto perpétuo; e o que espargir a água da separação lavará as suas vestes; e o que tocar a água da separação será imundo até à tarde.

19-22 - E tudo o que o imundo tocar também será imundo; e a alma que o tocar será imunda até à tarde.

20-1 - Chegando os filhos de Israel, toda a congregação, ao deserto de Zim, no mês primeiro, o povo ficou em Cades; e Miriã morreu ali e ali foi sepultada.

20-2 - E não havia água para a congregação; então, se congregaram contra Moisés e contra Arão.

20-3 - E o povo contendeu com Moisés, e falaram, dizendo: Antes tivéssemos expirado quando expiraram nossos irmãos perante o SENHOR!

20-4 - E por que trouxestes a congregação do SENHOR a este deserto, para que morramos ali, nós e os nossos animais?

20-5 - E por que nos fizestes subir do Egito, para nos trazer a este lugar mau? Lugar não de semente, nem de figos, nem de vides, nem de romãs, nem de água para beber.

20-6 - Então, Moisés e Arão se foram de diante da congregação, à porta da tenda da congregação e se lançaram sobre o seu rosto; e a glória do SENHOR lhes apareceu.

20-7 - E o SENHOR falou a Moisés, dizendo:

20-8 - Toma a vara e ajunta a congregação, tu e Arão, teu irmão, e falai à rocha perante os seus olhos, e dará a sua água; assim, lhes tirarás água da rocha e darás a beber à congregação e aos seus animais.

20-9 - Então, Moisés tomou a vara de diante do SENHOR, como lhe tinha ordenado.

20-10 - E Moisés e Arão reuniram a congregação diante da rocha, e Moisés disse-lhes: Ouvi agora, rebeldes: porventura, tiraremos água desta rocha para vós?

20-11 - Então, Moisés levantou a sua mão e feriu a rocha duas vezes com a sua vara, e saíram muitas águas; e bebeu a congregação e os seus animais.

20-12 - E o SENHOR disse a Moisés e a Arão: Porquanto não me crestes a mim, para me santificar diante dos filhos de Israel, por isso não metereis esta congregação na terra que lhes tenho dado.

20-13 - Estas são as águas de Meribá, porque os filhos de Israel contenderam com o SENHOR; e o SENHOR se santificou neles.

20-14 - Depois, Moisés desde Cades mandou mensageiros ao rei de Edom, dizendo: Assim diz teu irmão Israel: Sabes todo o trabalho que nos sobreveio;

20-15 - como nossos pais desceram ao Egito, e nós no Egito habitamos muitos dias; e como os egípcios nos maltrataram, a nós e a nossos pais;

20-16 - e clamamos ao SENHOR, e ele ouviu a nossa voz, e mandou um anjo, e nos tirou do Egito; e eis que estamos em Cades, cidade na extremidade dos teus termos.

20-17 - Deixa-nos, pois, passar pela tua terra; não passaremos pelo campo, nem pelas vinhas, nem beberemos a água dos poços; iremos pela estrada real; não nos desviaremos para a direita nem para a esquerda, até que passemos pelos teus termos.

20-18 - Porém Edom lhe disse: Não passarás por mim, para que, porventura, eu não saia à espada ao teu encontro.

20-19 - Então, os filhos de Israel lhe disseram: Subiremos pelo caminho igualado, e, se eu e o meu gado bebermos das tuas águas, darei o preço delas; sem fazer alguma outra coisa, deixa-me somente passar a pé.

20-20 - Porém ele disse: Não passarás. E saiu-lhe Edom ao encontro com muita gente e com mão forte.

20-21 - Assim, recusou Edom deixar passar a Israel pelo seu termo; pelo que Israel se desviou dele.

20-22 - Então, partiram de Cades; e os filhos de Israel, toda a congregação, vieram ao monte Hor.

20-23 - E falou o SENHOR a Moisés e a Arão no monte Hor, nos termos da terra de Edom, dizendo:

20-24 - Arão recolhido será a seu povo, porque não entrará na terra que tenho dado aos filhos de Israel, porquanto rebeldes fostes à minha palavra, nas águas de Meribá.

20-25 - Toma a Arão e a Eleazar, seu filho, e faze-os subir ao monte Hor.

20-26 - E despe a Arão as suas vestes e veste-as a Eleazar, seu filho, porque Arão será recolhido e morrerá ali.

20-27 - Fez, pois, Moisés como o SENHOR lhe ordenara; porque subiram ao monte Hor perante os olhos de toda a congregação.

20-28 - E Moisés despiu a Arão as vestes e as vestiu a Eleazar, seu filho; e morreu Arão ali sobre o cume do monte; e desceram Moisés e Eleazar do monte.

20-29 - Vendo, pois, toda a congregação que Arão era morto, choraram a Arão trinta dias, isto é, toda a casa de Israel.

21-1 - Ouvindo o cananeu, o rei de Arade, que habitava para a banda do sul, que Israel vinha pelo caminho dos espias, pelejou contra Israel e dele levou alguns deles por prisioneiros.

21-2 - Então, Israel fez um voto ao SENHOR, dizendo: Se totalmente entregares este povo na minha mão, destruirei totalmente as suas cidades.

21-3 - O SENHOR, pois, ouviu a voz de Israel e entregou os cananeus, que foram destruídos totalmente, eles e as suas cidades; e o nome daquele lugar chamou Horma.

21-4 - Então, partiram do monte Hor, pelo caminho do mar Vermelho, a rodear a terra de Edom; porém a alma do povo angustiou-se neste caminho.

21-5 - E o povo falou contra Deus e contra Moisés: Por que nos fizestes subir do Egito, para que morrêssemos neste deserto? Pois, aqui, nem pão nem água há; e a nossa alma tem fastio deste pão tão vil.

21-6 - Então, o SENHOR mandou entre o povo serpentes ardentes, que morderam o povo; e morreu muito povo de Israel.

21-7 - Pelo que o povo veio a Moisés e disse: Havemos pecado, porquanto temos falado contra o SENHOR e contra ti; ora ao SENHOR que tire de nós estas serpentes. Então, Moisés orou pelo povo.

21-8 - E disse o SENHOR a Moisés: Faze uma serpente ardente e põe-na sobre uma haste; e será que viverá todo mordido que olhar para ela.

21-9 - E Moisés fez uma serpente de metal e pô-la sobre uma haste; e era que, mordendo alguma serpente a alguém, olhava para a serpente de metal e ficava vivo.

21-10 - Então, os filhos de Israel partiram e alojaram-se em Obote.

21-11 - Depois, partiram de Obote e alojaram-se nos outeiros de Abarim, no deserto que está defronte de Moabe, ao nascente do sol.

21-12 - Dali, partiram e alojaram-se junto ao ribeiro de Zerede.

21-13 - E, dali, partiram e alojaram-se desta banda de Arnom, que está no deserto e sai dos termos dos amorreus; porque Arnom é o termo de Moabe, entre Moabe e os amorreus.

21-14 - Pelo que se diz no livro das Guerras do SENHOR: Contra Vaebe em Sufa, e contra os ribeiros de Arnom,

21-15 - e contra a corrente dos ribeiros que se volve para a situação de Ar e se encosta aos termos de Moabe.

21-16 - E, dali, partiram para Beer; este é o poço do qual o SENHOR disse a Moisés: Ajunta o povo, e lhe darei água

21-17 - ( Então, Israel cantou este cântico: Sobe, poço, e vós, cantai dele:

21-18 - Tu, poço, que cavaram os príncipes, que escavaram os nobres do povo e o legislador com os seus bordões. ). E, do deserto, partiram para Matana;

21-19 - e, de Matana, para Naaliel; e, de Naaliel, para Bamote.

21-20 - E, de Bamote, partiram para o vale que está no campo de Moabe, no cume de Pisga, à vista do deserto.

21-21 - Então, Israel mandou mensageiros a Seom, rei dos amorreus, dizendo:

21-22 - Deixa-me passar pela tua terra; não nos desviaremos pelos campos nem pelas vinhas, e as águas dos poços não beberemos; iremos pela estrada real até que passemos os teus termos.

21-23 - Porém Seom não deixou passar a Israel pelos seus termos; antes, Seom congregou todo o seu povo, e saiu ao encontro de Israel ao deserto, e veio a Jaza, e pelejou contra Israel.

21-24 - Mas Israel o feriu a fio de espada e tomou a sua terra em possessão, desde Arnom até Jaboque, até aos filhos de Amom; porquanto o termo dos filhos de Amom era firme.

21-25 - Assim, Israel tomou todas estas cidades; e Israel habitou em todas as cidades dos amorreus, em Hesbom e em todas as suas aldeias.

21-26 - Porque Hesbom era cidade de Seom, rei dos amorreus, que tinha pelejado contra o precedente rei dos moabitas e tinha tomado da sua mão toda a sua terra até Arnom.

21-27 - Pelo que dizem os que falam em provérbios: Vinde a Hesbom; edifique-se e fortifique-se a cidade de Seom.

21-28 - Porque fogo saiu de Hesbom, e uma chama, da cidade de Seom; e consumiu a Ar dos moabitas e aos senhores dos altos de Arnom.

21-29 - Ai de ti, Moabe! Perdido és, povo de Quemos! Entregou seus filhos, que iam fugindo, e suas filhas, como cativas a Seom, rei dos amorreus.

21-30 - E nós os derribamos; Hesbom perdida é até Dibom, e os assolamos até Nofa, que se estende até Medeba.

21-31 - Assim, Israel habitou na terra dos amorreus.

21-32 - Depois, mandou Moisés espiar a Jazer, e tomaram as suas aldeias e daquela possessão lançaram os amorreus que estavam ali.

21-33 - Então, viraram-se e subiram o caminho de Basã; e Ogue, rei de Basã, saiu contra eles, e todo o seu povo, à peleja em Edrei.

21-34 - E disse o SENHOR a Moisés: Não o temas, porque eu to tenho dado na tua mão, a ele, e a todo o seu povo, e a sua terra, e far-lhe-ás como fizeste a Seom, rei dos amorreus, que habitava em Hesbom.

21-35 - E de tal maneira o feriram, a ele, e a seus filhos, e a todo o seu povo, que nenhum deles escapou; e tomaram a sua terra em possessão.

22-1 - Depois, partiram os filhos de Israel e acamparam-se nas campinas de Moabe, desta banda do Jordão, de Jericó.

