A Bíblia - ON LINE - Levítico - LV

1-1 - E chamou o SENHOR a Moisés e falou com ele da tenda da congregação, dizendo:

1-2 - Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando algum de vós oferecer oferta ao SENHOR, oferecereis as vossas ofertas de gado, de vacas e de ovelhas.

1-3 - Se a sua oferta for holocausto de gado, oferecerá macho sem mancha; à porta da tenda da congregação a oferecerá, de sua própria vontade, perante o SENHOR.

1-4 - E porá a sua mão sobre a cabeça do holocausto, para que seja aceito por ele, para a sua expiação.

1-5 - Depois, degolará o bezerro perante o SENHOR; e os filhos de Arão, os sacerdotes, oferecerão o sangue e espargirão o sangue à roda sobre o altar que está diante da porta da tenda da congregação.

1-6 - Então, esfolará o holocausto e o partirá nos seus pedaços.

1-7 - E os filhos de Arão, os sacerdotes, porão fogo sobre o altar, pondo em ordem a lenha sobre o fogo.

1-8 - Também os filhos de Arão, os sacerdotes, porão em ordem os pedaços, a cabeça e o redenho, sobre a lenha que está no fogo em cima do altar.

1-9 - Porém a sua fressura e as suas pernas lavar-se-ão com água; e o sacerdote tudo isto queimará sobre o altar; holocausto é, oferta queimada, de cheiro suave ao SENHOR.

1-10 - E, se a sua oferta for de gado miúdo, de ovelhas ou de cabras, para holocausto, oferecerá macho sem mancha,

1-11 - e a degolará ao lado do altar, para a banda do norte, perante o SENHOR; e os filhos de Arão, os sacerdotes, espargirão o seu sangue à roda sobre o altar.

1-12 - Depois, a partirá nos seus pedaços, como também a sua cabeça e o seu redenho; e o sacerdote os porá em ordem sobre a lenha que está no fogo sobre o altar.

1-13 - Porém a fressura e as pernas lavar-se-ão com água; e o sacerdote tudo isto oferecerá e o queimará sobre o altar; holocausto é, oferta queimada, de cheiro suave ao SENHOR.

1-14 - E, se a sua oferta ao SENHOR for holocausto de aves, oferecerá a sua oferta de rolas ou de pombinhos.

1-15 - E o sacerdote a oferecerá sobre o altar, e lhe torcerá o pescoço com a sua unha, e a queimará sobre o altar; e o seu sangue será espremido na parede do altar;

1-16 - e o seu papo com as suas penas tirará e o lançará junto ao altar, para a banda do oriente, no lugar da cinza;

1-17 - e fendê-la-á com as suas asas, porém não a partirá; e o sacerdote a queimará em cima do altar sobre a lenha que está no fogo; holocausto é, oferta queimada, de cheiro suave ao SENHOR.

2-1 - E, quando alguma pessoa oferecer oferta de manjares ao SENHOR, a sua oferta será de flor de farinha; nela, deitará azeite e porá o incenso sobre ela.

2-2 - E a trará aos filhos de Arão, os sacerdotes, um dos quais tomará dela um punhado da flor de farinha e do seu azeite com todo o seu incenso; e o sacerdote queimará este memorial sobre o altar; oferta queimada é, de cheiro suave ao SENHOR.

2-3 - E o que sobejar da oferta de manjares será de Arão e de seus filhos; coisa santíssima é, de ofertas queimadas ao SENHOR.

2-4 - E, quando ofereceres oferta de manjares, cozida no forno, será de bolos asmos de flor de farinha, amassados com azeite, e coscorões asmos untados com azeite.

2-5 - E, se a tua oferta for oferta de manjares, cozida na caçoula, será da flor de farinha sem fermento, amassada com azeite.

2-6 - Em pedaços a partirás e sobre ela deitarás azeite; é oferta de manjares.

2-7 - E, se a tua oferta for oferta de manjares da sertã, far-se-á da flor de farinha com azeite.

2-8 - Então, trarás a oferta de manjares, que se fará daquilo, ao SENHOR; e se apresentará ao sacerdote, o qual a levará ao altar.

2-9 - E o sacerdote tomará daquela oferta de manjares o seu memorial e a queimará sobre o altar; oferta queimada é, de cheiro suave ao SENHOR.

2-10 - E o que sobejar da oferta de manjares será de Arão e de seus filhos; coisa santíssima é, de ofertas queimadas ao SENHOR.

2-11 - Nenhuma oferta de manjares, que oferecerdes ao SENHOR, se fará com fermento; porque de nenhum fermento, nem de mel algum oferecereis oferta queimada ao SENHOR.

2-12 - Deles, oferecereis ao SENHOR por oferta das primícias; porém sobre o altar não subirão por cheiro suave.

2-13 - E toda a oferta dos teus manjares salgarás com sal; e não deixarás faltar à tua oferta de manjares o sal do concerto do teu Deus; em toda a tua oferta oferecerás sal.

2-14 - E, se ofereceres ao SENHOR oferta de manjares das primícias, oferecerás a oferta de manjares das tuas primícias de espigas verdes, tostadas ao fogo, isto é, do grão trilhado de espigas verdes cheias.

2-15 - E sobre ela deitarás azeite e porás sobre ela incenso; oferta é de manjares.

2-16 - Assim, o sacerdote queimará o seu memorial do seu grão trilhado e do seu azeite, com todo o seu incenso; oferta queimada é ao SENHOR.

3-1 - E, se a sua oferta for sacrifício pacífico, se a oferecer de gado macho ou fêmea, a oferecerá sem mancha diante do SENHOR.

3-2 - E porá a sua mão sobre a cabeça da sua oferta e a degolará diante da porta da tenda da congregação; e os filhos de Arão, os sacerdotes, espargirão o sangue sobre o altar, em roda.

3-3 - Depois, oferecerá do sacrifício pacífico a oferta queimada ao SENHOR: a gordura que cobre a fressura e toda a gordura que está sobre a fressura.

3-4 - Então, ambos os rins, e a gordura que está sobre eles e sobre as tripas, e o redenho que está sobre o fígado com os rins tirará.

3-5 - E os filhos de Arão queimarão isso sobre o altar, em cima do holocausto, que estará sobre a lenha que está no fogo; oferta queimada é, de cheiro suave ao SENHOR.

3-6 - E, se a sua oferta for de gado miúdo por sacrifício pacífico ao SENHOR, seja macho ou fêmea, sem mancha a oferecerá.

3-7 - Se oferecer um cordeiro por sua oferta, oferecê-lo-á perante o SENHOR.

3-8 - E porá a sua mão sobre a cabeça da sua oferta e a degolará diante da tenda da congregação; e os filhos de Arão espargirão o seu sangue sobre o altar, em redor.

3-9 - Então, do sacrifício pacífico oferecerá ao SENHOR por oferta queimada a sua gordura, a cauda toda, a qual tirará do espinhaço, e a gordura que cobre a fressura, e toda a gordura que está sobre a fressura,

3-10 - como também tirará ambos os rins, e a gordura que está sobre eles e sobre as tripas, e o redenho que está sobre o fígado com os rins.

3-11 - E o sacerdote queimará isso sobre o altar; manjar é da oferta queimada ao SENHOR.

3-12 - Mas, se a sua oferta for uma cabra, perante o SENHOR a oferecerá.

3-13 - E porá a sua mão sobre a sua cabeça e a degolará diante da tenda da congregação; e os filhos de Arão espargirão o seu sangue sobre o altar em redor.

3-14 - Depois, oferecerá dela a sua oferta, por oferta queimada ao SENHOR: a gordura que cobre a fressura e toda a gordura que está sobre a fressura,

3-15 - como também tirará ambos os rins, e a gordura que está sobre eles e sobre as tripas, e o redenho que está sobre o fígado com os rins.

3-16 - E o sacerdote queimará isso sobre o altar; manjar é da oferta queimada, de cheiro suave. Toda a gordura será do SENHOR.

3-17 - Estatuto perpétuo será nas vossas gerações, em todas as vossas habitações: nenhuma gordura, nem sangue algum comereis.

4-1 - Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

4-2 - Fala aos filhos de Israel, dizendo: Quando uma alma pecar por erro contra alguns dos mandamentos do SENHOR, acerca do que se não deve fazer, e fazer contra algum deles;

4-3 - se o sacerdote ungido pecar para escândalo do povo, oferecerá pelo seu pecado, que pecou, um novilho sem mancha, ao SENHOR, por expiação do pecado.

4-4 - E trará o novilho à porta da tenda da congregação, perante o SENHOR, e porá a sua mão sobre a cabeça do novilho, e degolará o novilho perante o SENHOR.

4-5 - Então, o sacerdote ungido tomará do sangue do novilho e o trará à tenda da congregação;

4-6 - e o sacerdote molhará o seu dedo no sangue e daquele sangue espargirá sete vezes perante o SENHOR, diante do véu do santuário.

4-7 - Também porá o sacerdote daquele sangue sobre as pontas do altar do incenso aromático, perante o SENHOR, altar que está na tenda da congregação; e todo o resto do sangue do novilho derramará à base do altar do holocausto, que está à porta da tenda da congregação.

4-8 - E toda a gordura do novilho da expiação tirará dele: a gordura que cobre a fressura, e toda a gordura que está sobre a fressura,

4-9 - e os dois rins, e a gordura que está sobre eles, que está sobre as tripas, e o redenho de sobre o fígado, com os rins, tirará,

4-10 - como se tira do boi do sacrifício pacífico; e o sacerdote a queimará sobre o altar do holocausto.

4-11 - Mas o couro do novilho, e toda a sua carne, com a sua cabeça e as suas pernas, e as suas entranhas, e o seu esterco,

4-12 - isto é, todo aquele novilho, levará fora do arraial a um lugar limpo, onde se lança a cinza, e o queimará com fogo sobre a lenha; onde se lança a cinza se queimará.

4-13 - Mas, se toda a congregação de Israel errar, e o negócio for oculto aos olhos da congregação, e se fizerem, contra algum dos mandamentos do SENHOR, aquilo que se não deve fazer, e forem culpados,

4-14 - e o pecado em que pecarem for notório, então, a congregação oferecerá um novilho, por expiação do pecado, e o trará diante da tenda da congregação.

4-15 - E os anciãos da congregação porão as suas mãos sobre a cabeça do novilho perante o SENHOR; e degolar-se-á o novilho perante o SENHOR.

4-16 - Então, o sacerdote ungido trará do sangue do novilho à tenda da congregação.

4-17 - E o sacerdote molhará o seu dedo naquele sangue e o espargirá sete vezes perante o SENHOR, diante do véu.

4-18 - E daquele sangue porá sobre as pontas do altar, que está perante a face do SENHOR, na tenda da congregação; e todo o resto do sangue derramará à base do altar do holocausto, que está diante da porta da tenda da congregação.

4-19 - E tirará dele toda a sua gordura e queimá-la-á sobre o altar;

4-20 - e fará a este novilho como fez ao novilho da expiação; assim lhe fará, e o sacerdote por eles fará propiciação, e lhes será perdoado o pecado.

4-21 - Depois, levará o novilho fora do arraial e o queimará como queimou o primeiro novilho; é expiação do pecado da congregação.

4-22 - Quando um príncipe pecar, e por erro fizer contra algum de todos os mandamentos do SENHOR, seu Deus, aquilo que se não deve fazer, e assim for culpado;

4-23 - ou se o seu pecado, no qual pecou, lhe for notificado, então, trará por sua oferta um bode tirado de entre as cabras, macho sem mancha.

4-24 - E porá a sua mão sobre a cabeça do bode e o degolará no lugar onde se degola o holocausto, perante a face do SENHOR; expiação do pecado é.

4-25 - Depois, o sacerdote com o seu dedo tomará do sangue da expiação e o porá sobre as pontas do altar do holocausto; então, o resto do seu sangue derramará à base do altar do holocausto.

4-26 - Também queimará sobre o altar toda a sua gordura como a gordura do sacrifício pacífico; assim, o sacerdote por ele fará expiação do seu pecado, e este lhe será perdoado.

4-27 - E, se qualquer outra pessoa do povo da terra pecar por erro, fazendo contra algum dos mandamentos do SENHOR aquilo que se não deve fazer e assim for culpada;

4-28 - ou se o seu pecado, no qual pecou, lhe for notificado, então, trará por sua oferta uma cabra fêmea sem mancha, pelo seu pecado que pecou.

4-29 - E porá a sua mão sobre a cabeça da oferta pela expiação do pecado e a degolará no lugar do holocausto.

4-30 - Depois, o sacerdote com o seu dedo tomará do seu sangue e o porá sobre as pontas do altar do holocausto; e todo o resto do seu sangue derramará à base do altar.

4-31 - E tirará toda a gordura, como se tira a gordura do sacrifício pacífico; e o sacerdote a queimará sobre o altar por cheiro suave ao SENHOR; e o sacerdote fará propiciação por ela, e lhe será perdoado o pecado.

4-32 - Mas, se pela sua oferta trouxer uma cordeira para expiação do pecado, sem mancha a trará.

4-33 - E porá a sua mão sobre a cabeça da oferta pela expiação do pecado e a degolará por expiação do pecado, no lugar onde se degola o holocausto.

4-34 - Depois, o sacerdote com o seu dedo tomará do sangue da expiação do pecado e o porá sobre as pontas do altar do holocausto; então, todo o resto do seu sangue derramará na base do altar.

4-35 - E tirará toda a sua gordura, como se tira a gordura do cordeiro do sacrifício pacífico; e o sacerdote a queimará sobre o altar, em cima das ofertas queimadas do SENHOR; assim, o sacerdote por ela fará expiação dos seus pecados, que pecou, e lhe será perdoado o pecado.

5-1 - E, quando alguma pessoa pecar, ouvindo uma voz de blasfêmia, de que for testemunha, seja que o viu ou que o soube, se o não denunciar, então, levará a sua iniqüidade;

5-2 - ou quando alguma pessoa tocar em alguma coisa imunda, seja corpo morto de besta-fera imunda, seja corpo morto de animal imundo, seja corpo morto de réptil imundo, ainda que lhe fosse oculto, contudo, será ele imundo e culpado;

5-3 - ou quando tocar a imundícia dum homem, seja qual for a sua imundícia, com que se faça imundo, e lhe for oculto, e o souber depois, será culpado;

5-4 - ou quando alguma pessoa jurar, pronunciando temerariamente com os seus lábios, para fazer mal ou para fazer bem, em tudo o que o homem pronuncia temerariamente com juramento, e lhe for oculto, e o souber depois, culpado será numa destas coisas.

5-5 - Será, pois, que, culpado sendo numa destas coisas, confessará aquilo em que pecou.

5-6 - E a sua expiação trará ao SENHOR, pelo seu pecado que pecou: uma fêmea de gado miúdo, uma cordeira ou uma cabrinha pelo pecado; assim, o sacerdote por ela fará expiação do seu pecado.

5-7 - Mas, se a sua mão não alcançar o que bastar para gado miúdo, então, trará, em expiação da culpa que cometeu, ao SENHOR, duas rolas ou dois pombinhos; um para expiação do pecado, e o outro para holocausto.