22-2 - Viu, pois, Balaque, filho de Zipor, tudo o que Israel fizera aos amorreus.

22-3 - E Moabe temeu muito diante deste povo, porque era muito; e Moabe andava angustiado por causa dos filhos de Israel.

22-4 - Pelo que Moabe disse aos anciãos dos midianitas: Agora lamberá esta congregação tudo quanto houver ao redor de nós, como o boi lambe a erva do campo. Naquele tempo, Balaque, filho de Zipor, era rei dos moabitas.

22-5 - Este enviou mensageiros a Balaão, filho de Beor, a Petor, que está junto ao rio, na terra dos filhos do seu povo, a chamá-lo, dizendo: Eis que um povo saiu do Egito; eis que cobre a face da terra e parado está defronte de mim.

22-6 - Vem, pois, agora, rogo-te, amaldiçoa-me este povo, pois mais poderoso é do que eu; para ver se o poderei ferir e o lançarei fora da terra; porque eu sei que a quem tu abençoares será abençoado e a quem tu amaldiçoares será amaldiçoado.

22-7 - Então, foram-se os anciãos dos moabitas e os anciãos dos midianitas com o preço dos encantamentos nas mãos; e chegaram a Balaão e lhe disseram as palavras de Balaque.

22-8 - E ele lhes disse: Passai aqui esta noite, e vos trarei a resposta, como o SENHOR me falar; então, os príncipes dos moabitas ficaram com Balaão.

22-9 - E veio Deus a Balaão e disse: Quem são estes homens que estão contigo?

22-10 - E Balaão disse a Deus: Balaque, filho de Zipor, rei dos moabitas, mos enviou, dizendo:

22-11 - Eis que o povo que saiu do Egito cobriu a face da terra; vem, agora, amaldiçoa-mo; porventura, poderei pelejar contra ele e o lançarei fora.

22-12 - Então, disse Deus a Balaão: Não irás com eles, nem amaldiçoarás a este povo, porquanto bendito é.

22-13 - Então, Balaão levantou-se pela manhã e disse aos príncipes de Balaque: Ide à vossa terra, porque o SENHOR recusa deixar-me ir convosco.

22-14 - E levantaram-se os príncipes dos moabitas, e vieram a Balaque, e disseram: Balaão recusou vir conosco.

22-15 - Porém Balaque prosseguiu ainda em enviar mais príncipes e mais honrados do que aqueles,

22-16 - os quais vieram a Balaão e lhe disseram: Assim diz Balaque, filho de Zipor: Rogo-te que não te demores em vir a mim,

22-17 - porque grandemente te honrarei e farei tudo o que me disseres; vem, pois, rogo-te, amaldiçoa-me este povo.

22-18 - Então, Balaão respondeu e disse aos servos de Balaque: Ainda que Balaque me desse a sua casa cheia de prata e de ouro, eu não poderia traspassar o mandado do SENHOR, meu Deus, para fazer coisa pequena ou grande;

22-19 - agora, pois, rogo-vos que também aqui fiqueis esta noite, para que eu saiba o que o SENHOR me dirá mais.

22-20 - Veio, pois, o Senhor a Balaão, de noite, e disse-lhe: Se aqueles homens te vieram chamar, levanta-te, vai com eles; todavia, farás o que eu te disser.

22-21 - Então, Balaão levantou-se pela manhã, e albardou a sua jumenta, e foi-se com os príncipes de Moabe.

22-22 - E a ira de Deus acendeu-se, porque ele se ia; e o Anjo do SENHOR pôs-se-lhe no caminho por adversário; e ele ia caminhando, montado na sua jumenta, e dois de seus moços com ele.

22-23 - Viu, pois, a jumenta o Anjo do SENHOR que estava no caminho, com a sua espada desembainhada na mão; pelo que desviou-se a jumenta do caminho e foi-se pelo campo; então, Balaão espancou a jumenta para fazê-la tornar ao caminho.

22-24 - Mas o Anjo do SENHOR pôs-se numa vereda de vinhas, havendo uma parede desta banda e uma parede da outra.

22-25 - Vendo, pois, a jumenta o Anjo do SENHOR, apertou-se contra a parede e apertou contra a parede o pé de Balaão; pelo que tornou a espancá-la.

22-26 - Então, o Anjo do SENHOR passou mais adiante e pôs-se num lugar estreito, onde não havia caminho para se desviar nem para a direita nem para a esquerda.

22-27 - E, vendo a jumenta o Anjo do SENHOR, deitou-se debaixo de Balaão; e a ira de Balaão acendeu-se, e espancou a jumenta com o bordão.

22-28 - Então, o SENHOR abriu a boca da jumenta, a qual disse a Balaão: Que te fiz eu, que me espancaste estas três vezes?

22-29 - E Balaão disse à jumenta: Porque zombaste de mim; tomara que tivera eu uma espada na mão, porque agora te mataria.

22-30 - E a jumenta disse a Balaão: Porventura, não sou a tua jumenta, em que cavalgaste desde o tempo que eu fui tua até hoje? Costumei eu alguma vez fazer assim contigo? E ele respondeu: Não.

22-31 - Então, o SENHOR abriu os olhos a Balaão, e ele viu o Anjo do SENHOR, que estava no caminho, e a sua espada desembainhada na mão; pelo que inclinou a cabeça e prostrou-se sobre a sua face.

22-32 - Então, o Anjo do SENHOR lhe disse: Por que já três vezes espancaste a tua jumenta? Eis que eu saí para ser teu adversário, porquanto o teu caminho é perverso diante de mim;

22-33 - porém a jumenta me viu e já três vezes se desviou de diante de mim; se ela se não desviara de diante de mim, na verdade que eu agora te mataria e a ela deixaria com vida.

22-34 - Então, Balaão disse ao Anjo do SENHOR: Pequei, que não soube que estavas neste caminho para te opores a mim; e, agora, se parece mal aos teus olhos, tornar-me-ei.

22-35 - E disse o Anjo do SENHOR a Balaão: Vai-te com estes homens, mas somente a palavra que eu falar a ti, esta falarás. Assim, Balaão foi-se com os príncipes de Balaque.

22-36 - Ouvindo, pois, Balaque que Balaão vinha, saiu-lhe ao encontro até à cidade de Moabe, que está no termo de Arnom, na extremidade do termo dele.

22-37 - E Balaque disse a Balaão: Porventura, não enviei diligentemente a chamar-te? Por que não vieste a mim? Não posso eu na verdade honrar-te?

22-38 - Então, Balaão disse a Balaque: Eis que eu tenho vindo a ti; porventura, poderei eu agora de alguma forma falar alguma coisa? A palavra que Deus puser na minha boca, esta falarei.

22-39 - E Balaão foi com Balaque, e vieram a Quiriate-Huzote.

22-40 - Então, Balaque matou bois e ovelhas; e deles enviou a Balaão e aos príncipes que estavam com ele.

22-41 - E sucedeu que, pela manhã, Balaque tomou a Balaão e o fez subir aos altos de Baal. E viu Balaão dali a última parte do povo.

23-1 - Então, Balaão disse a Balaque: Edifica-me aqui sete altares e prepara-me aqui sete bezerros e sete carneiros.

23-2 - Fez, pois, Balaque como Balaão dissera; e Balaque e Balaão ofereceram um bezerro e um carneiro sobre cada altar.

23-3 - Então, Balaão disse a Balaque: Fica-te ao pé do teu holocausto, e eu irei; porventura, o SENHOR me sairá ao encontro, e o que me mostrar te notificarei. Então, foi a um alto.

23-4 - E, encontrando-se Deus com Balaão, lhe disse este: Preparei sete altares e ofereci um bezerro e um carneiro sobre cada altar.

23-5 - Então, o SENHOR pôs a palavra na boca de Balaão e disse: Torna para Balaque e fala assim.

23-6 - E, tornando para ele, eis que estava ao pé do seu holocausto, ele e todos os príncipes dos moabitas.

23-7 - Então, alçou a sua parábola e disse: De Arã me mandou trazer Balaque, rei dos moabitas, das montanhas do oriente, dizendo: Vem, amaldiçoa-me a Jacó; e vem, detesta a Israel.

23-8 - Como amaldiçoarei o que Deus não amaldiçoa? E como detestarei, quando o SENHOR não detesta?

23-9 - Porque do cume das penhas o vejo e dos outeiros o contemplo: eis que este povo habitará só e entre as nações não será contado.

23-10 - Quem contará o pó de Jacó e o número da quarta parte de Israel? A minha alma morra da morte dos justos, e seja o meu fim como o seu.

23-11 - Então, disse Balaque a Balaão: Que me fizeste? Chamei-te para amaldiçoar os meus inimigos, mas eis que inteiramente os abençoaste.

23-12 - E ele respondeu e disse: Porventura, não terei cuidado de falar o que o SENHOR pôs na minha boca?

23-13 - Então, Balaque lhe disse: Rogo-te que venhas comigo a outro lugar, de onde o verás; verás somente a última parte dele, mas a todo ele não verás; e amaldiçoa-mo dali.

23-14 - Assim, o tomou consigo ao campo de Zofim, ao cume de Pisga; e edificou sete altares e ofereceu um bezerro e um carneiro sobre cada altar.

23-15 - Então, disse Balaão a Balaque: Fica aqui ao pé do teu holocausto, e eu irei ali ao seu encontro.

23-16 - E, encontrando-se o SENHOR com Balaão, pôs uma palavra na sua boca e disse: Torna para Balaque e fala assim.

23-17 - E, vindo a ele, eis que estava ao pé do holocausto, e os príncipes dos moabitas, com ele; disse-lhe, pois, Balaque: Que coisa falou o SENHOR?

23-18 - Então, alçou a sua parábola e disse: Levanta-te, Balaque, e ouve; inclina os teus ouvidos a mim, filho de Zipor.

23-19 - Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa; porventura, diria ele e não o faria? Ou falaria e não o confirmaria?

23-20 - Eis que recebi mandado de abençoar; pois ele tem abençoado, e eu não o posso revogar.

23-21 - Não viu iniqüidade em Israel, nem contemplou maldade em Jacó; o SENHOR, seu Deus, é com ele e nele, e entre eles se ouve o alarido de um rei.

23-22 - Deus os tirou do Egito; as suas forças são como as do unicórnio.