5-8 - E os trará ao sacerdote, o qual primeiro oferecerá aquele que é para expiação do pecado; e, com a sua unha, lhe fenderá a cabeça junto ao pescoço, mas não o partirá.

5-9 - E do sangue da expiação do pecado espargirá sobre a parede do altar, porém o que sobejar daquele sangue espremer-se-á à base do altar; expiação do pecado é.

5-10 - E do outro fará holocausto conforme o costume; assim, o sacerdote por ela fará expiação do seu pecado que pecou, e lhe será perdoado.

5-11 - Porém, se a sua mão não alcançar duas rolas ou dois pombinhos, então, aquele que pecou trará pela sua oferta a décima parte de um efa de flor de farinha, para expiação do pecado; não deitará sobre ela azeite, nem lhe porá em cima o incenso, porquanto é expiação do pecado.

5-12 - E a trará ao sacerdote, e o sacerdote dela tomará o seu punho cheio por seu memorial e a queimará sobre o altar, em cima das ofertas queimadas do SENHOR; expiação de pecado é.

5-13 - Assim, o sacerdote por ela fará expiação do seu pecado, que pecou em alguma destas coisas, e lhe será perdoado; e o resto será do sacerdote, como a oferta de manjares.

5-14 - E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

5-15 - Quando alguma pessoa cometer uma transgressão e pecar por ignorância nas coisas sagradas do SENHOR, então, trará ao SENHOR, por expiação, um carneiro sem mancha do rebanho, conforme a tua estimação em siclos de prata, segundo o siclo do santuário, para expiação da culpa.

5-16 - Assim, restituirá o que ele tirou das coisas sagradas, e ainda de mais acrescentará o seu quinto, e o dará ao sacerdote; assim, o sacerdote, com o carneiro da expiação, fará expiação por ela, e ser-lhe-á perdoado o pecado.

5-17 - E, se alguma pessoa pecar e fizer contra algum de todos os mandamentos do SENHOR o que se não deve fazer, ainda que o não soubesse, contudo, será ela culpada e levará a sua iniqüidade.

5-18 - E trará ao sacerdote um carneiro sem mancha do rebanho, conforme a tua estimação, para expiação da culpa, e o sacerdote por ela fará expiação do seu erro em que errou sem saber; e lhe será perdoado.

5-19 - Expiação de culpa é; certamente se fez culpada ao SENHOR.

6-1 - Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

6-2 - Quando alguma pessoa pecar, e transgredir contra o SENHOR, e negar ao seu próximo o que se lhe deu em guarda, ou o que depôs na sua mão, ou o roubo, ou o que retém violentamente ao seu próximo;

6-3 - ou que achou o perdido, e o negar com falso juramento, ou fizer alguma outra coisa de todas em que o homem costuma pecar,

6-4 - será, pois, que, porquanto pecou e ficou culpada, restituirá o roubo que roubou, ou o retido que retém violentamente, ou o depósito que lhe foi dado em guarda, ou o perdido que achou,

6-5 - ou tudo aquilo sobre que jurou falsamente; e o restituirá no seu cabedal e ainda sobre isso acrescentará o quinto; àquele de quem é o dará no dia de sua expiação.

6-6 - E a sua expiação trará ao SENHOR um carneiro sem mancha do rebanho, conforme a tua estimação, para a expiação da culpa; trará ao sacerdote.

6-7 - E o sacerdote fará expiação por ela diante do SENHOR, e será perdoada de qualquer de todas as coisas que fez, sendo culpada nelas.

6-8 - Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

6-9 - Dá ordem a Arão e a seus filhos, dizendo: Esta é a lei do holocausto: o holocausto será queimado sobre o altar toda a noite até pela manhã, e o fogo do altar arderá nele.

6-10 - E o sacerdote vestirá a sua veste de linho, e vestirá as calças de linho sobre a sua carne, e levantará a cinza, quando o fogo houver consumido o holocausto sobre o altar, e a porá junto ao altar.

6-11 - Depois, despirá as suas vestes, e vestirá outras vestes, e levará a cinza fora do arraial para um lugar limpo.

6-12 - O fogo, pois, sobre o altar arderá nele, não se apagará; mas o sacerdote acenderá lenha nele cada manhã, e sobre ele porá em ordem o holocausto, e sobre ele queimará a gordura das ofertas pacíficas.

6-13 - O fogo arderá continuamente sobre o altar; não se apagará.

6-14 - E esta é a lei da oferta de manjares: um dos filhos de Arão a oferecerá perante o SENHOR, diante do altar.

6-15 - E tomará o seu punho cheio da flor de farinha da oferta e do seu azeite e todo o incenso que estiver sobre a oferta de manjares; então, o queimará sobre o altar; cheiro suave é isso, por ser memorial ao SENHOR.

6-16 - E o restante dela comerão, Arão e seus filhos; asmo se comerá no lugar santo; no pátio da tenda da congregação o comerão.

6-17 - Levedado não se cozerá; sua porção é que lhes dei das minhas ofertas queimadas; coisa santíssima é, como a expiação do pecado e como a expiação da culpa.

6-18 - Todo varão entre os filhos de Arão comerá da oferta de manjares; estatuto perpétuo será para as vossas gerações dentre as ofertas queimadas do SENHOR; tudo o que tocar nelas será santo.

6-19 - Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

6-20 - Esta é a oferta de Arão e de seus filhos, que oferecerão ao SENHOR no dia em que aquele for ungido: a décima parte de um efa de flor de farinha pela oferta de manjares contínua; a metade dela pela manhã e a outra metade dela à tarde.

6-21 - Numa caçoula se fará com azeite; cozida a trarás; e os pedaços cozidos da oferta oferecerás em cheiro suave ao SENHOR.

6-22 - Também o sacerdote, que de entre seus filhos for ungido em seu lugar, fará o mesmo; por estatuto perpétuo seja; toda será queimada ao SENHOR.

6-23 - Assim, toda a oferta do sacerdote totalmente será queimada; não se comerá.

6-24 - Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

6-25 - Fala a Arão e a seus filhos, dizendo: Esta é a lei da expiação do pecado: no lugar onde se degola o holocausto, se degolará a oferta pela expiação do pecado, perante o SENHOR; coisa santíssima é.

6-26 - O sacerdote que a oferecer pelo pecado a comerá; no lugar santo se comerá, no pátio da tenda da congregação.

6-27 - Tudo o que tocar a sua carne será santo; se espargir alguém do seu sangue sobre a sua veste, lavarás aquilo sobre que caiu, no lugar santo.

6-28 - E o vaso de barro em que for cozida será quebrado; porém, se for cozida num vaso de cobre, esfregar-se-á e lavar-se-á na água.

6-29 - Todo varão entre os sacerdotes a comerá; coisa santíssima é.

6-30 - Porém nenhuma oferta pela expiação de pecado, cujo sangue se traz à tenda da congregação, para expiar no santuário, se comerá; no fogo será queimada.

7-1 - E esta é a lei da expiação da culpa; coisa santíssima é.

7-2 - No lugar onde degolam o holocausto, degolarão a oferta pela expiação da culpa, e o seu sangue se espargirá sobre o altar em redor.

7-3 - E dela se oferecerá toda a sua gordura, a cauda e a gordura que cobre a fressura;

7-4 - também ambos os rins e a gordura que neles há, que está sobre as tripas; e o redenho sobre o fígado, com os rins, se tirará.

7-5 - E o sacerdote o queimará sobre o altar em oferta queimada ao SENHOR; expiação da culpa é.

7-6 - Todo varão entre os sacerdotes a comerá; no lugar santo se comerá; coisa santíssima é.

7-7 - Como a oferta pela expiação do pecado, assim será a oferta pela expiação da culpa; uma mesma lei haverá para elas: será do sacerdote que houver feito propiciação com ela.

7-8 - Também o sacerdote que oferecer o holocausto de alguém, o mesmo sacerdote, terá o couro do holocausto que oferecer.

7-9 - Como também toda oferta que se cozer no forno, com tudo que se preparar na sertã e na caçoula, será do sacerdote que a oferece.

7-10 - Também toda oferta amassada com azeite ou seca será de todos os filhos de Arão, assim de um como de outro.

7-11 - E esta é a lei do sacrifício pacífico que se oferecerá ao SENHOR.

7-12 - Se o oferecer por oferta de louvores, com o sacrifício de louvores, oferecerá bolos asmos amassados com azeite e coscorões asmos amassados com azeite; e os bolos amassados com azeite serão fritos, de flor de farinha.

7-13 - Com os bolos oferecerá pão levedado como sua oferta, com o sacrifício de louvores da sua oferta pacífica.

7-14 - E de toda oferta oferecerá um deles por oferta alçada ao SENHOR, que será do sacerdote que espargir o sangue da oferta pacífica.

7-15 - Mas a carne do sacrifício de louvores da sua oferta pacífica se comerá no dia do seu oferecimento; nada se deixará dela até à manhã.

7-16 - E, se o sacrifício da sua oferta for voto ou oferta voluntária, no dia em que oferecer o seu sacrifício se comerá; e o que dele ficar também se comerá no dia seguinte.

7-17 - E o que ainda ficar da carne do sacrifício ao terceiro dia será queimado no fogo.

7-18 - Porque, se da carne do seu sacrifício pacífico se comer ao terceiro dia, aquele que a ofereceu não será aceito, nem lhe será imputado; coisa abominável será, e a pessoa que comer dela levará a sua iniqüidade.

7-19 - E a carne que tocar alguma coisa imunda não se comerá; com fogo será queimada; mas da outra carne qualquer que estiver limpo comerá dela.

7-20 - Porém, se alguma pessoa comer a carne do sacrifício pacífico, que é do SENHOR, tendo ela sobre si a sua imundícia, aquela pessoa será extirpada dos seus povos.

7-21 - E, se uma pessoa tocar alguma coisa imunda, como imundícia de homem, ou gado imundo, ou qualquer abominação imunda, e comer da carne do sacrifício pacífico, que é do SENHOR, aquela pessoa será extirpada dos seus povos.

7-22 - Depois, falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

7-23 - Fala aos filhos de Israel, dizendo: Nenhuma gordura de boi, nem de carneiro, nem de cabra comereis.

7-24 - Porém pode usar-se da gordura do corpo morto e da gordura do dilacerado, para toda obra, mas de nenhuma maneira a comereis;

7-25 - porque qualquer que comer a gordura do animal, do qual se oferecer ao SENHOR oferta queimada, a pessoa que a comer será extirpada dos seus povos.

7-26 - E nenhum sangue comereis em qualquer das vossas habitações, quer de aves quer de gado.

7-27 - Toda pessoa que comer algum sangue, aquela pessoa será extirpada dos seus povos.

7-28 - Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

7-29 - Fala aos filhos de Israel, dizendo: Quem oferecer ao SENHOR o seu sacrifício pacífico trará a sua oferta ao SENHOR; do seu sacrifício pacífico

7-30 - as suas próprias mãos trarão as ofertas queimadas do SENHOR; a gordura do peito com o peito trará para movê-lo por oferta movida perante o SENHOR.

7-31 - E o sacerdote queimará a gordura sobre o altar, porém o peito será de Arão e de seus filhos.

7-32 - Também a espádua direita dareis ao sacerdote por oferta alçada dos vossos sacrifícios pacíficos.

7-33 - Aquele dos filhos de Arão que oferecer o sangue do sacrifício pacífico e a gordura, esse terá a espádua direita por sua porção;

7-34 - porque o peito movido e a espádua alçada tomei dos filhos de Israel, dos seus sacrifícios pacíficos, e os dei a Arão, o sacerdote, e a seus filhos, por estatuto perpétuo dos filhos de Israel.

7-35 - Esta é a porção de Arão e a porção de seus filhos, das ofertas queimadas do SENHOR, no dia em que os apresentou para administrar o sacerdócio ao SENHOR,

7-36 - o que o SENHOR ordenou que se lhes desse dentre os filhos de Israel no dia em que os ungiu; estatuto perpétuo é pelas suas gerações.

7-37 - Esta é a lei do holocausto, e da oferta de manjares, e da expiação do pecado, e da expiação da culpa, e da oferta das consagrações, e do sacrifício pacífico,

7-38 - que o SENHOR ordenou a Moisés no monte Sinai, no dia em que ordenou aos filhos de Israel que oferecessem as suas ofertas ao SENHOR, no deserto do Sinai.

8-1 - Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

8-2 - Toma a Arão, e a seus filhos com ele, e as vestes, e o azeite da unção, como também o novilho da expiação do pecado, e os dois carneiros, e o cesto dos pães asmos

8-3 - e ajunta toda a congregação à porta da tenda da congregação.

8-4 - Fez, pois, Moisés como o SENHOR lhe ordenara, e a congregação ajuntou-se à porta da tenda da congregação.

8-5 - Então, disse Moisés à congregação: Isto é o que o SENHOR ordenou que se fizesse.

8-6 - E Moisés fez chegar a Arão e a seus filhos, e os lavou com água,

8-7 - e lhe vestiu a túnica, e cingiu-o com o cinto, e pôs sobre ele o manto; também pôs sobre ele o éfode, e cingiu-o com o cinto lavrado do éfode, e o apertou com ele.

8-8 - Depois, pôs-lhe o peitoral, pondo no peitoral o Urim e o Tumim;

8-9 - e pôs a mitra sobre a sua cabeça e na mitra, diante do seu rosto, pôs a lâmina de ouro, a coroa da santidade, como o SENHOR ordenara a Moisés.

8-10 - Então, Moisés tomou o azeite da unção, e ungiu o tabernáculo e tudo o que havia nele, e o santificou;

8-11 - e dele espargiu sete vezes sobre o altar e ungiu o altar e todos os seus vasos, como também a pia e a sua base, para santificá-los.

8-12 - Depois, derramou do azeite da unção sobre a cabeça de Arão e ungiu-o, para santificá-lo.

8-13 - Também Moisés fez chegar os filhos de Arão, e vestiu-lhes as túnicas, e cingiu-os com o cinto, e apertou-lhes as tiaras, como o SENHOR ordenara a Moisés.

8-14 - Então, fez chegar o novilho da expiação do pecado; e Arão e seus filhos puseram as mãos sobre a cabeça do novilho da expiação do pecado;

8-15 - e o degolou; e Moisés tomou o sangue, e pôs dele com o seu dedo sobre as pontas do altar em redor, e expiou o altar; depois, derramou o resto do sangue à base do altar e o santificou, para fazer expiação por ele.

8-16 - Depois, tomou toda a gordura que está na fressura, e o redenho do fígado, e os dois rins, e sua gordura; e Moisés os queimou sobre o altar.

8-17 - Mas o novilho com o seu couro, e a sua carne, e o seu esterco queimou com fogo fora do arraial, como o SENHOR ordenara a Moisés.

8-18 - Depois, fez chegar o carneiro do holocausto; e Arão e seus filhos puseram as mãos sobre a cabeça do carneiro;

8-19 - e o degolou; e Moisés espargiu o sangue sobre o altar, em redor.