23-23 - Pois contra Jacó não vale encantamento, nem adivinhação contra Israel; neste tempo se dirá de Jacó e de Israel: Que coisas Deus tem feito!

23-24 - Eis que o povo se levantará como leoa e se exalçará como leão; não se deitará até que coma a presa e beba o sangue de mortos.

23-25 - Então, Balaque disse a Balaão: Nem totalmente o amaldiçoarás, nem totalmente o abençoarás.

23-26 - Porém Balaão respondeu e disse a Balaque: Não te falei eu, dizendo: Tudo o que o SENHOR falar, aquilo farei?

23-27 - Disse mais Balaque a Balaão: Ora, vem, e te levarei a outro lugar; porventura, bem parecerá aos olhos de Deus que dali mo amaldiçoes.

23-28 - Então, Balaque levou Balaão consigo ao cume de Peor, que olha para a banda do deserto.

23-29 - Balaão disse a Balaque: Edifica-me aqui sete altares e prepara-me aqui sete bezerros e sete carneiros.

23-30 - Balaque, pois, fez como dissera Balaão e ofereceu um bezerro e um carneiro sobre cada altar.

24-1 - Vendo Balaão que bem parecia aos olhos do SENHOR que abençoasse a Israel, não foi esta vez como dantes ao encontro dos encantamentos, mas pôs o seu rosto para o deserto.

24-2 - E, levantando Balaão os olhos e vendo a Israel que habitava segundo as suas tribos, veio sobre ele o Espírito de Deus.

24-3 - E alçou a sua parábola e disse: Fala Balaão, filho de Beor, e fala o homem de olhos abertos;

24-4 - fala aquele que ouviu os ditos de Deus, o que vê a visão do Todo-poderoso, caindo em êxtase e de olhos abertos:

24-5 - Que boas são as tuas tendas, ó Jacó! Que boas as tuas moradas, ó Israel!

24-6 - Como ribeiros se estendem, como jardins ao pé dos rios; como árvores de sândalo o SENHOR as plantou, como cedros junto às águas.

24-7 - De seus baldes manarão águas, e a sua semente estará em muitas águas; e o seu rei se exalçará mais do que Agague, e o seu reino será levantado.

24-8 - Deus o tirou do Egito; as suas forças são como as do unicórnio; consumirá as nações, seus inimigos, e quebrará seus ossos, e com as suas setas os atravessará.

24-9 - Encurvou-se, deitou-se como leão e como leoa; quem o despertará? Benditos os que te abençoarem, e malditos os que te amaldiçoarem.

24-10 - Então, a ira de Balaque se acendeu contra Balaão, e bateu ele as suas palmas; e Balaque disse a Balaão: Para amaldiçoar os meus inimigos te tenho chamado; porém agora já três vezes os abençoaste inteiramente.

24-11 - Agora, pois, foge para o teu lugar; eu tinha dito que te honraria grandemente; mas eis que o SENHOR te privou desta honra.

24-12 - Então, Balaão disse a Balaque: Não falei eu também aos teus mensageiros, que me enviaste, dizendo:

24-13 - Ainda que Balaque me desse a sua casa cheia de prata e ouro, não posso traspassar o mandado do SENHOR, fazendo bem ou mal de meu próprio coração; o que o SENHOR falar, isso falarei eu.

24-14 - Agora, pois, eis que me vou ao meu povo; vem, avisar-te-ei do que este povo fará ao teu povo nos últimos dias.

24-15 - Então, alçou a sua parábola e disse: Fala Balaão, filho de Beor, e fala o homem de olhos abertos;

24-16 - fala aquele que ouviu os ditos de Deus e o que sabe a ciência do Altíssimo; o que viu a visão do Todo-poderoso, caído em êxtase e de olhos abertos:

24-17 - Vê-lo-ei, mas não agora; contemplá-lo-ei, mas não de perto; uma estrela procederá de Jacó, e um cetro subirá de Israel, que ferirá os termos dos moabitas e destruirá todos os filhos de Sete.

24-18 - E Edom será uma possessão, e Seir também será uma possessão hereditária para os seus inimigos; pois Israel fará proezas.

24-19 - E dominará um de Jacó e matará os que restam das cidades.

24-20 - E, vendo os amalequitas, alçou a sua parábola e disse: Amaleque é o primeiro das nações; porém o seu fim será para perdição.

24-21 - E, vendo os queneus, alçou a sua parábola e disse: Firme está a tua habitação, e puseste o teu ninho na penha.

24-22 - Todavia, o queneu será consumido, até que Assur te leve por prisioneiro.

24-23 - E, alçando ainda a sua parábola, disse: Ai, quem viverá, quando Deus fizer isto?

24-24 - E as naus das costas de Quitim afligirão a Assur; também afligirão a Héber; e também ele será para perdição.

24-25 - Então, Balaão levantou-se, e foi-se, e voltou ao seu lugar, e também Balaque se foi pelo seu caminho.

25-1 - E Israel deteve-se em Sitim, e o povo começou a prostituir-se com as filhas dos moabitas.

25-2 - Estas convidaram o povo aos sacrifícios dos seus deuses; e o povo comeu e inclinou-se aos seus deuses.

25-3 - Juntando-se, pois, Israel a Baal-Peor, a ira do SENHOR se acendeu contra Israel.

25-4 - Disse o SENHOR a Moisés: Toma todos os cabeças do povo e enforca-os ao SENHOR diante do sol, e o ardor da ira do SENHOR se retirará de Israel.

25-5 - Então, Moisés disse aos juízes de Israel: Cada um mate os seus homens que se juntaram a Baal-Peor.

25-6 - E eis que veio um homem dos filhos de Israel e trouxe a seus irmãos uma midianita perante os olhos de Moisés e de toda a congregação dos filhos de Israel, chorando eles diante da tenda da congregação.

25-7 - Vendo isso Finéias, filho de Eleazar, filho de Arão, o sacerdote, se levantou do meio da congregação e tomou uma lança na sua mão;

25-8 - e foi após o varão israelita até à tenda e os atravessou a ambos, ao varão israelita e à mulher, pela sua barriga; então, a praga cessou de sobre os filhos de Israel.

25-9 - E os que morreram daquela praga foram vinte e quatro mil.

25-10 - Então, o SENHOR falou a Moisés, dizendo:

25-11 - Finéias, filho de Eleazar, filho de Arão, o sacerdote, desviou a minha ira de sobre os filhos de Israel, pois zelou o meu zelo no meio deles; de modo que no meu zelo não consumi os filhos de Israel.

25-12 - Portanto, dize: Eis que lhe dou o meu concerto de paz,

25-13 - e ele e a sua semente depois dele terão o concerto do sacerdócio perpétuo; porquanto teve zelo pelo seu Deus e fez propiciação pelos filhos de Israel.

25-14 - E o nome do israelita morto, que foi morto com a midianita, era Zinri, filho de Salu, maioral da casa paterna dos simeonitas.

25-15 - E o nome da mulher midianita morta era Cosbi, filha de Zur, cabeça do povo da casa paterna entre os midianitas.

25-16 - Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

25-17 - Afligireis os midianitas e os ferireis,

25-18 - porque eles vos afligiram a vós outros com os seus enganos com que vos enganaram no negócio de Peor e no negócio de Cosbi, filha do maioral dos midianitas, irmã deles, que foi morta no dia da praga no negócio de Peor.

26-1 - Aconteceu, pois, que, depois daquela praga, falou o SENHOR a Moisés e a Eleazar, filho de Arão, o sacerdote, dizendo:

26-2 - Tomai a soma de toda a congregação dos filhos de Israel, da idade de vinte anos para cima, segundo as casas de seus pais, todo que, em Israel, vai para o exército.

26-3 - Falaram, pois, Moisés e Eleazar, o sacerdote, aos cabeças de Israel, nas campinas de Moabe, ao pé do Jordão, de Jericó, dizendo:

26-4 - Contai o povo da idade de vinte anos para cima, como o SENHOR ordenara a Moisés e aos filhos de Israel, que saíram do Egito.

26-5 - Rúben, o primogênito de Israel; os filhos de Rúben foram Enoque, do qual era a família dos enoquitas; de Palu, a família dos paluítas;

26-6 - de Hezrom, a família dos hezronitas; de Carmi, a família dos carmitas.

26-7 - Estas são as famílias dos rubenitas; e os que foram deles contados foram quarenta e três mil e setecentos e trinta.

26-8 - E o filho de Palu: Eliabe.

26-9 - E os filhos de Eliabe: Nemuel, e Datã, e Abirão; estes, Datã e Abirão, foram os chamados da congregação, que moveram a contenda contra Moisés e contra Arão na congregação de Corá, quando moveram a contenda contra o SENHOR;

26-10 - e a terra abriu a sua boca e os tragou com Corá, quando morreu a congregação; quando o fogo consumiu duzentos e cinqüenta homens, e foram por sinal.

26-11 - Mas os filhos de Corá não morreram.

26-12 - Os filhos de Simeão, segundo as suas famílias: de Nemuel, a família dos nemuelitas; de Jamim, a família dos jaminitas; de Jaquim, a família dos jaquinitas;

26-13 - de Zerá, a família dos zeraítas; de Saul, a família dos saulitas.

26-14 - Estas são as famílias dos simeonitas, vinte e dois mil e duzentos.

26-15 - Os filhos de Gade, segundo as suas gerações: de Zefom, a família dos zefonitas; de Hagi, a família dos hagitas; de Suni, a família dos sunitas;

26-16 - de Ozni, a família dos oznitas; de Eri, a família dos eritas;

26-17 - de Arodi, a família dos aroditas; de Areli, a família dos arelitas.

26-18 - Estas são as famílias dos filhos de Gade, segundo os que foram deles contados, quarenta mil e quinhentos.

26-19 - Os filhos de Judá: Er e Onã; mas Er e Onã morreram na terra de Canaã.

26-20 - Assim, os filhos de Judá foram segundo as suas famílias: de Selá, a família dos selaítas; de Perez, a família dos perezitas; de Zerá, a família dos zeraítas.

26-21 - E os filhos de Perez foram: de Hezrom, a família dos hezronitas; de Hamul, a família dos hamulitas.

26-22 - Estas são as famílias de Judá, segundo os que foram deles contados, setenta e seis mil e quinhentos.