8-20 - Partiu também o carneiro nos seus pedaços; e Moisés queimou a cabeça, e os pedaços, e a gordura.

8-21 - Porém a fressura e as pernas lavou com água; e Moisés queimou todo o carneiro sobre o altar; holocausto de cheiro suave, uma oferta queimada era ao SENHOR, como o SENHOR ordenara a Moisés.

8-22 - Depois, fez chegar o outro carneiro, o carneiro da consagração; e Arão e seus filhos puseram as mãos sobre a cabeça do carneiro;

8-23 - e o degolou; e Moisés tomou do seu sangue e o pôs sobre a ponta da orelha direita de Arão, e sobre o polegar da sua mão direita, e sobre o polegar do seu pé direito.

8-24 - Também fez chegar os filhos de Arão; e Moisés pôs daquele sangue sobre a ponta da orelha direita deles, e sobre o polegar da sua mão direita, e sobre o polegar do seu pé direito; e Moisés espargiu o resto do sangue sobre o altar, em redor.

8-25 - E tomou a gordura, e a cauda, e toda a gordura que está na fressura, e o redenho do fígado, e ambos os rins, e a sua gordura e a espádua direita.

8-26 - Também do cesto dos pães asmos, que estava diante do SENHOR, tomou um bolo asmo, e um bolo de pão azeitado, e um coscorão e os pôs sobre a gordura e sobre a espádua direita.

8-27 - E tudo isso pôs nas mãos de Arão e nas mãos de seus filhos e os moveu por oferta de movimento perante o SENHOR.

8-28 - Depois, Moisés tomou-os das suas mãos e os queimou no altar sobre o holocausto; estas foram uma oferta da consagração, por cheiro suave, oferta queimada ao SENHOR.

8-29 - E tomou Moisés o peito e moveu-o por oferta de movimento perante o SENHOR; aquela foi a porção de Moisés, do carneiro da consagração, como o SENHOR ordenara a Moisés.

8-30 - Tomou Moisés também do azeite da unção e do sangue que estava sobre o altar e o espargiu sobre Arão, e sobre as suas vestes, e sobre os seus filhos, e sobre as vestes de seus filhos com ele; e santificou a Arão, e as suas vestes, e seus filhos, e as vestes de seus filhos com ele.

8-31 - E Moisés disse a Arão e a seus filhos: Cozei a carne diante da porta da tenda da congregação e ali a comei com o pão que está no cesto da consagração, como tenho ordenado, dizendo: Arão e seus filhos a comerão.

8-32 - Mas o que sobejar da carne e do pão queimareis com fogo.

8-33 - Também da porta da tenda da congregação não saireis por sete dias, até ao dia em que se cumprirem os dias da vossa consagração; porquanto por sete dias o Senhor vos consagrará.

8-34 - Como se fez neste dia, assim o SENHOR ordenou se fizesse, para fazer expiação por vós.

8-35 - Ficareis, pois, à porta da tenda da congregação dia e noite, por sete dias, e fareis a guarda do SENHOR, para que não morrais; porque assim me foi ordenado.

8-36 - E Arão e seus filhos fizeram todas as coisas que o SENHOR ordenara pela mão de Moisés.

9-1 - E aconteceu, ao dia oitavo, que Moisés chamou a Arão, e a seus filhos, e aos anciãos de Israel

9-2 - e disse a Arão: Toma um bezerro, para expiação do pecado, e um carneiro, para holocausto, sem mancha, e traze-os perante o SENHOR.

9-3 - Depois, falarás aos filhos de Israel, dizendo: Tomai um bode, para expiação do pecado, e um bezerro e um cordeiro de um ano, sem mancha, para holocausto;

9-4 - também um boi e um carneiro, por sacrifício pacífico, para sacrificar perante o SENHOR, e oferta de manjares, amassada com azeite; porquanto hoje o SENHOR vos aparecerá.

9-5 - Então, trouxeram o que ordenara Moisés, diante da tenda da congregação, e chegou-se toda a congregação e se pôs perante o SENHOR.

9-6 - E disse Moisés: Esta coisa que o SENHOR ordenou fareis; e a glória do SENHOR vos aparecerá.

9-7 - E disse Moisés a Arão: Chega-te ao altar e faze a tua expiação de pecado e o teu holocausto; e faze expiação por ti e pelo povo; depois, faze a oferta do povo e faze expiação por ele, como ordenou o SENHOR.

9-8 - Então, Arão se chegou ao altar e degolou o bezerro da expiação que era por si mesmo.

9-9 - E os filhos de Arão trouxeram-lhe o sangue; e molhou o dedo no sangue e o pôs sobre as pontas do altar; e o resto do sangue derramou à base do altar.

9-10 - Mas a gordura, e os rins, e o redenho do fígado de expiação do pecado queimou sobre o altar, como o SENHOR ordenara a Moisés.

9-11 - Porém a carne e o couro queimou com fogo fora do arraial.

9-12 - Depois, degolou o holocausto, e os filhos de Arão lhe entregaram o sangue, e ele espargiu-o sobre o altar em redor.

9-13 - Também lhe entregaram o holocausto nos seus pedaços, com a cabeça; e queimou-o sobre o altar.

9-14 - E lavou a fressura e as pernas e as queimou sobre o holocausto no altar.

9-15 - Depois, fez chegar a oferta do povo, e tomou o bode da expiação do pecado, que era pelo povo, e o degolou, e o preparou por expiação do pecado, como o primeiro.

9-16 - Fez também chegar o holocausto e o preparou segundo o rito.

9-17 - E fez chegar a oferta de manjares, e a sua mão encheu dela, e a queimou sobre o altar, além do holocausto da manhã.

9-18 - Depois, degolou o boi e o carneiro em sacrifício pacífico, que era pelo povo; e os filhos de Arão entregaram-lhe o sangue, que espargiu sobre o altar, em redor,

9-19 - como também a gordura do boi e do carneiro, e a cauda, e o que cobre a fressura, e os rins, e o redenho do fígado.

9-20 - E puseram a gordura sobre o peito, e ele queimou a gordura sobre o altar;

9-21 - mas o peito e a espádua direita Arão moveu por oferta de movimento perante o SENHOR, como Moisés tinha ordenado.

9-22 - Depois, Arão levantou as mãos ao povo e o abençoou; e desceu, havendo feito a expiação do pecado, e o holocausto, e a oferta pacífica.

9-23 - Então, entraram Moisés e Arão na tenda da congregação; depois, saíram e abençoaram o povo; e a glória do SENHOR apareceu a todo o povo.

9-24 - Porque o fogo saiu de diante do SENHOR e consumiu o holocausto e a gordura sobre o altar; o que vendo todo o povo, jubilou e caiu sobre as suas faces.

10-1 - E os filhos de Arão, Nadabe e Abiú, tomaram cada um o seu incensário, e puseram neles fogo, e puseram incenso sobre ele, e trouxeram fogo estranho perante a face do SENHOR, o que lhes não ordenara.

10-2 - Então, saiu fogo de diante do SENHOR e os consumiu; e morreram perante o SENHOR.

10-3 - E disse Moisés a Arão: Isto é o que o SENHOR falou, dizendo: Serei santificado naqueles que se cheguem a mim e serei glorificado diante de todo o povo. Porém Arão calou-se.

10-4 - E Moisés chamou a Misael e a Elzafã, filhos de Uziel, tio de Arão, e disse-lhes: Chegai, tirai vossos irmãos de diante do santuário, para fora do arraial.

10-5 - Então, chegaram e levaram-nos nas suas túnicas para fora do arraial, como Moisés tinha dito.

10-6 - E Moisés disse a Arão e a seus filhos Eleazar e Itamar: Não descobrireis as vossas cabeças, nem rasgareis vossas vestes, para que não morrais, nem venha grande indignação sobre toda a congregação; mas vossos irmãos, toda a casa de Israel, lamentem este incêndio que o SENHOR acendeu.

10-7 - Nem saireis da porta da tenda da congregação, para que não morrais; porque está sobre vós o azeite da unção do SENHOR. E fizeram conforme a palavra de Moisés.

10-8 - E falou o SENHOR a Arão, dizendo:

10-9 - Vinho ou bebida forte tu e teus filhos contigo não bebereis, quando entrardes na tenda da congregação, para que não morrais; estatuto perpétuo será isso entre as vossas gerações,

10-10 - para fazer diferença entre o santo e o profano e entre o imundo e o limpo,

10-11 - e para ensinar aos filhos de Israel todos os estatutos que o SENHOR lhes tem falado pela mão de Moisés.

10-12 - E disse Moisés a Arão, e a Eleazar, e a Itamar, seus filhos que lhe ficaram: Tomai a oferta de manjares, restante das ofertas queimadas ao SENHOR, e comei-a sem levedura junto ao altar, porquanto uma coisa santíssima é.

10-13 - Portanto, o comereis no lugar santo; porque isto é a tua porção e a porção de teus filhos, das ofertas queimadas ao SENHOR; porque assim me foi ordenado.

10-14 - Também o peito da oferta do movimento e a espádua da oferta alçada comereis em lugar limpo, tu, e teus filhos, e tuas filhas contigo; porque foram dados por tua porção e por porção de teus filhos, dos sacrifícios pacíficos dos filhos de Israel.

10-15 - A espádua da oferta alçada e o peito da oferta do movimento trarão com as ofertas queimadas de gordura, para mover por oferta de movimento perante o SENHOR; o que será por estatuto perpétuo, para ti e para teus filhos contigo, como o SENHOR tem ordenado.

10-16 - E Moisés diligentemente buscou o bode da expiação, e eis que já era queimado; portanto, indignou-se grandemente contra Eleazar e contra Itamar, os filhos que de Arão ficaram, dizendo:

10-17 - Por que não comestes a oferta pela expiação do pecado no lugar santo? Pois uma coisa santíssima é e o SENHOR a deu a vós, para que levásseis a iniqüidade da congregação, para fazer expiação por eles diante do SENHOR.

10-18 - Eis que não se trouxe o seu sangue para dentro do santuário; certamente havíeis de comê-la no santuário, como eu tinha ordenado.

10-19 - Então, disse Arão a Moisés: Eis que hoje meus filhos ofereceram a sua oferta pela expiação de pecado e o seu holocausto perante o SENHOR, e tais coisas me sucederam; se eu hoje tivesse comido a oferta pela expiação do pecado, seria, pois, aceito aos olhos do SENHOR?

10-20 - E Moisés, ouvindo isto, Arão foi aceito aos seus olhos.

11-1 - E falou o SENHOR a Moisés e a Arão, dizendo-lhes:

11-2 - Falai aos filhos de Israel, dizendo: Estes são os animais que comereis de todos os animais que há sobre a terra:

11-3 - tudo o que tem unhas fendidas, e a fenda das unhas se divide em duas, e remói, entre os animais, aquilo comereis.

11-4 - Destes, porém, não comereis: dos que remoem ou dos que têm unhas fendidas: o camelo, que remói, mas não tem unhas fendidas; este vos será imundo;

11-5 - o coelho, porque remói, mas não tem as unhas fendidas; este vos será imundo;

11-6 - a lebre, porque remói, mas não tem as unhas fendidas; esta vos será imunda.

11-7 - Também o porco, porque tem unhas fendidas, e a fenda das unhas se divide em duas, mas não remói; este vos será imundo;

11-8 - da sua carne não comereis, nem tocareis no seu cadáver. Estes vos serão imundos.

11-9 - Isto comereis de tudo o que há nas águas: tudo o que tem barbatanas e escamas nas águas, nos mares e nos rios; aquilo comereis.

11-10 - Mas tudo o que não tem barbatanas nem escamas, nos mares e nos rios, todo réptil das águas e toda alma vivente que há nas águas, estes serão para vós abominação.

11-11 - Ser-vos-ão, pois, por abominação; da sua carne não comereis e abominareis o seu cadáver.

11-12 - Tudo o que não tem barbatanas ou escamas, nas águas, será para vós abominação.

11-13 - E, das aves, estas abominareis; não se comerão, serão abominação: a águia, e o quebrantosso, e o xofrango,

11-14 - e o milhano, e o abutre segundo a sua espécie,

11-15 - todo corvo segundo a sua espécie,

11-16 - e o avestruz, e o mocho, e o cuco, e o gavião segundo a sua espécie,

11-17 - e o bufo, e o corvo-marinho, e a coruja,

11-18 - e a gralha, e o cisne, e o pelicano,

11-19 - e a cegonha, e a garça segundo a sua espécie, e a poupa, e o morcego.

11-20 - Todo réptil que voa, que anda sobre quatro pés, será para vós uma abominação.

11-21 - Mas isto comereis de todo o réptil que voa, que anda sobre quatro pés: o que tiver pernas sobre os seus pés, para saltar com elas sobre a terra.

11-22 - Deles comereis estes: a locusta segundo a sua espécie, e o gafanhoto devorador segundo a sua espécie, e o grilo segundo a sua espécie, e o gafanhoto segundo a sua espécie.

11-23 - E todo réptil que voa, que tem quatro pés, será para vós uma abominação.

11-24 - E por estes sereis imundos: qualquer que tocar o seu cadáver imundo será até à tarde.

11-25 - Qualquer que levar os seus cadáveres lavará as suas vestes e será imundo até à tarde.

11-26 - Todo animal que tem unhas fendidas, mas a fenda não se divide em duas e que não remói vos será por imundo; qualquer que tocar neles será imundo.

11-27 - E tudo o que anda sobre as suas patas, isto é, todo animal que anda a quatro pés, vos será por imundo; qualquer que tocar no seu cadáver será imundo até à tarde.

11-28 - E o que levar o seu cadáver lavará as suas vestes e será imundo até à tarde; eles vos serão por imundos.

11-29 - Estes também vos serão por imundos entre os répteis que se arrastam sobre a terra: a doninha, e o rato, e o cágado segundo a sua espécie,

11-30 - e o ouriço cacheiro, e o lagarto, e a lagartixa, e a lesma, e a toupeira.

11-31 - Estes vos serão por imundos entre todo o réptil; qualquer que os tocar, estando eles mortos, será imundo até à tarde.

11-32 - E tudo aquilo sobre o que deles cair alguma coisa, estando eles mortos, será imundo; seja vaso de madeira, ou veste, ou pele, ou saco, ou qualquer instrumento com que se faz alguma obra, será metido na água e será imundo até à tarde; depois, será limpo.

11-33 - E todo vaso de barro, em que cair alguma coisa deles, tudo o que houver nele será imundo; e o vaso quebrareis.

11-34 - Todo manjar que se come, sobre o que vier tal água, será imundo; e toda bebida que se bebe, em todo vaso, será imunda.

11-35 - E aquilo sobre o que cair alguma coisa de seu corpo morto será imundo: o forno e o vaso de barro serão quebrados; imundos são; portanto, vos serão por imundos.

11-36 - Porém a fonte ou cisterna, em que se recolhem águas, será limpa, mas quem tocar no seu cadáver será imundo.

11-37 - E, se do seu cadáver cair alguma coisa sobre alguma semente de semear, esta será limpa;

11-38 - mas, se for deitada água sobre a semente, e, se do cadáver cair alguma coisa sobre ela, vos será por imunda.