26-23 - Os filhos de Issacar, segundo as suas famílias, foram: de Tola, a família dos tolaítas; de Puva, a família dos puvitas;

26-24 - de Jasube, a família dos jasubitas; de Sinrom, a família dos sinronitas.

26-25 - Estas são as famílias de Issacar, segundo os que foram deles contados, sessenta e quatro mil e trezentos.

26-26 - Os filhos de Zebulom, segundo as suas famílias, foram: de Serede, a família dos sereditas; de Elom, a família dos elonitas; de Jaleel, a família dos jaleelitas.

26-27 - Estas são as famílias dos zebulonitas, segundo os que foram deles contados, sessenta mil e quinhentos.

26-28 - Os filhos de José, segundo as suas famílias, foram Manassés e Efraim.

26-29 - Os filhos de Manassés foram: de Maquir, a família dos maquiritas; e Maquir gerou a Gileade; de Gileade, a família dos gileaditas.

26-30 - Estes são os filhos de Gileade: de Jezer, a família dos jezeritas; de Heleque, a família dos helequitas;

26-31 - e de Asriel, a família dos asrielitas; e de Siquém, a família dos siquemitas;

26-32 - e de Semida, a família dos semidaítas; e de Héfer, a família dos heferitas.

26-33 - Porém Zelofeade, filho de Héfer, não tinha filhos, senão filhas; e os nomes das filhas de Zelofeade foram: Macla, Noa, Hogla, Milca e Tirza.

26-34 - Estas são as famílias de Manassés; e os que foram deles contados foram cinqüenta e dois mil e setecentos.

26-35 - Estes são os filhos de Efraim, segundo as suas famílias: de Sutela, a família dos sutelaítas; de Bequer, a família dos bequeritas; de Taã, a família dos taanitas.

26-36 - E estes são os filhos de Sutela: de Erã, a família dos eranitas.

26-37 - Estas são as famílias dos filhos de Efraim, segundo os que foram deles contados, trinta e dois mil e quinhentos; estes são os filhos de José, segundo as suas famílias.

26-38 - Os filhos de Benjamim, segundo as suas famílias: de Belá, a família dos belaítas; de Asbel, a família dos asbelitas; de Airão, a família dos airamitas;

26-39 - de Sufã, a família dos sufamitas; de Hufã, a família dos hufamitas.

26-40 - E os filhos de Belá foram Arde e Naamã: de Arde, a família dos arditas; de Naamã, a família dos naamanitas.

26-41 - Estes são os filhos de Benjamim, segundo as suas famílias; e os que foram deles contados foram quarenta e cinco mil e seiscentos.

26-42 - Estes são os filhos de Dã, segundo as suas famílias: de Suão, a família dos suamitas; estas são as famílias de Dã, segundo as suas famílias.

26-43 - Todas as famílias dos suamitas, segundo os que foram deles contados foram sessenta e quatro mil e quatrocentos.

26-44 - Os filhos de Aser, segundo as suas famílias, foram: de Imna, a família dos imnaítas; de Isvi, a família dos isvitas; de Berias, a família dos beriaítas.

26-45 - Os filhos de Berias foram: de Héber, a família dos heberitas; de Malquiel, a família dos malquielitas.

26-46 - E o nome da filha de Aser foi Sera.

26-47 - Estas são as famílias dos filhos de Aser, segundo os que foram deles contados, cinqüenta e três mil e quatrocentos.

26-48 - Os filhos de Naftali, segundo as suas famílias: de Jazeel, a família dos jazeelitas; de Guni, a família dos gunitas;

26-49 - de Jezer, a família dos jezeritas; de Silém, a família dos silemitas.

26-50 - Estas são as famílias de Naftali, segundo as suas famílias; e os que foram deles contados foram quarenta e cinco mil e quatrocentos.

26-51 - Estes são os contados dos filhos de Israel, seiscentos e um mil e setecentos e trinta.

26-52 - E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

26-53 - A estes se repartirá a terra em herança, segundo o número dos nomes.

26-54 - Aos muitos, multiplicarás a sua herança; e, aos poucos, diminuirás a sua herança; a cada qual se dará a sua herança, segundo os que foram deles contados.

26-55 - Todavia, a terra se repartirá por sortes; segundo os nomes das tribos de seus pais, a herdarão.

26-56 - Segundo sair a sorte, se repartirá a herança deles entre os muitos e os poucos.

26-57 - E estes são os que foram contados de Levi, segundo as suas famílias: de Gérson, a família dos gersonitas; de Coate, a família dos coatitas; de Merari, a família dos meraritas.

26-58 - Estas são as famílias de Levi: a família dos libnitas, a família dos hebronitas, a família dos malitas, a família dos musitas, a família dos coraítas; e Coate gerou a Anrão.

26-59 - E o nome da mulher de Anrão foi Joquebede, filha de Levi, a qual nasceu a Levi no Egito; e esta, a Anrão gerou Arão, e Moisés, e Miriã, sua irmã.

26-60 - E a Arão nasceram Nadabe, Abiú, Eleazar e Itamar.

26-61 - Porém Nadabe e Abiú morreram quando trouxeram fogo estranho perante o SENHOR.

26-62 - E os que foram deles contados foram vinte e três mil, todo o varão da idade de um mês para cima; porque estes não foram contados entre os filhos de Israel, porquanto lhes não foi dada herança entre os filhos de Israel.

26-63 - Estes são os que foram contados por Moisés e Eleazar, o sacerdote, que contaram os filhos de Israel nas campinas de Moabe, ao pé do Jordão, de Jericó.

26-64 - E entre estes nenhum houve dos que foram contados por Moisés e Arão, o sacerdote, quando contaram aos filhos de Israel no deserto do Sinai.

26-65 - Porque o SENHOR dissera deles que certamente morreriam no deserto; e nenhum deles ficou, senão Calebe, filho de Jefoné, e Josué, filho de Num.

27-1 - E chegaram as filhas de Zelofeade, filho de Héfer, filho de Gileade, filho de Maquir, filho de Manassés, entre as famílias de Manassés, filho de José ( e estes são os nomes de suas filhas: Macla, Noa, Hogla, Milca e Tirza );

27-2 - e puseram-se diante de Moisés, e diante de Eleazar, o sacerdote, e diante dos príncipes e de toda a congregação, à porta da tenda da congregação, dizendo:

27-3 - Nosso pai morreu no deserto e não estava entre a congregação dos que se congregaram contra o SENHOR na congregação de Corá; mas morreu no seu próprio pecado e não teve filhos.

27-4 - Por que se tiraria o nome de nosso pai do meio da sua família, porquanto não teve filhos? Dá-nos possessão entre os irmãos de nosso pai.

27-5 - E Moisés levou a sua causa perante o SENHOR.

27-6 - E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

27-7 - As filhas de Zelofeade falam retamente; certamente lhes darás possessão de herança entre os irmãos de seu pai; e a herança de seu pai farás passar a elas.

27-8 - E falarás aos filhos de Israel, dizendo: Quando alguém morrer e não tiver filho, então, fareis passar a sua herança a sua filha.

27-9 - E, se não tiver filha, então, a sua herança dareis a seus irmãos.

27-10 - Porém, se não tiver irmãos, então, dareis a sua herança aos irmãos de seu pai.

27-11 - Se também seu pai não tiver irmãos, então, a sua herança dareis a seu parente, àquele que lhe for o mais chegado da sua família, para que a possua; isto aos filhos de Israel será por estatuto de direito, como o SENHOR ordenou a Moisés.

27-12 - Depois, disse o SENHOR a Moisés: Sobe este monte Abarim e vê a terra que tenho dado aos filhos de Israel.

27-13 - E, havendo-a visto, então, serás recolhido ao teu povo, assim como foi recolhido teu irmão Arão;

27-14 - porquanto rebeldes fostes no deserto de Zim, na contenda da congregação, ao meu mandado de me santificardes nas águas diante dos seus olhos. ( Estas são as águas de Meribá de Cades, no deserto de Zim. )

27-15 - Então, falou Moisés ao SENHOR, dizendo:

27-16 - O SENHOR, Deus dos espíritos de toda carne, ponha um homem sobre esta congregação,

27-17 - que saia diante deles, e que entre diante deles, e que os faça sair, e que os faça entrar; para que a congregação do SENHOR não seja como ovelhas que não têm pastor.

27-18 - Então, disse o SENHOR a Moisés: Toma para ti a Josué, filho de Num, homem em quem há o Espírito, e põe a tua mão sobre ele.

27-19 - E apresenta-o perante Eleazar, o sacerdote, e perante toda a congregação, e dá-lhe mandamentos aos olhos deles,

27-20 - e põe sobre ele da tua glória, para que lhe obedeça toda a congregação dos filhos de Israel.

27-21 - E se porá perante Eleazar, o sacerdote, o qual por ele consultará, segundo o juízo de Urim, perante o SENHOR; conforme o seu dito, sairão; e, conforme o seu dito, entrarão, ele, e todos os filhos de Israel com ele, e toda a congregação.

27-22 - E fez Moisés como o SENHOR lhe ordenara; porque tomou a Josué e apresentou-o perante Eleazar, o sacerdote, e perante toda a congregação;

27-23 - e sobre ele pôs as mãos e lhe deu mandamentos, como o SENHOR ordenara pela mão de Moisés.

28-1 - Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

28-2 - Dá ordem aos filhos de Israel e dize-lhes: Da minha oferta, do meu manjar para as minhas ofertas queimadas, do meu cheiro suave, tereis cuidado, para mas oferecer a seu tempo determinado.

28-3 - E dir-lhes-ás: Esta é a oferta queimada que oferecereis ao SENHOR: dois cordeiros de um ano, sem mancha, cada dia, em contínuo holocausto.

28-4 - Um cordeiro sacrificarás pela manhã e o outro cordeiro sacrificarás de tarde;

28-5 - e a décima parte de um efa de flor de farinha em oferta de manjares, misturada com a quarta parte de um him de azeite moído.

28-6 - Este é o holocausto contínuo, instituído no monte Sinai, em cheiro suave, oferta queimada ao SENHOR.

28-7 - E a sua libação será a quarta parte de um him para um cordeiro; no santuário, oferecerás a libação de bebida forte ao SENHOR.

28-8 - E o outro cordeiro sacrificarás de tarde; como a oferta de manjares da manhã e como a sua libação, o aparelharás em oferta queimada de cheiro suave ao SENHOR.

28-9 - Porém, no dia de sábado, dois cordeiros de um ano, sem mancha, e duas décimas de flor de farinha misturada com azeite, em oferta de manjares, com a sua libação;

28-10 - holocausto é do sábado em cada sábado, além do holocausto contínuo e a sua libação.

28-11 - E nos princípios dos vossos meses oferecereis, em holocausto ao SENHOR, dois bezerros e um carneiro, sete cordeiros de um ano, sem mancha;

28-12 - e três décimas de flor de farinha misturada com azeite, em oferta de manjares, para um bezerro; e duas décimas de flor de farinha misturada com azeite, em oferta de manjares, para um carneiro;

28-13 - e uma décima de flor de farinha misturada com azeite, em oferta de manjares, para um cordeiro; holocausto é de cheiro suave, oferta queimada ao SENHOR.

28-14 - E as suas libações serão a metade de um him de vinho para um bezerro, e a terça parte de um him para um carneiro, e a quarta parte de um him para um cordeiro; este é o holocausto da lua nova de cada mês, segundo os meses do ano.

28-15 - Também um bode, para expiação do pecado, ao SENHOR, além do holocausto contínuo, com a sua libação se oferecerá.

28-16 - Porém, no primeiro mês, aos catorze dias do mês, é a Páscoa do SENHOR.

28-17 - E, aos quinze dias do mesmo mês, haverá festa; sete dias se comerão pães asmos.

28-18 - No primeiro dia, haverá santa convocação; nenhuma obra servil fareis;

28-19 - mas oferecereis oferta queimada em holocausto ao SENHOR, dois bezerros e um carneiro, e sete cordeiros de um ano; ser-vos-ão eles sem mancha.

28-20 - E a sua oferta de manjares será de flor de farinha misturada com azeite; oferecereis três décimas para um bezerro e duas décimas para um carneiro.

28-21 - Para cada cordeiro oferecereis uma décima, para cada um dos sete cordeiros;

28-22 - e um bode, para expiação do pecado, para fazer expiação por vós.

28-23 - Estas coisas oferecereis, além do holocausto da manhã, que é o holocausto contínuo.

28-24 - Segundo este modo, cada dia oferecereis, por sete dias, o manjar da oferta queimada em cheiro suave ao SENHOR; além do holocausto contínuo, se oferecerá isto com a sua libação.

28-25 - E, no sétimo dia, tereis santa convocação; nenhuma obra servil fareis.

28-26 - Semelhantemente, tereis santa convocação no dia das primícias, quando oferecerdes oferta nova de manjares ao SENHOR, segundo a vossa Festa das Semanas; nenhuma obra servil fareis.

28-27 - Então, oferecereis ao SENHOR por holocausto, em cheiro suave, dois bezerros, um carneiro e sete cordeiros de um ano;

28-28 - e a sua oferta de manjares de flor de farinha misturada com azeite: três décimas para um bezerro, duas décimas para um carneiro;

28-29 - para cada cordeiro uma décima, para cada um dos sete cordeiros;

28-30 - um bode, para fazer expiação por vós.

28-31 - Além do holocausto contínuo e a sua oferta de manjares, os oferecereis ( ser-vos-ão eles sem mancha ) com as suas libações.

29-1 - Semelhantemente, tereis santa convocação no sétimo mês, no primeiro dia do mês; nenhuma obra servil fareis; ser-vos-á um dia de jubilação.

29-2 - Então, por holocausto, em cheiro suave ao SENHOR, oferecereis um bezerro, um carneiro e sete cordeiros de um ano, sem mancha.

29-3 - E pela sua oferta de manjares de flor de farinha misturada com azeite, três décimas para o bezerro, e duas décimas para o carneiro,

29-4 - e uma décima para um cordeiro, para cada um dos sete cordeiros;

29-5 - e um bode, para expiação do pecado, para fazer expiação por vós;

29-6 - além do holocausto do mês, e a sua oferta de manjares, e o holocausto contínuo, e a sua oferta de manjares, com as suas libações, segundo o seu estatuto, em cheiro suave, oferta queimada ao SENHOR.

29-7 - E, no dia dez deste sétimo mês, tereis santa convocação e afligireis a vossa alma; nenhuma obra fareis.

29-8 - Mas, por holocausto, em cheiro suave ao SENHOR, oferecereis um bezerro, um carneiro e sete cordeiros de um ano; ser-vos-ão eles sem mancha.

29-9 - E, pela sua oferta de manjares de flor de farinha misturada com azeite, três décimas para o bezerro, duas décimas para o carneiro

29-10 - e uma décima para um cordeiro, para cada um dos sete cordeiros;

29-11 - um bode, para expiação do pecado, além da expiação do pecado pelas propiciações, e o holocausto contínuo, e a sua oferta de manjares com as suas libações.

29-12 - Semelhantemente, aos quinze dias deste sétimo mês, tereis santa convocação; nenhuma obra servil fareis; mas sete dias celebrareis festa ao SENHOR.

29-13 - E, por holocausto, em oferta queimada, de cheiro suave ao SENHOR, oferecereis treze bezerros, dois carneiros e catorze cordeiros de um ano; ser-vos-ão eles sem mancha.

29-14 - E, pela sua oferta de manjares de flor de farinha misturada com azeite, três décimas para um bezerro, para cada um dos treze bezerros, duas décimas para cada carneiro, entre os dois carneiros;

29-15 - e, para um cordeiro, uma décima, para cada um dos catorze cordeiros;

29-16 - e um bode, para expiação do pecado, além do holocausto contínuo, a sua oferta de manjares e a sua libação.

29-17 - Depois, no segundo dia, doze bezerros, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem mancha;

29-18 - e a sua oferta de manjares e as suas libações para os bezerros, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto;

29-19 - e um bode, para expiação do pecado, além do holocausto contínuo, a sua oferta de manjares e as suas libações.

29-20 - E, no terceiro dia, onze bezerros, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem mancha;

29-21 - e as suas ofertas de manjares e as suas libações para os bezerros, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto;

29-22 - e um bode, para expiação do pecado, além do holocausto contínuo, e a sua oferta de manjares, e a sua libação.

29-23 - E, no quarto dia, dez bezerros, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem mancha;

29-24 - a sua oferta de manjares e as suas libações para os bezerros, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o número, segundo o estatuto;

29-25 - e um bode, para expiação do pecado, além do holocausto contínuo, a sua oferta de manjares e a sua libação.

29-26 - E, no quinto dia, nove bezerros, dois carneiros e catorze cordeiros de um ano, sem mancha;

29-27 - e a sua oferta de manjares e a suas libações para os bezerros, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o número, segundo o estatuto;

29-28 - e um bode, para expiação do pecado, além do holocausto contínuo, e a sua oferta de manjares e a sua libação.

29-29 - E, no sexto dia, oito bezerros, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem mancha;

29-30 - e a sua oferta de manjares e as suas libações para os bezerros, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto;

29-31 - e um bode, para expiação do pecado, além do holocausto contínuo, a sua oferta de manjares e a sua libação.

29-32 - E, no sétimo dia, sete bezerros, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem mancha;

29-33 - e a sua oferta de manjares e as suas libações para os bezerros, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o seu estatuto;

29-34 - e um bode, para expiação do pecado, além do holocausto contínuo, a sua oferta de manjares e a sua libação.

29-35 - No oitavo dia, tereis dia de solenidade; nenhuma obra servil fareis;

29-36 - e, por holocausto, em oferta queimada de cheiro suave ao SENHOR, oferecereis um bezerro, um carneiro, sete cordeiros de um ano, sem mancha;

29-37 - a sua oferta de manjares e as suas libações para o bezerro, para o carneiro e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto;

29-38 - e um bode, para expiação do pecado, além do holocausto contínuo, e a sua oferta de manjares, e a sua libação.

29-39 - Estas coisas fareis ao SENHOR nas vossas solenidades, além dos vossos votos, e das vossas ofertas voluntárias, com os vossos holocaustos, e com as vossas ofertas de manjares, e com as vossas libações, e com as vossas ofertas pacíficas.

29-40 - E falou Moisés aos filhos de Israel, conforme tudo o que o SENHOR ordenara a Moisés.

30-1 - E falou Moisés aos cabeças das tribos dos filhos de Israel, dizendo: Esta é a palavra que o SENHOR tem ordenado:

30-2 - Quando um homem fizer voto ao SENHOR ou fizer juramento, ligando a sua alma com obrigação, não violará a sua palavra; segundo tudo o que saiu da sua boca, fará.

30-3 - Também quando uma mulher fizer voto ao SENHOR, e com obrigação se ligar em casa de seu pai na sua mocidade;

30-4 - e seu pai ouvir o seu voto e a sua obrigação, com que ligou a sua alma, e seu pai se calar para com ela, todos os seus votos serão válidos, e toda obrigação, com que ligou a sua alma, será valiosa.

30-5 - Mas, se seu pai se opuser no dia em que tal ouvir, todos os seus votos e as suas obrigações, com que tiver ligado a sua alma, não serão válidos; mas o SENHOR lho perdoará, porquanto seu pai lhos vedou.

30-6 - E, se ela tiver marido e for obrigada a alguns votos ou dito irrefletido dos seus lábios, com que tiver ligado a sua alma;

30-7 - e seu marido o ouvir e se calar para com ela no dia em que o ouvir, os seus votos serão válidos; e as suas obrigações, com que ligou a sua alma, serão valiosas.

30-8 - Mas, se seu marido lho vedar no dia em que o ouvir e anular o seu voto a que estava obrigada, como também a declaração dos seus lábios, com que ligou a sua alma, o SENHOR lho perdoará.

30-9 - No tocante ao voto da viúva ou da repudiada, tudo com que ligar a sua alma sobre ela será válido.

30-10 - Porém, se fez voto na casa de seu marido ou ligou a sua alma com obrigação de juramento,

30-11 - e seu marido o ouviu, e se calou para com ela, e lho não vedou, todos os seus votos serão válidos, e toda obrigação, com que ligou a sua alma, será valiosa.

30-12 - Porém, se seu marido lhos anulou no dia em que os ouviu, tudo quanto saiu dos seus lábios, quer dos seus votos, quer da obrigação da sua alma, não será válido; seu marido lhos anulou, e o SENHOR lho perdoará.

30-13 - Todo voto e todo juramento de obrigação, para humilhar a alma, seu marido o confirmará ou anulará.