11-39 - E, se morrer algum dos animais, que vos servem de mantimento, quem tocar no seu cadáver será imundo até à tarde;

11-40 - quem comer do seu cadáver lavará as suas vestes e será imundo até à tarde; e quem levar o seu corpo morto lavará as suas vestes e será imundo até à tarde.

11-41 - Também todo réptil que se arrasta sobre a terra será abominação; não se comerá.

11-42 - Tudo o que anda sobre o ventre, e tudo o que anda sobre quatro pés, ou que tem mais pés, entre todo o réptil que se arrasta sobre a terra, não comereis, porquanto são uma abominação.

11-43 - Não façais a vossa alma abominável por nenhum réptil que se arrasta, nem neles vos contamineis, para não serdes imundos por eles.

11-44 - Porque eu sou o SENHOR, vosso Deus; portanto, vós vos santificareis e sereis santos, porque eu sou santo; e não contaminareis a vossa alma por nenhum réptil que se arrasta sobre a terra.

11-45 - Porque eu sou o SENHOR, que vos faço subir da terra do Egito, para que eu seja vosso Deus, e para que sejais santos; porque eu sou santo.

11-46 - Esta é a lei dos animais, e das aves, e de toda alma vivente que se move nas águas, e de toda alma que se arrasta sobre a terra,

11-47 - para fazer diferença entre o imundo e o limpo, e entre os animais que se podem comer e os animais que não se podem comer.

12-1 - Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

12-2 - Fala aos filhos de Israel, dizendo: Se uma mulher conceber e tiver um varão, será imunda sete dias; assim como nos dias da separação da sua enfermidade, será imunda.

12-3 - E, no dia oitavo, se circuncidará ao menino a carne do seu prepúcio.

12-4 - Depois, ficará ela trinta e três dias no sangue da sua purificação; nenhuma coisa santa tocará e não virá ao santuário até que se cumpram os dias da sua purificação.

12-5 - Mas, se tiver uma fêmea, será imunda duas semanas, como na sua separação; depois, ficará sessenta e seis dias no sangue da sua purificação.

12-6 - E, quando forem cumpridos os dias da sua purificação por filho ou por filha, trará um cordeiro de um ano por holocausto e um pombinho ou uma rola para expiação do pecado, diante da porta da tenda da congregação, ao sacerdote;

12-7 - o qual o oferecerá perante o SENHOR e por ela fará propiciação; e será limpa do fluxo do seu sangue; esta é a lei da que der à luz varão ou fêmea.

12-8 - Mas, se a sua mão não alcançar assaz para um cordeiro, então, tomará duas rolas ou dois pombinhos, um para o holocausto e outro para a expiação do pecado; assim, o sacerdote por ela fará propiciação, e será limpa.

13-1 - Falou mais o SENHOR a Moisés e a Arão, dizendo:

13-2 - O homem, quando na pele da sua carne houver inchação, ou pústula, ou empola branca, que estiver na pele de sua carne como praga de lepra, então, será levado a Arão, o sacerdote, ou a um de seus filhos, os sacerdotes.

13-3 - E o sacerdote examinará a praga na pele da carne; se o pêlo na praga se tornou branco, e a praga parecer mais profunda do que a pele da sua carne, praga da lepra é; o sacerdote, vendo-o, o declarará imundo.

13-4 - Mas, se a empola na pele de sua carne for branca, e não parecer mais profunda do que a pele, e o pêlo não se tornou branco, então, o sacerdote encerrará o que tem a praga por sete dias.

13-5 - E, ao sétimo dia, o sacerdote o examinará; e eis que, se a praga, ao seu parecer, parou, e a praga na pele se não estendeu, então, o sacerdote o encerrará por outros sete dias.

13-6 - E o sacerdote, ao sétimo dia, o examinará outra vez; e eis que, se a praga se recolheu, e a praga na pele se não estendeu, então, o sacerdote o declarará limpo: apostema é; e lavará as suas vestes e será limpo.

13-7 - Mas, se o apostema na pele se estende grandemente, depois que foi mostrado ao sacerdote para a sua purificação, outra vez será mostrado ao sacerdote.

13-8 - E o sacerdote o examinará, e eis que, se o apostema na pele se tem estendido, o sacerdote o declarará imundo: lepra é.

13-9 - Quando, no homem, houver praga de lepra, será levado ao sacerdote.

13-10 - E o sacerdote o examinará, e eis que, se há inchação branca na pele, a qual tornou o pêlo branco, e houver alguma vivificação da carne viva na inchação,

13-11 - lepra envelhecida é na pele da sua carne; portanto, o sacerdote o declarará imundo; não o encerrará, porque imundo é.

13-12 - E, se a lepra florescer de todo na pele e a lepra cobrir toda a pele do que tem a praga, desde a sua cabeça até aos seus pés, quanto podem ver os olhos do sacerdote,

13-13 - então, o sacerdote o examinará, e eis que, se a lepra tem coberto toda a sua carne, então, declarará limpo o que tem a mancha: todo se tornou branco; limpo está.

13-14 - Mas, no dia em que aparecer nela carne viva, será imundo.

13-15 - Vendo, pois, o sacerdote a carne viva, declará-lo-á imundo; a carne é imunda: lepra é.

13-16 - Ou, tornando a carne viva e mudando-se em branca, então, virá ao sacerdote,

13-17 - e o sacerdote o examinará, e eis que, se a praga se tornou branca, então, o sacerdote declarará limpo o que tem a mancha; limpo está.

13-18 - Se também a carne em cuja pele houver alguma úlcera se sarar,

13-19 - e, em lugar do apostema, vier inchação branca ou empola branca, tirando a vermelho, mostrar-se-á, então, ao sacerdote.

13-20 - E o sacerdote examinará, e eis que, se ela parece mais funda do que a pele, e o seu pêlo se tornou branco, o sacerdote o declarará imundo: praga de lepra é; pelo apostema brotou.

13-21 - E o sacerdote, vendo-a, e eis que nela não aparece pêlo branco, nem está mais funda do que a pele, mas encolhida, então, o sacerdote o encerrará por sete dias.

13-22 - Se, depois, grandemente se estender na pele, o sacerdote o declarará imundo: praga é.

13-23 - Mas, se a empola parar no seu lugar, não se estendendo, inflamação do apostema é; o sacerdote, pois, o declarará limpo.

13-24 - Ou, quando na pele da carne houver queimadura de fogo, e no que é sarado da queimadura houver empola branca, tirando a vermelho ou branco,

13-25 - e o sacerdote, vendo-a, e eis que o pêlo na empola se tornou branco, e ela parece mais funda do que a pele, lepra é, que floresceu pela queimadura; portanto, o sacerdote o declarará imundo: praga de lepra é.

13-26 - Mas, se o sacerdote, vendo-a, e eis que, na empola não aparecer pêlo branco, nem estiver mais funda do que a pele, mas recolhida, o sacerdote o encerrará por sete dias.

13-27 - Depois, o sacerdote o examinará ao sétimo dia; se grandemente se houver estendido na pele, o sacerdote o declarará imundo: praga de lepra é.

13-28 - Mas, se a empola parar no seu lugar e na pele não se estender, mas se recolher, inchação da queimadura é; portanto, o sacerdote o declarará limpo, porque sinal é da queimadura.

13-29 - E, quando homem ou mulher tiverem chaga na cabeça ou na barba,

13-30 - e o sacerdote, examinando a chaga, e eis que, se ela parece mais funda do que a pele, e pêlo amarelo, fino nela há, o sacerdote o declarará imundo: tinha é; lepra da cabeça ou da barba é.

13-31 - Mas, se o sacerdote, havendo examinado a praga da tinha, e eis que, se ela não parece mais funda do que a pele, e se nela não houver pêlo preto, então, o sacerdote encerrará o que tem a praga da tinha por sete dias.

13-32 - E o sacerdote examinará a praga ao sétimo dia, e eis que, se a tinha não for estendida, e nela não houver pêlo amarelo, nem a tinha parecer mais funda do que a pele,

13-33 - então, se rapará; mas não rapará a tinha; e o sacerdote, segunda vez, encerrará o que tem a tinha por sete dias.

13-34 - Depois, o sacerdote examinará a tinha ao sétimo dia; e eis que, se a tinha não se houver estendido na pele e ela não parecer mais funda do que a pele, o sacerdote o declarará limpo; e lavará as suas vestes e será limpo.

13-35 - Mas, se a tinha, depois da sua purificação, se houver estendido grandemente na pele,

13-36 - então, o sacerdote o examinará, e eis que, se a tinha se tem estendido na pele, o sacerdote não buscará pêlo amarelo; imundo está.

13-37 - Mas, se a tinha, a seu ver, parou, e pêlo preto nela cresceu, a tinha está sã; limpo está; portanto, o sacerdote o declarará limpo.

13-38 - E, quando homem ou mulher tiverem empolas brancas na pele da sua carne,

13-39 - então, o sacerdote olhará, e eis que, se na pele da sua carne aparecem empolas recolhidas, brancas, bostela branca é, que floresceu na pele; limpo está.

13-40 - E, quando se pelar a cabeça do homem, calvo é; limpo está.

13-41 - E, se lhe pelar a frente da cabeça, meio-calvo é; limpo está.

13-42 - Porém, se na calva ou na meia-calva houver praga branca avermelhada, lepra é, florescendo na sua calva ou na sua meia-calva.

13-43 - Havendo, pois, o sacerdote examinado, e eis que, se a inchação da praga na sua calva ou meia-calva está branca, tirando a vermelho, como parece a lepra na pele da carne,

13-44 - leproso é aquele homem; imundo está; o sacerdote o declarará totalmente imundo; na sua cabeça tem a sua praga.

13-45 - Também as vestes do leproso, em quem está a praga, serão rasgados, e a sua cabeça será descoberta; e cobrirá o lábio superior e clamará: Imundo, imundo.

13-46 - Todos os dias em que a praga estiver nele, será imundo; imundo está, habitará só; a sua habitação será fora do arraial.

13-47 - Quando também em alguma veste houver praga de lepra, ou em veste de lã, ou em veste de linho,

13-48 - ou no fio urdido, ou no fio tecido, seja de linho, seja de lã, ou em pele, ou em qualquer obra de peles,

13-49 - e a praga na veste, ou na pele, ou no fio urdido, ou no fio tecido, ou em qualquer coisa de peles aparecer verde ou vermelha, praga de lepra é; pelo que se mostrará ao sacerdote.

13-50 - E o sacerdote examinará a praga e encerrará a coisa que tem a praga por sete dias.

13-51 - Então, examinará a praga ao sétimo dia; se a praga se houver estendido na veste, ou no fio urdido, ou no fio tecido, ou na pele, para qualquer obra que for feita da pele, lepra roedora é; imundo está.

13-52 - Pelo que se queimará aquela veste, ou fio urdido, ou fio tecido de lã, ou de linho, ou de qualquer obra de peles, em que houver a praga, porque lepra roedora é; com fogo se queimará.

13-53 - Mas, se, vendo-a o sacerdote, a praga se não estendeu na veste, ou no fio urdido, ou no tecido, ou em qualquer obra de peles,

13-54 - então, o sacerdote ordenará que se lave aquilo em que havia a praga e o encerrará, segunda vez, por sete dias.

13-55 - E o sacerdote, examinando a praga, depois que for lavada, e eis que, se a praga não mudou a sua aparência, nem a praga se estendeu, imundo está; com fogo o queimarás; praga penetrante é, seja pelado em todo ou em parte.

13-56 - Mas, se o sacerdote vir que a praga se tem recolhido, depois que for lavada, então, a rasgará da veste, ou da pele, ou do fio urdido, ou do tecido.

13-57 - E, se ainda aparecer na veste, ou no fio urdido, ou no tecido, ou em qualquer coisa de peles, lepra brotante é; com fogo queimarás aquilo em que há a praga.

13-58 - Mas a veste, ou fio urdido ou tecido, ou qualquer coisa de peles, que lavares e de que a praga se retirar, se lavará segunda vez e será limpo.

13-59 - Esta é a lei de praga da lepra da veste de lã, ou de linho, ou do fio urdido, ou de tecido, ou de qualquer coisa de peles, para declará-lo limpo ou para declará-lo imundo.

14-1 - Depois, falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

14-2 - Esta será a lei do leproso no dia da sua purificação: será levado ao sacerdote;

14-3 - e o sacerdote sairá fora do arraial e o sacerdote, examinando, eis que, se a praga da lepra do leproso for sarada,

14-4 - então, o sacerdote ordenará que, por aquele que se houver de purificar, se tomem duas aves vivas e limpas, e pau de cedro, e carmesim, e hissopo.

14-5 - Mandará também o sacerdote que se degole uma ave num vaso de barro sobre águas vivas.

14-6 - E tomará a ave viva, e o pau de cedro, e o carmesim, e o hissopo e os molhará com a ave viva no sangue da ave que foi degolada sobre as águas vivas.

14-7 - E sobre aquele que há de purificar-se da lepra espargirá sete vezes; então, o declarará limpo e soltará a ave viva sobre a face do campo.

14-8 - E aquele que tem de purificar-se lavará as suas vestes, e rapará todo o seu pêlo, e se lavará com água; assim, será limpo; e, depois, entrará no arraial, porém ficará fora da sua tenda por sete dias.

14-9 - E será que, ao sétimo dia, rapará todo o seu pêlo, e a cabeça, e a barba, e as sobrancelhas dos seus olhos; e rapará todo o outro pêlo, e lavará as suas vestes, e lavará a sua carne com água, e será limpo.

14-10 - E, ao dia oitavo, tomará dois cordeiros sem mancha, e uma cordeira sem mancha, de um ano, e três dízimas de flor de farinha para oferta de manjares, amassada com azeite, e um logue de azeite.

14-11 - E o sacerdote que faz a purificação apresentará o homem que houver de purificar-se com aquelas coisas perante o SENHOR, à porta da tenda da congregação.

14-12 - E o sacerdote tomará um dos cordeiros e o oferecerá por expiação da culpa e o logue de azeite; e os moverá por oferta movida perante o SENHOR.

14-13 - Então, degolará o cordeiro no lugar em que se degola a oferta pela expiação do pecado e o holocausto, no lugar santo; porque assim a oferta pela expiação da culpa e a oferta pela expiação do pecado são para o sacerdote; coisas santíssimas são.

14-14 - E o sacerdote tomará do sangue da oferta pela expiação da culpa e o sacerdote o porá sobre a ponta da orelha direita daquele que tem de purificar-se, e sobre o dedo polegar da sua mão direita, e no dedo polegar do seu pé direito.

14-15 - Também o sacerdote tomará do logue de azeite e o derramará na palma da sua própria mão esquerda.

14-16 - Então, o sacerdote molhará o seu dedo direito no azeite que está na sua mão esquerda e daquele azeite, com o seu dedo, espargirá sete vezes perante o SENHOR;

14-17 - e o restante do azeite que está na sua mão o sacerdote porá sobre a ponta da orelha direita daquele que tem de purificar-se, e sobre o dedo polegar da sua mão direita, e sobre o dedo polegar do seu pé direito, em cima do sangue da oferta pela expiação da culpa;

14-18 - e o restante do azeite que está na mão do sacerdote, o porá sobre a cabeça daquele que tem de purificar-se; assim, o sacerdote fará expiação por ele perante o SENHOR.

14-19 - Também o sacerdote fará a oferta pela expiação do pecado e fará expiação por aquele que tem de purificar-se da sua imundícia; e depois degolará o holocausto;

14-20 - e o sacerdote oferecerá o holocausto e a oferta de manjares sobre o altar; assim, o sacerdote fará expiação pelo homem, e este será limpo.

14-21 - Porém, se for pobre, e a sua mão não alcançar tanto, tomará um cordeiro para expiação da culpa em oferta de movimento, para fazer expiação por ele, e a dízima de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares, e um logue de azeite,

14-22 - e duas rolas ou dois pombinhos, conforme alcançar a sua mão, dos quais um será para expiação do pecado, e o outro, para holocausto.

14-23 - E, ao oitavo dia da sua purificação, os trará ao sacerdote, à porta da tenda da congregação, perante o SENHOR.

14-24 - E o sacerdote tomará o cordeiro da expiação da culpa e o logue de azeite e o sacerdote os moverá por oferta movida perante o SENHOR.

14-25 - Então, degolará o cordeiro da expiação da culpa, e o sacerdote tomará do sangue da oferta pela expiação da culpa, e o porá sobre a ponta da orelha direita daquele que tem de purificar-se, e sobre o dedo polegar da sua mão direita, e sobre o dedo polegar do seu pé direito.

14-26 - Também o sacerdote derramará do azeite na palma da sua própria mão esquerda;

14-27 - depois, o sacerdote, com o seu dedo direito, espargirá do azeite que está na sua mão esquerda, sete vezes perante o SENHOR;

14-28 - e o sacerdote porá do azeite que está na sua mão na ponta da orelha direita daquele que tem de purificar-se, e no dedo polegar da sua mão direita, e no dedo polegar do seu pé direito, no lugar do sangue da oferta pela expiação da culpa;

14-29 - e o que sobejar do azeite que está na mão do sacerdote porá sobre a cabeça do que tem de purificar-se, para fazer expiação por ele perante o SENHOR.

14-30 - Depois, oferecerá uma das rolas ou um dos pombinhos, conforme alcançar a sua mão.

14-31 - Do que alcançar a sua mão, será um para expiação do pecado, e o outro, para holocausto com a oferta de manjares; e, assim, o sacerdote fará expiação por aquele que tem de purificar-se perante o SENHOR.

14-32 - Esta é a lei daquele em quem estiver a praga da lepra, cuja mão não pode alcançar o preciso para a sua purificação.

14-33 - Falou mais o SENHOR a Moisés e Arão, dizendo:

14-34 - Quando tiverdes entrado na terra de Canaã, que vos hei de dar por possessão, e eu enviar a praga da lepra a alguma casa da terra da vossa possessão,

14-35 - então, virá aquele de quem for a casa e o fará saber ao sacerdote, dizendo: Parece-me que há como que praga em minha casa.

14-36 - E o sacerdote ordenará que despejem a casa, antes que venha o sacerdote para examinar a praga, para que tudo o que está na casa não seja contaminado; e, depois, virá o sacerdote, para examinar a casa;

14-37 - e, vendo a praga, e eis que, se a praga nas paredes da casa tem covinhas verdes ou vermelhas, e parecem mais fundas do que a parede,

14-38 - então, o sacerdote sairá daquela casa para fora da porta da casa e cerrará a casa por sete dias.

14-39 - Depois, tornará o sacerdote ao sétimo dia e examinará; e, se vir que a praga nas paredes da casa se tem estendido,

14-40 - então, o sacerdote ordenará que arranquem as pedras em que estiver a praga e que as lancem fora da cidade num lugar imundo;

14-41 - e fará raspar a casa por dentro ao redor, e o pó que houverem raspado lançarão fora da cidade num lugar imundo.

14-42 - Depois, tomarão outras pedras e as porão no lugar das primeiras pedras; e outro barro se tomará, e a casa se rebocará.

14-43 - Porém, se a praga tornar e brotar na casa, depois de se arrancarem as pedras, e depois de a casa ser raspada, e depois de ser rebocada,

14-44 - então, o sacerdote entrará, e, examinando, eis que, se a praga na casa se tem estendido, lepra roedora há na casa; imunda está.

14-45 - Portanto, se derribará a casa, as suas pedras e a sua madeira, como também todo o barro da casa; e se levará tudo para fora da cidade, a um lugar imundo.

14-46 - E o que entrar naquela casa, em qualquer dia em que estiver fechada, será imundo até à tarde.

14-47 - Também o que se deitar a dormir em tal casa lavará as suas vestes; e o que comer em tal casa lavará as suas vestes.

14-48 - Porém, tornando o sacerdote a entrar, e, examinando, eis que, se a praga na casa se não tem estendido, depois que a casa foi rebocada, o sacerdote declarará a casa limpa, porque a praga está curada.

14-49 - Depois, tomará para expiar a casa duas aves, e pau de cedro, e carmesim, e hissopo;

14-50 - e degolará uma ave num vaso de barro sobre águas vivas.

14-51 - Então, tomará pau de cedro, e o hissopo, e o carmesim, e a ave viva, e os molhará na ave degolada e nas águas vivas, e espargirá a casa sete vezes.

14-52 - Assim, expiará aquela casa com o sangue da avezinha, e com as águas vivas, e com a avezinha viva, e com o pau de cedro, e com o hissopo, e com o carmesim.

14-53 - Então, soltará a ave viva para fora da cidade, sobre a face do campo; assim, fará expiação pela casa, e será limpa.

14-54 - Esta é a lei de toda a praga da lepra e da tinha,

14-55 - e da lepra das vestes, e das casas,

14-56 - e da inchação, e do apostema, e das empolas;

14-57 - para ensinar em que dia alguma coisa será imunda e em que dia será limpa. Esta é a lei da lepra.

15-1 - Falou mais o SENHOR a Moisés e a Arão, dizendo:

15-2 - Falai aos filhos de Israel e dizei-lhes: Qualquer homem que tiver fluxo de sua carne será imundo por causa do seu fluxo.

15-3 - Esta, pois, será a sua imundícia por causa do seu fluxo: se a sua carne vaza o seu fluxo ou se a sua carne estanca o seu fluxo, esta é a sua imundícia.

15-4 - Toda cama em que se deitar o que tiver fluxo será imunda; e toda coisa sobre o que se assentar será imunda.

15-5 - E qualquer que tocar a sua cama lavará as suas vestes, e se banhará em água, e será imundo até à tarde.

15-6 - E aquele que se assentar sobre aquilo em que se assentou o que tem o fluxo lavará as suas vestes, e se banhará em água, e será imundo até à tarde.

15-7 - E aquele que tocar a carne do que tem o fluxo lavará as suas vestes, e se banhará em água, e será imundo até à tarde.

15-8 - Quando também o que tem o fluxo cuspir sobre um limpo, então, lavará este as suas vestes, e se banhará em água, e será imundo até à tarde.

15-9 - Também toda sela em que cavalgar o que tem o fluxo será imunda.

15-10 - E qualquer que tocar em alguma coisa que estiver debaixo dele será imundo até à tarde; e aquele que a levar lavará as suas vestes, e se banhará em água, e será imundo até à tarde.

15-11 - Também todo aquele em quem tocar o que tem o fluxo, sem haver lavado as suas mãos com água, lavará as suas vestes, e se banhará em água, e será imundo até à tarde.

15-12 - E o vaso de barro em que tocar o que tem o fluxo será quebrado; porém todo vaso de madeira será lavado com água.

15-13 - Quando, pois, o que tem o fluxo estiver limpo do seu fluxo, contar-se-ão sete dias para a sua purificação; e lavará as suas vestes, e banhará a sua carne em águas vivas, e será limpo.

15-14 - E, ao dia oitavo, tomará duas rolas ou dois pombinhos, e virá perante o SENHOR, à porta da tenda da congregação, e os dará ao sacerdote.

15-15 - E o sacerdote oferecerá um para expiação do pecado e o outro, para holocausto; e, assim, o sacerdote fará por ele expiação do seu fluxo perante o SENHOR.

15-16 - Também o homem, quando sair dele a semente da cópula, toda a sua carne banhará com água e será imundo até à tarde.

15-17 - Também toda veste e toda pele em que houver semente da cópula se lavarão com água e serão imundas até à tarde.

15-18 - E também a mulher com quem homem se deitar com semente da cópula, ambos se banharão com água e serão imundos até à tarde.

15-19 - Mas a mulher, quando tiver fluxo, e o seu fluxo de sangue estiver na sua carne, estará sete dias na sua separação, e qualquer que a tocar será imundo até à tarde.

15-20 - E tudo aquilo sobre o que ela se deitar durante a sua separação será imundo; e tudo sobre o que se assentar será imundo.

15-21 - E qualquer que tocar a sua cama lavará as suas vestes, e se banhará com água, e será imundo até à tarde.

15-22 - E qualquer que tocar alguma coisa sobre o que ela se tiver assentado lavará as suas vestes, e se banhará com água, e será imundo até à tarde.

15-23 - Se também alguma coisa estiver sobre a cama ou sobre aquilo em que ela se assentou, se alguém a tocar, será imundo até à tarde.

15-24 - E, se, com efeito, qualquer homem se deitar com ela, e a sua imundícia estiver sobre ele, imundo será por sete dias; também toda cama sobre que se deitar será imunda.

15-25 - Também a mulher, quando manar o fluxo do seu sangue, por muitos dias fora do tempo da sua separação ou quando tiver fluxo de sangue por mais tempo do que a sua separação, todos os dias do fluxo da sua imundícia será imunda, como nos dias da sua separação.

15-26 - Toda cama sobre que se deitar todos os dias do seu fluxo ser-lhe-á como a cama da sua separação; e toda coisa sobre que se assentar será imunda, conforme a imundícia da sua separação.

15-27 - E qualquer que as tocar será imundo; portanto, lavará as suas vestes, e se banhará com água, e será imundo até à tarde.

15-28 - Porém, quando for limpa do seu fluxo, então, se contarão sete dias, e depois será limpa.

15-29 - E, ao oitavo dia, tomará duas rolas ou dois pombinhos e os trará ao sacerdote, à porta da tenda da congregação.

15-30 - Então, o sacerdote oferecerá um para expiação do pecado e o outro, para holocausto; e o sacerdote fará por ela expiação do fluxo da sua imundícia, perante o SENHOR.

15-31 - Assim, separareis os filhos de Israel das suas imundícias, para que não morram nas suas imundícias, contaminando o meu tabernáculo, que está no meio deles.

15-32 - Esta é a lei daquele que tem o fluxo e daquele de quem sai a semente da cópula e que fica por ela imundo;

15-33 - como também da mulher enferma na sua separação, e daquele que padece do seu fluxo, seja varão ou fêmea, e do homem que se deita com mulher imunda.

16-1 - E falou o SENHOR a Moisés, depois que morreram os dois filhos de Arão, quando se chegaram diante do SENHOR e morreram.

16-2 - Disse, pois, o SENHOR a Moisés: Dize a Arão, teu irmão, que não entre no santuário em todo o tempo, para dentro do véu, diante do propiciatório que está sobre a arca, para que não morra; porque eu apareço na nuvem sobre o propiciatório.

16-3 - Com isto Arão entrará no santuário: com um novilho para expiação do pecado e um carneiro para holocausto.

16-4 - Vestirá ele a túnica santa de linho, e terá ceroulas de linho sobre a sua carne, e cingir-se-á com um cinto de linho, e se cobrirá com uma mitra de linho: estas são vestes santas; por isso, banhará a sua carne na água e as vestirá.

16-5 - E da congregação dos filhos de Israel tomará dois bodes para expiação do pecado e um carneiro para holocausto.

16-6 - Depois, Arão oferecerá o novilho da oferta pela expiação, que será para ele; e fará expiação por si e pela sua casa.

16-7 - Também tomará ambos os bodes e os porá perante o SENHOR, à porta da tenda da congregação.

16-8 - E Arão lançará sortes sobre os dois bodes: uma sorte pelo SENHOR e a outra sorte pelo bode emissário.

16-9 - Então, Arão fará chegar o bode sobre o qual cair a sorte pelo SENHOR e o oferecerá para expiação do pecado.

16-10 - Mas o bode sobre que cair a sorte para ser bode emissário apresentar-se-á vivo perante o SENHOR, para fazer expiação com ele, para enviá-lo ao deserto como bode emissário.

16-11 - E Arão fará chegar o novilho da oferta pela expiação, que será para ele, e fará expiação por si e pela sua casa; e degolará o novilho da oferta pela expiação, que é para ele.

16-12 - Tomará também o incensário cheio de brasas de fogo do altar, de diante do SENHOR, e os seus punhos cheios de incenso aromático moído e o meterá dentro do véu.

16-13 - E porá o incenso sobre o fogo, perante o SENHOR, e a nuvem do incenso cobrirá o propiciatório, que está sobre o Testemunho, para que não morra.

16-14 - E tomará do sangue do novilho e, com o seu dedo, espargirá sobre a face do propiciatório, para a banda do oriente; e perante o propiciatório espargirá sete vezes do sangue com o seu dedo.

16-15 - Depois, degolará o bode da oferta pela expiação, que será para o povo, e trará o seu sangue para dentro do véu; e fará com o seu sangue como fez com o sangue do novilho, e o espargirá sobre o propiciatório e perante a face do propiciatório.

16-16 - Assim, fará expiação pelo santuário por causa das imundícias dos filhos de Israel e das suas transgressões, segundo todos os seus pecados; e, assim, fará para a tenda da congregação, que mora com eles no meio das suas imundícias.

16-17 - E nenhum homem estará na tenda da congregação, quando ele entrar a fazer propiciação no santuário, até que ele saia; assim, fará expiação por si mesmo, e pela sua casa, e por toda a congregação de Israel.

16-18 - Então, sairá ao altar, que está perante o SENHOR, e fará expiação por ele; e tomará do sangue do novilho e do sangue do bode e o porá sobre as pontas do altar ao redor.

16-19 - E daquele sangue espargirá sobre ele com o seu dedo sete vezes, e o purificará das imundícias dos filhos de Israel, e o santificará.

16-20 - Havendo, pois, acabado de expiar o santuário, e a tenda da congregação, e o altar, então, fará chegar o bode vivo.

16-21 - E Arão porá ambas as mãos sobre a cabeça do bode vivo e sobre ele confessará todas as iniqüidades dos filhos de Israel e todas as suas transgressões, segundo todos os seus pecados; e os porá sobre a cabeça do bode e enviá-lo-á ao deserto, pela mão de um homem designado para isso.

16-22 - Assim, aquele bode levará sobre si todas as iniqüidades deles à terra solitária; e o homem enviará o bode ao deserto.

16-23 - Depois, Arão virá à tenda da congregação, e despirá as vestes de linho, que havia vestido quando entrara no santuário, e ali as deixará.