30-14 - Porém, se seu marido de dia em dia se calar inteiramente para com ela, então, confirmará todos os seus votos e todas as suas obrigações que estiverem sobre ela; confirmado lhos tem, porquanto se calou para com ela no dia em que o ouviu.

30-15 - Porém, se de todo lhos anular depois que o ouviu, então, ele levará a iniqüidade dela.

30-16 - Estes são os estatutos que o SENHOR ordenou a Moisés entre o marido e sua mulher, entre o pai e a sua filha, na sua mocidade, em casa de seu pai.

31-1 - E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

31-2 - Vinga os filhos de Israel dos midianitas; depois, recolhido serás ao teu povo.

31-3 - Falou, pois, Moisés ao povo, dizendo: Armem-se alguns de vós para a guerra e saiam contra os midianitas, para fazerem a vingança do SENHOR nos midianitas.

31-4 - Mil de cada tribo entre todas as tribos de Israel enviareis à guerra.

31-5 - Assim, foram dados dos milhares de Israel mil de cada tribo: doze mil armados para a peleja.

31-6 - E Moisés os mandou à guerra, de cada tribo mil, a eles e a Finéias, filho de Eleazar, o sacerdote, à guerra com os utensílios santos e com as trombetas do alarido na mão.

31-7 - E pelejaram contra os midianitas, como o SENHOR ordenara a Moisés; e mataram todo varão.

31-8 - Mataram mais, além dos que já foram mortos, os reis dos midianitas, a Evi, e a Requém, e a Zur, e a Hur, e a Reba, cinco reis dos midianitas; também a Balaão, filho de Beor, mataram à espada.

31-9 - Porém os filhos de Israel levaram presas as mulheres dos midianitas e as suas crianças; também levaram todos os seus animais, e todo o seu gado, e toda a sua fazenda.

31-10 - E queimaram a fogo todas as suas cidades com todas as suas habitações e todos os seus acampamentos.

31-11 - E tomaram todo o despojo e toda presa de homens e de animais.

31-12 - E trouxeram a Moisés e a Eleazar, o sacerdote, e à congregação dos filhos de Israel os cativos, e a presa, e o despojo, para o arraial, nas campinas de Moabe, que estão junto do Jordão, em Jericó.

31-13 - Porém Moisés e Eleazar, o sacerdote, e todos os maiorais da congregação saíram a recebê-los fora do arraial.

31-14 - E indignou-se Moisés grandemente contra os oficiais do exército, capitães dos milhares e capitães das centenas, que vinham do serviço daquela guerra.

31-15 - E Moisés disse-lhes: Deixastes viver todas as mulheres?

31-16 - Eis que estas foram as que, por conselho de Balaão, deram ocasião aos filhos de Israel de prevaricar contra o SENHOR, no negócio de Peor, pelo que houve aquela praga entre a congregação do SENHOR.

31-17 - Agora, pois, matai todo varão entre as crianças; e matai toda mulher que conheceu algum homem, deitando-se com ele.

31-18 - Porém todas as crianças fêmeas que não conheceram algum homem, deitando-se com ele, para vós deixai viver.

31-19 - E, vós, alojai-vos sete dias fora do arraial; qualquer que tiver matado alguma pessoa e qualquer que tiver tocado algum morto, ao terceiro dia e ao sétimo dia, vos purificareis, a vós e a vossos cativos.

31-20 - Também purificareis toda veste, e toda obra de peles, e toda obra de pêlos de cabras, e todo objeto de madeira.

31-21 - E disse Eleazar, o sacerdote, aos homens de guerra que partiram à peleja: Este é o estatuto da lei que o SENHOR ordenou a Moisés.

31-22 - Contudo, o ouro, a prata, o cobre, o ferro, o estanho e o chumbo,

31-23 - toda coisa que pode suportar o fogo fareis passar pelo fogo, para que fique limpa; todavia, se expiará com a água da separação; mas tudo que não pode suportar o fogo, o fareis passar pela água.

31-24 - Também lavareis as vossas vestes ao sétimo dia, para que fiqueis limpos; e, depois, entrareis no arraial.

31-25 - Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

31-26 - Toma a soma da presa dos prisioneiros, de homens e de animais, tu e Eleazar, o sacerdote, e os cabeças das casas dos pais da congregação;

31-27 - e divide a presa em duas metades, entre os que, hábeis na peleja, saíram à guerra, e toda a congregação.

31-28 - Então, para o SENHOR tomarás o tributo dos homens de guerra que saíram a esta guerra; de cada quinhentos, uma alma, tanto dos homens como dos bois, dos jumentos e das ovelhas.

31-29 - Da sua metade o tomareis e o dareis ao sacerdote Eleazar, para a oferta alçada do SENHOR.

31-30 - Mas, da metade dos filhos de Israel, tomarás de cada cinqüenta, um, tanto dos homens como dos bois, dos jumentos e das ovelhas, de todos os animais; e os darás aos levitas que têm cuidado da guarda do tabernáculo do SENHOR.

31-31 - E fizeram Moisés e Eleazar, o sacerdote, como o SENHOR ordenara a Moisés.

31-32 - Foi, pois, a presa, o restante do despojo, que tomaram os homens de guerra, seiscentas e setenta e cinco mil ovelhas;

31-33 - e setenta e dois mil bois;

31-34 - e sessenta e um mil jumentos;

31-35 - e das mulheres que não conheceram homem algum deitando-se com ele, todas as almas foram trinta e duas mil.

31-36 - E a metade, a parte dos que saíram à guerra, foi em número de trezentas e trinta e sete mil e quinhentas ovelhas.

31-37 - E das ovelhas foi o tributo para o SENHOR seiscentas e setenta e cinco.

31-38 - E foram os bois trinta e seis mil; e o seu tributo para o SENHOR, setenta e dois.

31-39 - E foram os jumentos trinta mil e quinhentos; e o seu tributo para o SENHOR, sessenta e um.

31-40 - E houve de almas humanas dezesseis mil; e o seu tributo para o SENHOR, trinta e duas almas.

31-41 - E deu Moisés a Eleazar, o sacerdote, o tributo da oferta alçada do SENHOR, como o SENHOR ordenara a Moisés.

31-42 - E da metade dos filhos de Israel, que Moisés separara da dos homens que pelejaram

31-43 - ( A metade para a congregação foi, das ovelhas, trezentas e trinta e sete mil e quinhentas;

31-44 - e dos bois, trinta e seis mil;

31-45 - e dos jumentos, trinta mil e quinhentos;

31-46 - e das almas humanas, dezesseis mil. ),

31-47 - desta metade dos filhos de Israel, Moisés tomou um de cada cinqüenta, tanto de homens como de animais, e os deu aos levitas, que tinham cuidado da guarda do tabernáculo do SENHOR, como o SENHOR ordenara a Moisés.

31-48 - Então, chegaram-se a Moisés os capitães que estavam sobre os milhares do exército, os tribunos e os centuriões,

31-49 - e disseram a Moisés: Teus servos tomaram a soma dos homens de guerra que estiveram sob a nossa mão, e nenhum falta de nós.

31-50 - Pelo que trouxemos uma oferta ao SENHOR, cada um o que achou: vasos de ouro, cadeias, manilhas, anéis, arrecadas e colares, para fazer propiciação pela nossa alma perante o SENHOR.

31-51 - Assim, Moisés e Eleazar, o sacerdote, tomaram deles o ouro; sendo todos os vasos bem trabalhados.

31-52 - E foi todo o ouro da oferta alçada, que ofereceram ao SENHOR, dezesseis mil e setecentos e cinqüenta siclos, dos tribunos e dos centuriões

31-53 - ( pois os homens de guerra, cada um tinha tomado presa para si ).

31-54 - Tomaram, pois, Moisés e Eleazar, o sacerdote, o ouro dos tribunos e dos centuriões e o trouxeram à tenda da congregação por lembrança para os filhos de Israel perante o SENHOR.

32-1 - E os filhos de Rúben e os filhos de Gade tinham muito gado em grande multidão; e viram a terra de Jazer e a terra de Gileade, e eis que o lugar era lugar de gado.

32-2 - Vieram, pois, os filhos de Gade e os filhos de Rúben e falaram a Moisés e a Eleazar, o sacerdote, e aos maiorais da congregação, dizendo:

32-3 - Atarote, e Dibom, e Jazer, e Ninra, e Hesbom, e Eleale, e Sebã, e Nebo, e Beom,

32-4 - a terra que o SENHOR feriu diante da congregação de Israel é terra de gado; e os teus servos têm gado.

32-5 - Disseram mais: Se achamos graça aos teus olhos, dê-se esta terra aos teus servos em possessão, e não nos faças passar o Jordão.

32-6 - Porém Moisés disse aos filhos de Gade e aos filhos de Rúben: Irão vossos irmãos à peleja, e ficareis vós aqui?

32-7 - Por que, pois, descorajais o coração dos filhos de Israel, para que não passem à terra que o SENHOR lhes tem dado?

32-8 - Assim fizeram vossos pais, quando os mandei de Cades-Barnéia a ver esta terra.

32-9 - Chegando eles até ao vale de Escol e vendo esta terra, descorajaram o coração dos filhos de Israel, para que não viessem à terra que o SENHOR lhes tinha dado.

32-10 - Então, a ira do SENHOR se acendeu naquele mesmo dia, e jurou, dizendo:

32-11 - De certo os varões, que subiram do Egito, de vinte anos para cima, não verão a terra que jurei a Abraão, a Isaque e a Jacó, porquanto não perseveraram em seguir-me,

32-12 - exceto Calebe, filho de Jefoné, o quenezeu, e Josué, filho de Num, porquanto perseveraram em seguir ao SENHOR.

32-13 - Assim, se acendeu a ira do SENHOR contra Israel, e fê-los andar errantes até que se consumiu toda aquela geração, que fizera mal aos olhos do SENHOR.

32-14 - E eis que vós, uma multidão de homens pecadores, vos levantastes em lugar de vossos pais para ainda mais acrescentar o ardor da ira do SENHOR contra Israel.

32-15 - Se vós vos virardes de segui-lo, também ele os deixará de novo no deserto, e destruireis a todo este povo.

32-16 - Então, chegaram-se a ele e disseram: Edificaremos currais aqui para o nosso gado e cidades para as nossas crianças;

32-17 - porém nós nos armaremos, apressando-nos diante dos de Israel, até que os levemos ao seu lugar; e ficarão as nossas crianças nas cidades fortes por causa dos moradores da terra.