16-24 - E banhará a sua carne em água no lugar santo e vestirá as suas vestes; então, sairá, e preparará o seu holocausto e o holocausto do povo, e fará expiação por si e pelo povo.

16-25 - Também queimará a gordura da oferta pela expiação do pecado sobre o altar.

16-26 - E aquele que tiver levado o bode ( que era bode emissário ) lavará as suas vestes e banhará a sua carne em água; e, depois, entrará no arraial.

16-27 - Mas o novilho e o bode da oferta pela expiação do pecado, cujo sangue foi trazido para fazer expiação no santuário, serão levados fora do arraial; porém as suas peles, a sua carne, e o seu esterco queimarão com fogo.

16-28 - E aquele que os queimar lavará as suas vestes e banhará a sua carne em água; e, depois, entrará no arraial.

16-29 - E isto vos será por estatuto perpétuo: no sétimo mês, aos dez do mês, afligireis a vossa alma e nenhuma obra fareis, nem o natural nem o estrangeiro que peregrina entre vós.

16-30 - Porque, naquele dia, se fará expiação por vós, para purificar-vos; e sereis purificados de todos os vossos pecados, perante o SENHOR.

16-31 - É um sábado de descanso para vós, e afligireis a vossa alma; isto é estatuto perpétuo.

16-32 - E o sacerdote que for ungido e que for sagrado para administrar o sacerdócio no lugar de seu pai fará a expiação, havendo vestido as vestes de linho, as vestes santas.

16-33 - Assim, expiará o santo santuário; também expiará a tenda da congregação e o altar; semelhantemente fará expiação pelos sacerdotes e por todo o povo da congregação.

16-34 - E isto vos será por estatuto perpétuo, para fazer expiação pelos filhos de Israel, de todos os seus pecados, uma vez no ano. E fez Arão como o SENHOR ordenara a Moisés.

17-1 - Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

17-2 - Fala a Arão, e aos seus filhos, e a todos os filhos de Israel e dize-lhes: Esta é a palavra que o SENHOR ordenou, dizendo:

17-3 - Qualquer homem da casa de Israel que degolar boi, ou cordeiro, ou cabra, no arraial ou quem os degolar fora do arraial,

17-4 - e os não trouxer à porta da tenda da congregação, para oferecer oferta ao SENHOR diante do tabernáculo do SENHOR, a tal homem será imputado o sangue; derramou sangue; pelo que tal homem será extirpado do seu povo;

17-5 - para que os filhos de Israel, trazendo os seus sacrifícios, que sacrificam sobre a face do campo, os tragam ao SENHOR, à porta da tenda da congregação, ao sacerdote, e os ofereçam por sacrifícios pacíficos ao SENHOR.

17-6 - E o sacerdote espargirá o sangue sobre o altar do SENHOR, à porta da tenda da congregação, e queimará a gordura por cheiro suave ao SENHOR.

17-7 - E nunca mais sacrificarão os seus sacrifícios aos demônios, após os quais eles se prostituem: isto ser-lhes-á por estatuto perpétuo nas suas gerações.

17-8 - Dize-lhes, pois: Qualquer homem da casa de Israel ou dos estrangeiros que peregrinam entre vós que oferecer holocausto ou sacrifício

17-9 - e não o trouxer à porta da tenda da congregação, para oferecê-lo ao SENHOR, o tal homem será extirpado dos seus povos.

17-10 - E qualquer homem da casa de Israel ou dos estrangeiros que peregrinam entre vós que comer algum sangue, contra aquela alma que comer sangue eu porei a minha face e a extirparei do seu povo.

17-11 - Porque a alma da carne está no sangue, pelo que vo-lo tenho dado sobre o altar, para fazer expiação pela vossa alma, porquanto é o sangue que fará expiação pela alma.

17-12 - Portanto, tenho dito aos filhos de Israel: Nenhuma alma dentre vós comerá sangue, nem o estrangeiro que peregrine entre vós comerá sangue.

17-13 - Também qualquer homem dos filhos de Israel ou dos estrangeiros que peregrinam entre eles que caçar caça de animal ou de ave que se come derramará o seu sangue e o cobrirá com pó.

17-14 - Porquanto é a alma de toda a carne; o seu sangue é pela sua alma; por isso, tenho dito aos filhos de Israel: Não comereis o sangue de nenhuma carne, porque a alma de toda a carne é o seu sangue; qualquer que o comer será extirpado.

17-15 - E toda alma entre os naturais ou entre os estrangeiros que comer corpo morto ou dilacerado lavará as suas vestes, e se banhará com água, e será imunda até à tarde; depois, será limpa.

17-16 - Mas, se os não lavar, nem banhar a sua carne, levará sobre si a sua iniqüidade.

18-1 - Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

18-2 - Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Eu sou o SENHOR, vosso Deus.

18-3 - Não fareis segundo as obras da terra do Egito, em que habitastes, nem fareis segundo as obras da terra de Canaã, para a qual eu vos levo, nem andareis nos seus estatutos.

18-4 - Fareis conforme os meus juízos e os meus estatutos guardareis, para andardes neles. Eu sou o SENHOR, vosso Deus.

18-5 - Portanto, os meus estatutos e os meus juízos guardareis; os quais, fazendo-os o homem, viverá por eles. Eu sou o SENHOR.

18-6 - Nenhum homem se chegará a qualquer parenta da sua carne para descobrir a sua nudez. Eu sou o SENHOR.

18-7 - Não descobrirás a nudez de teu pai e de tua mãe; ela é tua mãe; não descobrirás a sua nudez.

18-8 - Não descobrirás a nudez da mulher de teu pai.

18-9 - A nudez de tua irmã, filha de teu pai ou filha de tua mãe, nascida em casa ou fora da casa, a sua nudez não descobrirás.

18-10 - A nudez da filha do teu filho ou da filha da tua filha, a sua nudez não descobrirás, porque é tua nudez.

18-11 - A nudez da filha da mulher de teu pai, gerada de teu pai ( ela é tua irmã ), a sua nudez não descobrirás.

18-12 - A nudez da irmã de teu pai não descobrirás; ela é parenta de teu pai.

18-13 - A nudez da irmã de tua mãe não descobrirás, pois ela é parenta de tua mãe.

18-14 - A nudez do irmão de teu pai não descobrirás; não te chegarás à sua mulher; ela é tua tia.

18-15 - A nudez de tua nora não descobrirás; ela é mulher de teu filho; não descobrirás a sua nudez.

18-16 - A nudez da mulher de teu irmão não descobrirás; é a nudez de teu irmão.

18-17 - A nudez de uma mulher e de sua filha não descobrirás; não tomarás a filha de seu filho, nem a filha de sua filha, para descobrir a sua nudez; parentas são: maldade é.

18-18 - E não tomarás uma mulher com sua irmã, para afligi-la, descobrindo a sua nudez com ela na sua vida.

18-19 - E não te chegarás à mulher durante a separação da sua imundícia, para descobrir a sua nudez,

18-20 - nem te deitarás com a mulher de teu próximo para cópula, para te contaminares com ela.

18-21 - E da tua semente não darás para a fazer passar pelo fogo perante Moloque; e não profanarás o nome de teu Deus. Eu sou o SENHOR.

18-22 - Com varão te não deitarás, como se fosse mulher: abominação é;

18-23 - nem te deitarás com um animal, para te contaminares com ele; nem a mulher se porá perante um animal, para ajuntar-se com ele: confusão é.

18-24 - Com nenhuma destas coisas vos contamineis, porque em todas estas coisas se contaminaram as gentes que eu lanço fora de diante da vossa face.

18-25 - Pelo que a terra está contaminada; e eu visitarei sobre ela a sua iniqüidade, e a terra vomitará os seus moradores.

18-26 - Porém vós guardareis os meus estatutos e os meus juízos, e nenhuma dessas abominações fareis nem o natural, nem o estrangeiro que peregrina entre vós;

18-27 - porque todas estas abominações fizeram os homens desta terra, que nela estavam antes de vós; e a terra foi contaminada.

18-28 - Para que a terra vos não vomite, havendo-a vós contaminado, como vomitou a gente que nela estava antes de vós.

18-29 - Porém qualquer que fizer alguma dessas abominações, as almas que as fizerem serão extirpadas do seu povo.

18-30 - Portanto, guardareis o meu mandado, não fazendo nenhum dos estatutos abomináveis que se fizeram antes de vós, e não vos contamineis com eles. Eu sou o SENHOR, vosso Deus.

19-1 - Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

19-2 - Fala a toda a congregação dos filhos de Israel e dize-lhes: Santos sereis, porque eu, o SENHOR, vosso Deus, sou santo.

19-3 - Cada um temerá a sua mãe e a seu pai e guardará os meus sábados. Eu sou o SENHOR, vosso Deus.

19-4 - Não vos virareis para os ídolos, nem vos fareis deuses de fundição. Eu sou o SENHOR, vosso Deus.

19-5 - E, quando sacrificardes sacrifício pacífico ao SENHOR, da vossa própria vontade o sacrificareis.

19-6 - No dia em que o sacrificardes e no dia seguinte, se comerá; mas o que sobejar, ao terceiro dia, será queimado com fogo.

19-7 - E, se alguma coisa dele for comida ao terceiro dia, coisa abominável é: não será aceita.

19-8 - E qualquer que o comer levará a sua iniqüidade, porquanto profanou a santidade do SENHOR; por isso, tal alma será extirpada do seu povo.

19-9 - Quando também segardes a sega da vossa terra, o canto do teu campo não segarás totalmente, nem as espigas caídas colherás da tua sega.

19-10 - Semelhantemente não rabiscarás a tua vinha, nem colherás os bagos caídos da tua vinha; deixá-los-ás ao pobre e ao estrangeiro. Eu sou o SENHOR, vosso Deus.

19-11 - Não furtareis, nem mentireis, nem usareis de falsidade cada um com o seu próximo;

19-12 - nem jurareis falso pelo meu nome, pois profanaríeis o nome do vosso Deus. Eu sou o SENHOR.

19-13 - Não oprimirás o teu próximo, nem o roubarás; a paga do jornaleiro não ficará contigo até à manhã.

19-14 - Não amaldiçoarás ao surdo, nem porás tropeço diante do cego; mas terás temor do teu Deus. Eu sou o SENHOR.

19-15 - Não fareis injustiça no juízo; não aceitarás o pobre, nem respeitarás o grande; com justiça julgarás o teu próximo.

19-16 - Não andarás como mexeriqueiro entre o teu povo; não te porás contra o sangue do teu próximo. Eu sou o SENHOR.

19-17 - Não aborrecerás a teu irmão no teu coração; não deixarás de repreender o teu próximo e nele não sofrerás pecado.

19-18 - Não te vingarás, nem guardarás ira contra os filhos do teu povo; mas amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o SENHOR.

19-19 - Guardareis os meus estatutos; não permitirás que se ajuntem misturadamente os teus animais de diferentes espécies; no teu campo, não semearás semente de mistura, e veste de diversos estofos misturados não vestireis.

19-20 - E, quando um homem se deitar com uma mulher que for serva desposada do homem e não for resgatada, nem se lhe houver dado liberdade, então, serão açoitados; não morrerão, pois não foi libertada.

19-21 - E, por oferta de expiação pela sua culpa, trará ao SENHOR, à porta da tenda da congregação, um carneiro.

19-22 - E, com o carneiro da oferta pela expiação da culpa, o sacerdote fará propiciação por ele perante o SENHOR, pelo seu pecado que pecou; e o seu pecado, que pecou, lhe será perdoado.

19-23 - E, quando tiverdes entrado na terra e plantardes toda árvore de comer, ser-vos-á incircunciso o seu fruto; três anos vos será incircunciso; dele não se comerá.

19-24 - Porém, no quarto ano, todo o seu fruto será santo, para dar louvores ao SENHOR.

19-25 - E, no quinto ano, comereis o seu fruto, para que vos faça crescer a sua novidade. Eu sou o SENHOR, vosso Deus.

19-26 - Não comereis coisa alguma com sangue; não agourareis, nem adivinhareis.

19-27 - Não cortareis o cabelo, arredondando os cantos da vossa cabeça, nem danificarás a ponta da tua barba.

19-28 - Pelos mortos não dareis golpes na vossa carne; nem fareis marca alguma sobre vós. Eu sou o SENHOR.

19-29 - Não contaminarás a tua filha, fazendo-a prostituir-se; para que a terra não se prostitua, nem se encha de maldade.

19-30 - Guardareis os meus sábados e o meu santuário reverenciareis. Eu sou o SENHOR.

19-31 - Não vos virareis para os adivinhadores e encantadores; não os busqueis, contaminando-vos com eles. Eu sou o SENHOR, vosso Deus.

19-32 - Diante das cãs te levantarás, e honrarás a face do velho, e terás temor do teu Deus. Eu sou o SENHOR.

19-33 - E, quando o estrangeiro peregrinar convosco na vossa terra, não o oprimireis.

19-34 - Como o natural, entre vós será o estrangeiro que peregrina convosco; amá-lo-eis como a vós mesmos, pois estrangeiros fostes na terra do Egito. Eu sou o SENHOR, vosso Deus.

19-35 - Não cometereis injustiça no juízo, nem na vara, nem no peso, nem na medida.

19-36 - Balanças justas, pedras justas, efa justo e justo him tereis. Eu sou o SENHOR, vosso Deus, que vos tirei da terra do Egito.

19-37 - Pelo que guardareis todos os meus estatutos e todos os meus juízos e os cumprireis. Eu sou o SENHOR.

20-1 - Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

20-2 - Também dirás aos filhos de Israel: Qualquer que, dos filhos de Israel ou dos estrangeiros que peregrinam em Israel, der da sua semente a Moloque, certamente morrerá; o povo da terra o apedrejará com pedras.

20-3 - E eu porei a minha face contra esse homem e o extirparei do meio do seu povo, porquanto deu da sua semente a Moloque, para contaminar o meu santuário e profanar o meu santo nome.

20-4 - E, se o povo da terra de alguma maneira esconder os olhos daquele homem que houver dado da sua semente a Moloque e o não matar,

20-5 - então, eu porei a minha face contra aquele homem e contra a sua família e o extirparei do meio do seu povo, com todos os que se prostituem após ele, prostituindo-se após Moloque.

20-6 - Quando uma alma se virar para os adivinhadores e encantadores, para se prostituir após eles, eu porei a minha face contra aquela alma e a extirparei do meio do seu povo.

20-7 - Portanto, santificai-vos e sede santos, pois eu sou o SENHOR, vosso Deus.

20-8 - E guardai os meus estatutos e cumpri-os. Eu sou o SENHOR que vos santifica.

20-9 - Quando um homem amaldiçoar a seu pai ou a sua mãe, certamente morrerá: amaldiçoou a seu pai ou a sua mãe; o seu sangue é sobre ele.

20-10 - Também o homem que adulterar com a mulher de outro, havendo adulterado com a mulher do seu próximo, certamente morrerá o adúltero e a adúltera.