32-18 - Não voltaremos para nossas casas até que os filhos de Israel estejam de posse, cada um, da sua herança.

32-19 - Porque não herdaremos com eles dalém do Jordão, nem mais adiante; porquanto nós já teremos a nossa herança daquém do Jordão ao oriente.

32-20 - Então, Moisés lhes disse: Se isto fizerdes assim, se vos armardes para a guerra perante o SENHOR,

32-21 - e cada um de vós armado passar o Jordão perante o SENHOR, até que haja lançado fora os seus inimigos de diante dele,

32-22 - e a terra esteja subjugada perante o SENHOR, então, voltareis depois e ficareis desculpados perante o SENHOR e perante Israel; e esta terra vos será por possessão perante o SENHOR;

32-23 - e, se não fizerdes assim, eis que pecastes contra o SENHOR; porém sentireis o vosso pecado, quando vos achar.

32-24 - Edificai vós cidades para as vossas crianças e currais para as vossas ovelhas e fazei o que saiu da vossa boca.

32-25 - Então, falaram os filhos de Gade e os filhos de Rúben a Moisés, dizendo: Como ordena meu senhor, assim farão teus servos.

32-26 - As nossas crianças, as nossas mulheres, a nossa fazenda e todos os nossos animais estarão aí nas cidades de Gileade.

32-27 - Mas os teus servos passarão, cada um armado para pelejar para a guerra, perante o SENHOR, como tem dito meu senhor.

32-28 - Então, Moisés deu ordem acerca deles a Eleazar, o sacerdote, e a Josué, filho de Num, e aos cabeças das casas dos pais das tribos dos filhos de Israel;

32-29 - e disse-lhes Moisés: Se os filhos de Gade e os filhos de Rúben passarem convosco o Jordão, armado cada um para a guerra perante o SENHOR, e a terra estiver subjugada diante de vós, em possessão lhes dareis a terra de Gileade;

32-30 - porém, se não passarem armados convosco, então, se porão por possuidores no meio de vós na terra de Canaã.

32-31 - E responderam os filhos de Gade e os filhos de Rúben, dizendo: O que o SENHOR falou a teus servos, isso faremos.

32-32 - Nós passaremos, armados, perante o SENHOR à terra de Canaã e teremos a possessão de nossa herança daquém do Jordão.

32-33 - Assim, deu-lhes Moisés, aos filhos de Gade, e aos filhos de Rúben, e à meia tribo de Manassés, filho de José, o reino de Seom, rei dos amorreus, e o reino de Ogue, rei de Basã: a terra com as suas cidades nos seus termos, as cidades do seu contorno.

32-34 - E os filhos de Gade edificaram a Dibom, e Atarote, e Aroer;

32-35 - e Atarote-Sofã, e Jazer, e Jogbeá;

32-36 - e Bete-Ninra, e Bete-Harã, cidades fortes, e currais de ovelhas.

32-37 - E os filhos de Rúben edificaram a Hesbom, e Eleale, e Quiriataim;

32-38 - e Nebo, e Baal-Meom, mudando-lhes o nome, e Sibma; e os nomes das cidades que edificaram chamaram por outros nomes.

32-39 - E os filhos de Maquir, filho de Manassés, foram-se para Gileade e a tomaram; e daquela possessão lançaram os amorreus, que estavam nela.

32-40 - Assim, Moisés deu Gileade a Maquir, filho de Manassés, o qual habitou nela.

32-41 - E foi-se Jair, filho de Manassés, e tomou as suas aldeias e chamou-lhes Havote-Jair.

32-42 - E foi-se Noba e tomou a Quenate com as suas aldeias; e chamou-lhe Noba, segundo o seu nome.

33-1 - Estas são as jornadas dos filhos de Israel, que saíram da terra do Egito, segundo os seus exércitos, pela mão de Moisés e Arão.

33-2 - E escreveu Moisés as suas saídas, segundo as suas jornadas, conforme o mandado do SENHOR; e estas são as suas jornadas, segundo as suas saídas.

33-3 - Partiram, pois, de Ramessés no primeiro mês, no dia quinze do primeiro mês; no seguinte dia da Páscoa, saíram os filhos de Israel por alta mão aos olhos de todos os egípcios,

33-4 - enterrando os egípcios os que o SENHOR tinha ferido entre eles, a todo primogênito, e havendo o SENHOR executado os seus juízos nos seus deuses.

33-5 - Partidos, pois, os filhos de Israel de Ramessés, acamparam-se em Sucote.

33-6 - E partiram de Sucote e acamparam-se em Etã, que está no fim do deserto.

33-7 - E partiram de Etã, e voltaram a Pi-Hairote, que está defronte de Baal-Zefom, e acamparam-se diante de Migdol.

33-8 - E partiram de Pi-Hairote, e passaram pelo meio do mar ao deserto, e andaram caminho de três dias no deserto de Etã, e acamparam-se em Mara.

33-9 - E partiram de Mara e vieram a Elim; e em Elim havia doze fontes de águas e setenta palmeiras, e acamparam-se ali.

33-10 - E partiram de Elim e acamparam-se junto ao mar Vermelho.

33-11 - E partiram do mar Vermelho e acamparam-se no deserto de Sim.

33-12 - E partiram do deserto de Sim e acamparam-se em Dofca.

33-13 - E partiram de Dofca e acamparam-se em Alus.

33-14 - E partiram de Alus e acamparam-se em Refidim; porém não havia ali água, para que o povo bebesse.

33-15 - Partiram, pois, de Refidim e acamparam-se no deserto do Sinai.

33-16 - Partiram do deserto do Sinai e acamparam-se em Quibrote-Hataavá.

33-17 - E partiram de Quibrote-Hataavá e acamparam-se em Hazerote.

33-18 - E partiram de Hazerote e acamparam-se em Ritma.

33-19 - E partiram de Ritma e acamparam-se em Rimom-Perez.

33-20 - E partiram de Rimom-Perez e acamparam-se em Libna.

33-21 - E partiram de Libna e acamparam-se em Rissa.

33-22 - E partiram de Rissa e acamparam-se em Queelata.

33-23 - E partiram de Queelata e acamparam-se no monte Sefer.

33-24 - E partiram do monte Sefer e acamparam-se em Harada.

33-25 - E partiram de Harada e acamparam-se em Maquelote.

33-26 - E partiram de Maquelote e acamparam-se em Taate.

33-27 - E partiram de Taate e acamparam-se em Tera.

33-28 - E partiram de Tera e acamparam-se em Mitca.

33-29 - E partiram de Mitca e acamparam-se em Hasmona.

33-30 - E partiram de Hasmona e acamparam-se em Moserote.

33-31 - E partiram de Moserote e acamparam-se em Benê-Jaacã.

33-32 - E partiram de Benê-Jaacã e acamparam-se em Hor-Hagidgade.

33-33 - E partiram de Hor-Hagidgade e acamparam-se em Jotbatá.

33-34 - E partiram de Jotbatá e acamparam-se em Abrona.

33-35 - E partiram de Abrona e acamparam-se em Eziom-Geber.

33-36 - E partiram de Eziom-Geber e acamparam-se no deserto de Zim, que é Cades.

33-37 - E partiram de Cades e acamparam-se no monte Hor, no fim da terra de Edom.

33-38 - Então, Arão, o sacerdote, subiu ao monte Hor, conforme o mandado do SENHOR; e morreu ali, no quinto mês do ano quadragésimo da saída dos filhos de Israel da terra do Egito, no primeiro dia do mês.

33-39 - E era Arão da idade de cento e vinte três anos, quando morreu no monte Hor.

33-40 - E ouviu o cananeu, rei de Arade, que habitava o sul da terra de Canaã, que chegavam os filhos de Israel.

33-41 - E partiram de Hor e acamparam-se em Zalmona.

33-42 - E partiram de Zalmona e acamparam-se em Punom.

33-43 - E partiram de Punom e acamparam-se em Obote.

33-44 - E partiram de Obote e acamparam-se nos outeirinhos de Abarim, no termo de Moabe.

33-45 - E partiram dos outeirinhos de Abarim e acamparam-se em Dibom-Gade.

33-46 - E partiram de Dibom-Gade e acamparam-se em Almom-Diblataim.

33-47 - E partiram de Almom-Diblataim e acamparam-se nos montes de Abarim, defronte de Nebo.

33-48 - E partiram dos montes de Abarim e acamparam-se nas campinas dos moabitas, junto ao Jordão, de Jericó.

33-49 - E acamparam-se junto ao Jordão, desde Bete-Jesimote até Abel-Sitim, nas campinas dos moabitas.

33-50 - E falou o SENHOR a Moisés, nas campinas dos moabitas, junto ao Jordão, de Jericó, dizendo:

33-51 - Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando houverdes passado o Jordão para a terra de Canaã,

33-52 - lançareis fora todos os moradores da terra diante de vós e destruireis todas as suas figuras; também destruireis todas as suas imagens de fundição e desfareis todos os seus altos;

33-53 - e tomareis a terra em possessão e nela habitareis; porquanto vos tenho dado esta terra, para possuí-la.

33-54 - E por sortes herdareis a terra segundo as vossas famílias; aos muitos, a herança multiplicareis, e, aos poucos, a herança diminuireis; onde a sorte sair a alguém, ali a terá; segundo as tribos de vossos pais, tomareis as heranças.

33-55 - Mas, se não lançardes fora os moradores da terra de diante de vós, então, os que deixardes ficar deles vos serão por espinhos nos vossos olhos e por aguilhões nas vossas costas e apertar-vos-ão na terra em que habitardes.

33-56 - E será que farei a vós como pensei fazer-lhes a eles.

34-1 - Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

34-2 - Dá ordem aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando entrardes na terra de Canaã, esta há de ser a terra que vos cairá em herança: a terra de Canaã, segundo os seus termos.

34-3 - A banda do sul vos será desde o deserto de Zim até aos termos de Edom; e o termo do sul vos será desde a extremidade do mar Salgado para a banda do oriente,

34-4 - e este termo vos irá rodeando do sul para a subida de Acrabim e passará até Zim; e as suas saídas serão do sul a Cades-Barnéia; e sairá a Hazar-Adar e passará a Azmom;

34-5 - rodeará mais este termo de Azmom até ao rio do Egito; e as suas saídas serão para a banda do mar.

34-6 - Acerca do termo do ocidente, o mar Grande vos será por termo; este vos será o termo do ocidente.

34-7 - E este vos será o termo do norte: desde o mar Grande marcareis até ao monte Hor.

34-8 - Desde o monte Hor, marcareis até à entrada de Hamate; e as saídas deste termo serão até Zedade.

34-9 - E este termo sairá até Zifrom, e as suas saídas serão em Hazar-Enã; este vos será o termo do norte.

34-10 - E por termo da banda do oriente marcareis de Hazar-Enã até Sefã.

34-11 - E este termo descerá desde Sefã até Ribla, para a banda do oriente de Aim; depois, descerá este termo e irá ao longo da borda do mar de Quinerete para a banda do oriente.

34-12 - Descerá também este termo ao longo do Jordão, e as suas saídas serão no mar Salgado; esta vos será a terra, segundo os seus termos em roda.

34-13 - E Moisés deu ordem aos filhos de Israel, dizendo: Esta é a terra que tomareis em sorte por herança, a qual o SENHOR mandou dar às nove tribos e à meia tribo.

34-14 - Porque a tribo dos filhos dos rubenitas, segundo a casa de seus pais, e a tribo dos filhos dos gaditas, segundo a casa de seus pais, já receberam; também a meia tribo de Manassés recebeu a sua herança.

34-15 - Já duas tribos e meia tribo receberam a sua herança daquém do Jordão, de Jericó, da banda do oriente, ao nascente.

34-16 - Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

34-17 - Estes são os nomes dos homens que vos repartirão a terra por herança: Eleazar, o sacerdote, e Josué, filho de Num.

34-18 - Tomareis mais de cada tribo um príncipe, para repartir a terra em herança.

34-19 - E estes são os nomes dos homens: da tribo de Judá, Calebe, filho de Jefoné;

34-20 - e, da tribo dos filhos de Simeão, Samuel, filho de Amiúde;

34-21 - da tribo de Benjamim, Elidade, filho de Quislom;

34-22 - e, da tribo dos filhos de Dã, o príncipe Buqui, filho de Jogli;

34-23 - dos filhos de José, da tribo dos filhos de Manassés, o príncipe Haniel, filho de Éfode;

34-24 - e, da tribo dos filhos de Efraim, o príncipe Quemuel, filho de Siftã;

34-25 - e, da tribo dos filhos de Zebulom, o príncipe Elizafã, filho de Parnaque;

34-26 - e, da tribo dos filhos de Issacar, o príncipe Paltiel, filho de Azã;

34-27 - e, da tribo dos filhos de Aser, o príncipe Aiúde, filho de Selomi;

34-28 - e, da tribo dos filhos de Naftali, o príncipe Pedael, filho de Amiúde.

34-29 - Estes são aqueles a quem o SENHOR ordenou que repartissem a herança pelos filhos de Israel na terra de Canaã.

35-1 - E falou o SENHOR a Moisés nas campinas dos moabitas, junto ao Jordão, de Jericó, dizendo:

35-2 - Dá ordem aos filhos de Israel que, da herança da sua possessão, dêem cidades aos levitas, em que habitem; e também aos levitas dareis arrabaldes ao redor delas.

35-3 - E terão estas cidades para habitá-las; porém os seus arrabaldes serão para os seus gados, e para a sua fazenda, e para todos os seus animais.

35-4 - E os arrabaldes das cidades que dareis aos levitas, desde o muro da cidade para fora, serão de mil côvados em redor.

35-5 - E de fora da cidade, da banda do oriente, medireis dois mil côvados, e da banda do sul, dois mil côvados, e da banda do ocidente, dois mil côvados, e da banda do norte, dois mil côvados, e a cidade no meio; isto terão por arrabaldes das cidades.

35-6 - Das cidades, pois, que dareis aos levitas haverá seis cidades de refúgio, as quais dareis para que o homicida ali se acolha; e, além destas, lhes dareis quarenta e duas cidades.

35-7 - Todas as cidades que dareis aos levitas serão quarenta e oito cidades, juntamente com os seus arrabaldes.

35-8 - E as cidades que derdes da herança dos filhos de Israel, do que tiver muito, tomareis muito; e, do que tiver pouco, tomareis pouco; cada um dará das suas cidades aos levitas, segundo a sua herança que herdar.

35-9 - Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

35-10 - Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando passardes o Jordão à terra de Canaã,

35-11 - fazei com que vos estejam à mão cidades que vos sirvam de cidades de refúgio, para que ali se acolha o homicida que ferir a alguma alma por erro.

35-12 - E estas cidades vos serão por refúgio do vingador do sangue; para que o homicida não morra, até que esteja perante a congregação no juízo.

35-13 - E, das cidades que derdes, haverá seis cidades de refúgio para vós.

35-14 - Três destas cidades dareis daquém do Jordão, e três destas cidades dareis na terra de Canaã; cidades de refúgio serão.

35-15 - Serão de refúgio estas seis cidades para os filhos de Israel, e para o estrangeiro, e para o que se hospedar no meio deles, para que ali se acolha aquele que ferir a alguma pessoa por erro.

35-16 - Porém, se a ferir com instrumento de ferro, e morrer, homicida é; certamente o homicida morrerá.

35-17 - Ou, se a ferir com pedra à mão, de que possa morrer, e ela morrer, homicida é; certamente o homicida morrerá.

35-18 - Ou, se a ferir com instrumento de madeira que tiver na mão, de que possa morrer, e ela morrer, homicida é; certamente morrerá o homicida.

35-19 - O vingador do sangue matará o homicida: encontrando-o, matá-lo-á.

35-20 - Se também a empurrar com ódio, ou com intento lançar contra ele alguma coisa, e morrer;

35-21 - ou por inimizade a ferir com a sua mão, e morrer, certamente morrerá o feridor; homicida é; o vingador do sangue, encontrando o homicida, o matará.

35-22 - Porém, se a empurrar de improviso, sem inimizade, ou contra ela lançar algum instrumento sem desígnio;

35-23 - ou sobre ela fizer cair alguma pedra sem o ver, de que possa morrer, e ela morrer, e ele não era seu inimigo nem procurava o seu mal,

35-24 - então, a congregação julgará entre o feridor e o vingador do sangue, segundo estas leis.

35-25 - E a congregação livrará o homicida da mão do vingador do sangue, e a congregação o fará voltar à cidade do seu refúgio onde se tinha acolhido; e ali ficará até à morte do sumo sacerdote, a quem ungiram com o santo óleo.

35-26 - Porém, se de alguma maneira o homicida sair dos termos da cidade do seu refúgio, onde se tinha acolhido,

35-27 - e o vingador do sangue o achar fora dos termos da cidade do seu refúgio, se o vingador do sangue matar o homicida, não será culpado do sangue.

35-28 - Pois deve ficar na cidade do seu refúgio, até à morte do sumo sacerdote; mas, depois da morte do sumo sacerdote, o homicida voltará à terra da sua possessão.

35-29 - E estas coisas vos serão por estatuto de direito a vossas gerações, em todas as vossas habitações.

35-30 - Todo aquele que ferir a alguma pessoa, conforme o dito das testemunhas, matarão o homicida; mas uma só testemunha não testemunhará contra alguém para que morra,

35-31 - e não tomareis expiação pela vida do homicida, que culpado está de morte; antes, certamente morrerá.

35-32 - Também não tomareis expiação por aquele que se acolher à cidade do seu refúgio, para tornar a habitar na terra, até à morte do sumo sacerdote.

35-33 - Assim, não profanareis a terra em que estais; porque o sangue faz profanar a terra; e nenhuma expiação se fará pela terra por causa do sangue que se derramar nela, senão com o sangue daquele que o derramou.

35-34 - Não contaminareis, pois, a terra na qual vós habitareis, no meio da qual eu habitarei; pois eu, o SENHOR, habito no meio dos filhos de Israel.

36-1 - E chegaram os cabeças dos pais da geração dos filhos de Gileade, filho de Maquir, filho de Manassés, das famílias dos filhos de José, e falaram diante de Moisés e diante dos maiorais, cabeças dos pais dos filhos de Israel.

36-2 - E disseram: O SENHOR mandou dar esta terra a meu senhor por sorte em herança aos filhos de Israel; e a meu senhor foi ordenado pelo SENHOR que a herança do nosso irmão Zelofeade se desse a suas filhas.

36-3 - E, casando-se elas com algum dos filhos das outras tribos dos filhos de Israel, então, a sua herança seria diminuída da herança de nossos pais e acrescentada à herança da tribo de quem forem; assim, se tiraria da sorte da nossa herança.

36-4 - Vindo também o Ano do Jubileu dos filhos de Israel, a sua herança se acrescentaria à herança da tribo daqueles com quem se casarem; assim, a sua herança será tirada da herança da tribo de nossos pais.

36-5 - Então, Moisés deu ordem aos filhos de Israel, segundo o mandado do SENHOR, dizendo: A tribo dos filhos de José fala bem.

36-6 - Esta é a palavra que o SENHOR mandou acerca das filhas de Zelofeade, dizendo: Sejam por mulheres a quem bem parecer aos seus olhos, contanto que se casem na família da tribo de seu pai.

36-7 - Assim, a herança dos filhos de Israel não passará de tribo em tribo; pois os filhos de Israel se chegarão cada um à herança da tribo de seus pais.

36-8 - E qualquer filha que herdar alguma herança das tribos dos filhos de Israel se casará com alguém da geração da tribo de seu pai; para que os filhos de Israel possuam cada um a herança de seus pais.

36-9 - Assim, a herança não passará de uma tribo a outra; pois as tribos dos filhos de Israel se chegarão cada uma à sua herança.

36-10 - Como o SENHOR ordenara a Moisés, assim fizeram as filhas de Zelofeade.

36-11 - Pois Macla, e Tirza, e Hogla, e Milca, e Noa, filhas de Zelofeade, se casaram com os filhos de seus tios.

36-12 - Das famílias dos de Manassés, filho de José, elas foram mulheres; assim, a sua herança ficou na tribo da família de seu pai.

36-13 - Estes são os mandamentos e os juízos que mandou o SENHOR pela mão de Moisés aos filhos de Israel nas campinas dos moabitas, junto ao Jordão, de Jericó.