20-11 - E o homem que se deitar com a mulher de seu pai descobriu a nudez de seu pai; ambos, certamente, morrerão; o seu sangue é sobre eles.

20-12 - Semelhantemente, quando um homem se deitar com a sua nora, ambos, certamente, morrerão; fizeram confusão; o seu sangue é sobre eles.

20-13 - Quando também um homem se deitar com outro homem como com mulher, ambos fizeram abominação; certamente morrerão; o seu sangue é sobre eles.

20-14 - E, quando um homem tomar uma mulher e a sua mãe, maldade é; a ele e a elas queimarão com fogo, para que não haja maldade no meio de vós.

20-15 - Quando também um homem se deitar com um animal, certamente morrerá; e matareis o animal.

20-16 - Também a mulher que se chegar a algum animal, para ter ajuntamento com ele, aquela mulher matarás com o animal; certamente morrerão; o seu sangue é sobre eles.

20-17 - E, quando um homem tomar a sua irmã, filha de seu pai ou filha de sua mãe, e ele vir a nudez dela, e ela vir a sua, torpeza é; portanto, serão extirpados aos olhos dos filhos do seu povo; descobriu a nudez de sua irmã; levarão sobre si a sua iniqüidade.

20-18 - E, quando um homem se deitar com uma mulher que tem a sua enfermidade e descobrir a sua nudez, descobrindo a sua fonte, e ela descobrir a fonte de seu sangue, ambos serão extirpados do meio do seu povo.

20-19 - Também a nudez da irmã de tua mãe ou da irmã de teu pai não descobrirás; porquanto descobriu a sua parenta, sobre si levarão a sua iniqüidade.

20-20 - Quando também um homem se deitar com a sua tia, descobriu a nudez de seu tio; seu pecado sobre si levarão; sem filhos morrerão.

20-21 - E, quando um homem tomar a mulher de seu irmão, imundícia é; a nudez de seu irmão descobriu; sem filhos ficarão.

20-22 - Guardai, pois, todos os meus estatutos e todos os meus juízos e cumpri-os, para que vos não vomite a terra, para a qual eu vos levo para habitar nela.

20-23 - E não andeis nos estatutos da gente que eu lanço fora de diante da vossa face, porque fizeram todas estas coisas; portanto, fui enfadado deles.

20-24 - E a vós vos tenho dito: Em herança possuireis a sua terra, e eu a darei a vós para possuí-la em herança, terra que mana leite e mel. Eu sou o SENHOR, vosso Deus, que vos separei dos povos.

20-25 - Fareis, pois, diferença entre os animais limpos e imundos e entre as aves imundas e as limpas; e a vossa alma não fareis abominável por causa dos animais, ou das aves, ou de tudo o que se arrasta sobre a terra, as quais coisas apartei de vós, para tê-las por imundas.

20-26 - E ser-me-eis santos, porque eu, o SENHOR, sou santo e separei-vos dos povos, para serdes meus.

20-27 - Quando, pois, algum homem ou mulher em si tiver um espírito adivinho ou for encantador, certamente morrerão; com pedras se apedrejarão; o seu sangue é sobre eles.

21-1 - Depois, disse o SENHOR a Moisés: Fala aos sacerdotes, filhos de Arão, e dize-lhes: O sacerdote não se contaminará por causa dum morto entre o seu povo,

21-2 - salvo por seu parente mais chegado: por sua mãe, e por seu pai, e por seu filho, e por sua filha, e por seu irmão,

21-3 - e por sua irmã virgem, chegada a ele, que ainda não teve marido; por ela se contaminará.

21-4 - Não se contaminará por príncipe entre o seu povo, para se profanar.

21-5 - Não farão calva na sua cabeça e não raparão os cantos da sua barba, nem darão golpes na sua carne.

21-6 - Santos serão a seu Deus e não profanarão o nome do seu Deus, porque oferecem as ofertas queimadas do SENHOR, o pão do seu Deus; portanto, serão santos.

21-7 - Não tomarão mulher prostituta ou infame, nem tomarão mulher repudiada de seu marido, pois o sacerdote santo é a seu Deus.

21-8 - Portanto, o santificarás, porquanto oferece o pão do teu Deus; santo será para ti, pois eu, o SENHOR que vos santifica, sou santo.

21-9 - E, quando a filha de um sacerdote se prostituir, profana a seu pai; com fogo será queimada.

21-10 - E o sumo sacerdote entre seus irmãos, sobre cuja cabeça foi derramado o azeite da unção e que for sagrado para vestir as vestes, não descobrirá a cabeça nem rasgará as suas vestes.

21-11 - E não se chegará a cadáver algum, nem por causa de seu pai, nem por sua mãe, se contaminará;

21-12 - nem sairá do santuário, para que não profane o santuário do seu Deus, pois a coroa do azeite da unção do seu Deus está sobre ele. Eu sou o SENHOR.

21-13 - E ele tomará uma mulher na sua virgindade.

21-14 - Viúva, ou repudiada, ou desonrada, ou prostituta, estas não tomará, mas virgem dos seus povos tomará por mulher.

21-15 - E não profanará a sua semente entre os seus povos; porque eu sou o SENHOR que os santifico.

21-16 - Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

21-17 - Fala a Arão, dizendo: Ninguém da tua semente, nas suas gerações, em quem houver alguma falta, se chegará a oferecer o pão do seu Deus.

21-18 - Pois nenhum homem em quem houver alguma deformidade se chegará: como homem cego, ou coxo, ou de nariz chato, ou de membros demasiadamente compridos,

21-19 - ou homem que tiver o pé quebrado, ou quebrada a mão,

21-20 - ou corcovado, ou anão, ou que tiver belida no olho, ou sarna, ou impigens, ou que tiver testículo quebrado.

21-21 - Nenhum homem da semente de Arão, o sacerdote, em quem houver alguma deformidade, se chegará para oferecer as ofertas queimadas do SENHOR; falta nele há; não se chegará para oferecer o pão do seu Deus.

21-22 - O pão do seu Deus, das santidades de santidades e das coisas santas, poderá comer.

21-23 - Porém até ao véu não entrará, nem se chegará ao altar, porquanto falta há nele, para que não profane os meus santuários; porque eu sou o SENHOR que os santifico.

21-24 - E Moisés falou isso a Arão, e a seus filhos, e a todos os filhos de Israel.

22-1 - Depois, falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

22-2 - Dize a Arão e a seus filhos que se apartem das coisas santas dos filhos de Israel, que a mim me santificam, para que não profanem o nome da minha santidade. Eu sou o SENHOR.

22-3 - Dize-lhes: Todo homem, que entre as vossas gerações, de toda a vossa semente, se chegar às coisas santas que os filhos de Israel santificam ao SENHOR, tendo sobre si a sua imundícia, aquela alma será extirpada de diante da minha face. Eu sou o SENHOR.

22-4 - Ninguém da semente de Arão que for leproso ou tiver fluxo comerá das coisas santas, até que seja limpo; como também o que tocar alguma coisa imunda de cadáver ou aquele de que sair a semente da cópula;

22-5 - ou qualquer que tocar a algum réptil, pelo que se fez imundo, ou a algum homem, pelo que se fez imundo, segundo toda a sua imundícia.

22-6 - O homem que o tocar será imundo até à tarde e não comerá das coisas santas, mas banhará a sua carne em água.

22-7 - E, havendo-se o sol já posto, então, será limpo e depois comerá das coisas santas; porque este é o seu pão.

22-8 - O corpo morto e o dilacerado não comerá, para nele se não contaminar. Eu sou o SENHOR.

22-9 - Guardarão, pois, o meu mandamento, para que por isso não levem pecado e morram nele, havendo-o profanado. Eu sou o SENHOR que os santifico.

22-10 - Também nenhum estranho comerá das coisas santas; nem o hóspede do sacerdote, nem o jornaleiro comerão das coisas santas.

22-11 - Mas, quando o sacerdote comprar alguma alma com o seu dinheiro, aquela comerá delas e o nascido na sua casa; estes comerão do seu pão.

22-12 - E, quando a filha do sacerdote se casar com homem estranho, ela não comerá da oferta movida das coisas santas.

22-13 - Mas, quando a filha do sacerdote for viúva ou repudiada, e não tiver semente, e se houver tornado à casa de seu pai, como na sua mocidade, do pão de seu pai comerá; mas nenhum estranho comerá dele.

22-14 - E, quando alguém, por erro, comer a coisa santa, sobre ela acrescentará seu quinto e o dará ao sacerdote com a coisa santa.

22-15 - Assim, não profanarão as coisas santas dos filhos de Israel, que oferecem ao SENHOR,

22-16 - nem os farão levar a iniqüidade da culpa, comendo as suas coisas santas; pois eu sou o SENHOR que os santifico.

22-17 - Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

22-18 - Fala a Arão, e a seus filhos, e a todos os filhos de Israel e dize-lhes: Qualquer que, da casa de Israel ou dos estrangeiros em Israel, oferecer a sua oferta, quer dos seus votos, quer das suas ofertas voluntárias, que oferecerem ao SENHOR em holocausto,

22-19 - segundo a sua vontade, oferecerá macho sem mancha, das vacas, dos cordeiros ou das cabras.

22-20 - Nenhuma coisa em que haja defeito oferecereis, porque não seria aceita a vosso favor.

22-21 - E, quando alguém oferecer sacrifício pacífico ao SENHOR, separando das vacas ou das ovelhas um voto ou oferta voluntária, sem mancha será, para que seja aceito; nenhum defeito haverá nele.

22-22 - O cego, ou quebrado, ou aleijado, ou verrugoso, ou sarnoso, ou cheio de impigens, este não oferecereis ao SENHOR e deles não poreis oferta queimada ao SENHOR sobre o altar.

22-23 - Porém boi ou gado miúdo, comprido ou curto de membros, poderás oferecer por oferta voluntária, mas por voto não será aceito.

22-24 - O machucado, ou moído, ou despedaçado, ou cortado não oferecereis ao SENHOR; não fareis isto na vossa terra.

22-25 - Também da mão do estrangeiro nenhum manjar oferecereis ao vosso Deus, de todas estas coisas, pois a sua corrupção está nelas; falta nelas há; não serão aceitas a vosso favor.

22-26 - Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

22-27 - Quando nascer o boi, ou cordeiro, ou cabra, sete dias estará debaixo de sua mãe; depois, desde o dia oitavo em diante, será aceito por oferta queimada ao SENHOR.

22-28 - Também boi ou gado miúdo, a ele e a seu filho não degolareis num dia.

22-29 - E, quando sacrificardes sacrifício de louvores ao SENHOR, o sacrificareis de vossa vontade.

22-30 - No mesmo dia se comerá; nada deixareis ficar até à manhã. Eu sou o SENHOR.

22-31 - Pelo que guardareis os meus mandamentos e os fareis. Eu sou o SENHOR.

22-32 - E não profanareis o meu santo nome, para que eu seja santificado no meio dos filhos de Israel. Eu sou o SENHOR que vos santifico,

22-33 - que vos tirei da terra do Egito, para vos ser por Deus. Eu sou o SENHOR.

23-1 - Depois, falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

23-2 - Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: As solenidades do SENHOR, que convocareis, serão santas convocações; estas são as minhas solenidades.

23-3 - Seis dias obra se fará, mas o sétimo dia será o sábado do descanso, santa convocação; nenhuma obra fareis; sábado do SENHOR é em todas as vossas habitações.

23-4 - Estas são as solenidades do SENHOR, as santas convocações, que convocareis no seu tempo determinado:

23-5 - no mês primeiro, aos catorze do mês, pela tarde, é a Páscoa do SENHOR;

23-6 - e aos quinze dias deste mês é a Festa dos Asmos do SENHOR: sete dias comereis asmos;

23-7 - no primeiro dia, tereis santa convocação; nenhuma obra servil fareis;

23-8 - mas sete dias oferecereis oferta queimada ao SENHOR; ao sétimo dia haverá santa convocação; nenhuma obra servil fareis.

23-9 - E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

23-10 - Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando houverdes entrado na terra, que vos hei de dar, e segardes a sua sega, então, trareis um molho das primícias da vossa sega ao sacerdote;

23-11 - e ele moverá o molho perante o SENHOR, para que sejais aceitos; ao seguinte dia do sábado, o moverá o sacerdote.

23-12 - E, no dia em que moverdes o molho, preparareis um cordeiro sem mancha, de um ano, em holocausto ao SENHOR.

23-13 - E sua oferta de manjares serão duas dízimas de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta queimada em cheiro suave ao SENHOR, e a sua libação de vinho, o quarto de um him.

23-14 - E não comereis pão, nem trigo tostado, nem espigas verdes, até àquele mesmo dia em que trouxerdes a oferta do vosso Deus; estatuto perpétuo é por vossas gerações, em todas as vossas habitações.

23-15 - Depois, para vós contareis desde o dia seguinte ao sábado, desde o dia em que trouxerdes o molho da oferta movida; sete semanas inteiras serão.

23-16 - Até ao dia seguinte ao sétimo sábado, contareis cinqüenta dias; então, oferecereis nova oferta de manjares ao SENHOR.

23-17 - Das vossas habitações trareis dois pães de movimento; de duas dízimas de farinha serão, levedados se cozerão; primícias são ao SENHOR.

23-18 - Também com o pão oferecereis sete cordeiros sem mancha, de um ano, e um novilho, e dois carneiros; holocausto serão ao SENHOR, com a sua oferta de manjares e as suas libações, por oferta queimada de cheiro suave ao SENHOR.

23-19 - Também oferecereis um bode para expiação do pecado e dois cordeiros de um ano por sacrifício pacífico.

23-20 - Então, o sacerdote os moverá com o pão das primícias por oferta movida perante o SENHOR, com os dois cordeiros; santidade serão ao SENHOR para o sacerdote.

23-21 - E, naquele mesmo dia, apregoareis que tereis santa convocação; nenhuma obra servil fareis; estatuto perpétuo é em todas as vossas habitações pelas vossas gerações.

23-22 - E, quando segardes a sega da vossa terra, não acabarás de segar os cantos do teu campo, nem colherás as espigas caídas da tua sega; para o pobre e para o estrangeiro as deixarás. Eu sou o SENHOR, vosso Deus.

23-23 - E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

23-24 - Fala aos filhos de Israel, dizendo: No mês sétimo, ao primeiro do mês, tereis descanso, memória de jubilação, santa convocação.

23-25 - Nenhuma obra servil fareis, mas oferecereis oferta queimada ao SENHOR.

23-26 - Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

23-27 - Mas, aos dez deste mês sétimo, será o Dia da Expiação; tereis santa convocação, e afligireis a vossa alma, e oferecereis oferta queimada ao SENHOR.

23-28 - E, naquele mesmo dia, nenhuma obra fareis, porque é o Dia da Expiação, para fazer expiação por vós perante o SENHOR, vosso Deus.

23-29 - Porque toda alma que, naquele mesmo dia, se não afligir será extirpada do seu povo.

23-30 - Também toda alma que, naquele mesmo dia, fizer alguma obra, aquela alma eu destruirei do meio do seu povo.

23-31 - Nenhuma obra fareis; estatuto perpétuo é pelas vossas gerações, em todas as vossas habitações.

23-32 - Sábado de descanso vos será; então, afligireis a vossa alma; aos nove do mês, à tarde, duma tarde a outra tarde, celebrareis o vosso sábado.

23-33 - E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

23-34 - Fala aos filhos de Israel, dizendo: Aos quinze dias deste mês sétimo, será a Festa dos Tabernáculos ao SENHOR, por sete dias.

23-35 - Ao primeiro dia, haverá santa convocação; nenhuma obra servil fareis.

23-36 - Sete dias oferecereis ofertas queimadas ao SENHOR; ao dia oitavo, tereis santa convocação e oferecereis ofertas queimadas ao SENHOR; dia solene é, e nenhuma obra servil fareis.

23-37 - Estas são as solenidades do SENHOR, que apregoareis para santas convocações, para oferecer ao SENHOR oferta queimada, holocausto e oferta de manjares, sacrifício e libações, cada qual em seu dia próprio;

23-38 - além dos sábados do SENHOR, e além dos vossos dons, e além de todos os vossos votos, e além de todas as vossas ofertas voluntárias que dareis ao SENHOR.

23-39 - Porém, aos quinze dias do mês sétimo, quando tiverdes recolhido a novidade da terra, celebrareis a festa do SENHOR, por sete dias; ao dia primeiro, haverá descanso, e, ao dia oitavo, haverá descanso.

23-40 - E, ao primeiro dia, tomareis para vós ramos de formosas árvores, ramos de palmas, ramos de árvores espessas e salgueiros de ribeiras; e vos alegrareis perante o SENHOR, vosso Deus, por sete dias.

23-41 - E celebrareis esta festa ao SENHOR, por sete dias cada ano; estatuto perpétuo é pelas vossas gerações; no mês sétimo, a celebrareis.

23-42 - Sete dias habitareis debaixo de tendas; todos os naturais em Israel habitarão em tendas;

23-43 - para que saibam as vossas gerações que eu fiz habitar os filhos de Israel em tendas, quando os tirei da terra do Egito. Eu sou o SENHOR, vosso Deus.

23-44 - Assim, pronunciou Moisés as solenidades do SENHOR aos filhos de Israel.

24-1 - E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

24-2 - Ordena aos filhos de Israel que te tragam azeite de oliveira, puro, batido, para a luminária, para acender as lâmpadas continuamente.

24-3 - Arão as porá em ordem perante o SENHOR continuamente, desde a tarde até à manhã, fora do véu do Testemunho, na tenda da congregação; estatuto perpétuo é pelas vossas gerações.

24-4 - Sobre o castiçal puro porá em ordem as lâmpadas perante o SENHOR continuamente.

24-5 - Também tomarás da flor de farinha e dela cozerás doze bolos; cada bolo será de duas dízimas.

24-6 - E os porás em duas fileiras, seis em cada fileira, sobre a mesa pura, perante o SENHOR.

24-7 - E sobre cada fileira porás incenso puro, que será, para o pão, por oferta memorial; oferta queimada é ao SENHOR.

24-8 - Em cada dia de sábado, isto se porá em ordem perante o SENHOR continuamente, pelos filhos de Israel, por concerto perpétuo.

24-9 - E será de Arão e de seus filhos, os quais o comerão no lugar santo, porque uma coisa santíssima é para eles, das ofertas queimadas ao SENHOR, por estatuto perpétuo.

24-10 - E apareceu um filho de uma mulher israelita, o qual era filho de um egípcio, no meio dos filhos de Israel; e o filho da israelita e um homem israelita porfiaram no arraial.

24-11 - Então, o filho da mulher israelita blasfemou o nome do SENHOR e o amaldiçoou, pelo que o trouxeram a Moisés; e o nome de sua mãe era Selomite, filha de Dibri, da tribo de Dã.

24-12 - E o levaram à prisão, até que se lhes fizesse declaração pela boca do SENHOR.

24-13 - E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

24-14 - Tira o que tem blasfemado para fora do arraial; e todos os que o ouviram porão as suas mãos sobre a sua cabeça; então, toda a congregação o apedrejará.

24-15 - E aos filhos de Israel falarás, dizendo: Qualquer que amaldiçoar o seu Deus levará sobre si o seu pecado.

24-16 - E aquele que blasfemar o nome do SENHOR certamente morrerá; toda a congregação certamente o apedrejará; assim o estrangeiro como o natural, blasfemando o nome do SENHOR, será morto.

24-17 - E quem matar a alguém certamente morrerá.

24-18 - Mas quem matar um animal o restituirá: vida por vida.

24-19 - Quando também alguém desfigurar o seu próximo, como ele fez, assim lhe será feito:

24-20 - quebradura por quebradura, olho por olho, dente por dente; como ele tiver desfigurado a algum homem, assim se lhe fará.

24-21 - Quem, pois, matar um animal restituí-lo-á; mas quem matar um homem será morto.

24-22 - Uma mesma lei tereis: assim será o estrangeiro como o natural; pois eu sou o SENHOR, vosso Deus.

24-23 - E disse Moisés aos filhos de Israel que levassem o que tinha blasfemado para fora do arraial e o apedrejassem com pedras; e fizeram os filhos de Israel como o SENHOR ordenara a Moisés.

25-1 - Falou mais o SENHOR a Moisés no monte Sinai, dizendo:

25-2 - Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando tiverdes entrado na terra, que eu vos dou, então, a terra guardará um sábado ao SENHOR.

25-3 - Seis anos semearás a tua terra, e seis anos podarás a tua vinha, e colherás a sua novidade.

25-4 - Porém, ao sétimo ano, haverá sábado de descanso para a terra, um sábado ao SENHOR; não semearás o teu campo, nem podarás a tua vinha.

25-5 - O que nascer de si mesmo da tua sega não segarás e as uvas da tua vide não tratada não vindimarás; ano de descanso será para a terra.

25-6 - Mas a novidade do sábado da terra vos será por alimento, a ti, e ao teu servo, e à tua serva, e ao teu jornaleiro, e ao estrangeiro que peregrina contigo;

25-7 - e ao teu gado, e aos teus animais que estão na tua terra, toda a sua novidade será por mantimento.

25-8 - Também contarás sete semanas de anos, sete vezes sete anos, de maneira que os dias das sete semanas de anos te serão quarenta e nove anos.

25-9 - Então, no mês sétimo, aos dez do mês, farás passar a trombeta do jubileu; no Dia da Expiação, fareis passar a trombeta por toda a vossa terra.

25-10 - E santificareis o ano qüinquagésimo e apregoareis liberdade na terra a todos os seus moradores; Ano de Jubileu vos será, e tornareis, cada um à sua possessão, e tornareis, cada um à sua família.

25-11 - O ano qüinquagésimo vos será jubileu; não semeareis, nem segareis o que nele nascer de si mesmo, nem nele vindimareis as uvas das vides não tratadas.

25-12 - Porque jubileu é, santo será para vós; a novidade do campo comereis.

25-13 - Neste Ano de Jubileu, tornareis cada um à sua possessão.

25-14 - E, quando venderdes alguma coisa ao vosso próximo ou a comprardes da mão do vosso próximo, ninguém oprima a seu irmão.

25-15 - Conforme o número dos anos desde o jubileu, comprarás ao teu próximo; e, conforme o número dos anos das novidades, ele venderá a ti.

25-16 - Conforme a multidão dos anos, aumentarás o seu preço; e, conforme a diminuição dos anos, abaixarás o seu preço; porque, conforme o número das novidades, é que ele te vende.

25-17 - Ninguém, pois, oprima ao seu próximo; mas terás temor do teu Deus; porque eu sou o SENHOR, vosso Deus.

25-18 - E fazei os meus estatutos, e guardai os meus juízos, e fazei-os; assim, habitareis seguros na terra.

25-19 - E a terra dará o seu fruto, e comereis a fartar e nela habitareis seguros.

25-20 - E se disserdes: Que comeremos no ano sétimo, visto que não havemos de semear nem colher a nossa novidade?

25-21 - Então, eu mandarei a minha bênção sobre vós no sexto ano, para que dê fruto por três anos.

25-22 - E, no oitavo ano, semeareis e comereis da colheita velha até ao ano nono; até que venha a sua novidade, comereis a velha.

25-23 - Também a terra não se venderá em perpetuidade, porque a terra é minha; pois vós sois estrangeiros e peregrinos comigo.

25-24 - Portanto, em toda a terra da vossa possessão dareis resgate à terra.

25-25 - Quando teu irmão empobrecer e vender alguma porção da sua possessão, então, virá o seu resgatador, seu parente, e resgatará o que vendeu seu irmão.

25-26 - E, se alguém não tiver resgatador, porém a sua mão alcançar e achar o que basta para o seu resgate,

25-27 - então, contará os anos desde a sua venda, e o que ficar restituirá ao homem a quem o vendeu, e tornará à sua possessão.

25-28 - Mas, se a sua mão não alcançar o que basta para restituir-lha, então, a que for vendida ficará na mão do comprador até ao Ano do Jubileu; porém, no Ano do Jubileu, sairá, e ele tornará à sua possessão.

25-29 - E, quando alguém vender uma casa de moradia em cidade murada, então, a pode resgatar até que se cumpra o ano da sua venda; durante um ano inteiro, será lícito o seu resgate.

25-30 - Mas, se, passando-se-lhe um ano inteiro, ainda não for resgatada, então, a casa que estiver na cidade que tem muro, em perpetuidade, ficará ao que a comprou, pelas suas gerações; não sairá no jubileu.

25-31 - Mas as casas das aldeias que não têm muro em roda serão estimadas como o campo da terra; para elas haverá resgate, e sairão no jubileu.

25-32 - Mas, no tocante às cidades dos levitas, às casas das cidades da sua possessão, direito perpétuo de resgate terão os levitas.

25-33 - E, havendo feito resgate um dos levitas, então, a casa comprada e a cidade da sua possessão sairão no jubileu; porque as casas das cidades dos levitas são a sua possessão no meio dos filhos de Israel.

25-34 - Mas o campo do arrabalde das suas cidades não se venderá, porque lhes é possessão perpétua.

25-35 - E, quando teu irmão empobrecer, e as suas forças decaírem, então, sustentá-lo-ás como estrangeiro e peregrino, para que viva contigo.

25-36 - Não tomarás dele usura nem ganho; mas do teu Deus terás temor, para que teu irmão viva contigo.

25-37 - Não lhe darás teu dinheiro com usura, nem darás o teu manjar por interesse.

25-38 - Eu sou o SENHOR, vosso Deus, que vos tirei da terra do Egito, para vos dar a terra de Canaã, para ser vosso Deus.

25-39 - Quando também teu irmão empobrecer, estando ele contigo, e se vender a ti, não o farás servir serviço de escravo.

25-40 - Como jornaleiro, como peregrino estará contigo; até ao Ano do Jubileu te servirá.

25-41 - Então, sairá do teu serviço, ele e seus filhos com ele, e tornará à sua família e à possessão de seus pais tornará.

25-42 - Porque são meus servos, que tirei da terra do Egito; não serão vendidos como se vendem os escravos.

25-43 - Não te assenhorearás dele com rigor, mas do teu Deus terás temor.

25-44 - E, quanto a teu escravo ou a tua escrava que tiveres, serão das gentes que estão ao redor de vós; deles comprareis escravos e escravas.

25-45 - Também os comprareis dos filhos dos forasteiros que peregrinam entre vós, deles e das suas gerações que estiverem convosco, que tiverem gerado na vossa terra; e vos serão por possessão.

25-46 - E possuí-los-eis por herança para vossos filhos depois de vós, para herdarem a possessão; perpetuamente os fareis servir, mas sobre vossos irmãos, os filhos de Israel, cada um sobre o seu irmão, não vos assenhoreareis dele com rigor.

25-47 - E, quando a mão do estrangeiro e peregrino que está contigo alcançar riqueza, e teu irmão, que está com ele, empobrecer e se vender ao estrangeiro ou peregrino que está contigo, ou à raça da linhagem do estrangeiro,

25-48 - depois que se houver vendido, haverá resgate para ele; um de seus irmãos o resgatará:

25-49 - ou seu tio ou o filho de seu tio o resgatará; ou um dos seus parentes, da sua família, o resgatará; ou, se a sua mão alcançar riqueza, se resgatará a si mesmo.

25-50 - E contará com aquele que o comprou, desde o ano que se vendeu a ele até ao Ano do Jubileu; e o dinheiro da sua venda será conforme o número dos anos, conforme os dias de um jornaleiro estará com ele.

25-51 - Se ainda muitos anos faltarem, proporcionalmente a eles restituirá, do dinheiro pelo qual foi vendido, o seu resgate.

25-52 - E, se ainda restarem poucos anos até ao Ano do Jubileu, então, fará contas com ele; segundo os seus anos, restituirá o seu resgate.

25-53 - Como jornaleiro, de ano em ano, estará com ele; não se assenhoreará sobre ele com rigor diante dos teus olhos.

25-54 - E, se desta sorte se não resgatar, sairá no Ano do Jubileu, ele e seus filhos com ele.

25-55 - Porque os filhos de Israel me são servos; meus servos são eles, que tirei da terra do Egito. Eu sou o SENHOR, vosso Deus.

26-1 - Não fareis para vós ídolos, nem vos levantareis imagem de escultura nem estátua, nem poreis figura de pedra na vossa terra, para inclinar-vos a ela; porque eu sou o SENHOR, vosso Deus.

26-2 - Guardareis os meus sábados e reverenciareis o meu santuário. Eu sou o SENHOR.

26-3 - Se andardes nos meus estatutos, e guardardes os meus mandamentos, e os fizerdes,

26-4 - então, eu vos darei as vossas chuvas a seu tempo; e a terra dará a sua novidade, e a árvore do campo dará o seu fruto.

26-5 - E a debulha se vos chegará à vindima, e a vindima se chegará à sementeira; e comereis o vosso pão a fartar e habitareis seguros na vossa terra.

26-6 - Também darei paz na terra; e dormireis seguros, e não haverá quem vos espante; e farei cessar os animais nocivos da terra, e pela vossa terra não passará espada.

26-7 - E perseguireis os vossos inimigos, e cairão à espada diante de vós.

26-8 - Cinco de vós perseguirão um cento, e cem de vós perseguirão dez mil; e os vossos inimigos cairão à espada diante de vós.

26-9 - E para vós olharei, e vos farei frutificar, e vos multiplicarei, e confirmarei o meu concerto convosco.

26-10 - E comereis o depósito velho, depois de envelhecido; e tirareis fora o velho, por causa do novo.

26-11 - E porei o meu tabernáculo no meio de vós, e a minha alma de vós não se enfadará.

26-12 - E andarei no meio de vós e eu vos serei por Deus, e vós me sereis por povo.

26-13 - Eu sou o SENHOR, vosso Deus, que vos tirei da terra dos egípcios, para que não fôsseis seus escravos; e quebrei os timões do vosso jugo e vos fiz andar direitos.

26-14 - Mas, se me não ouvirdes, e não fizerdes todos estes mandamentos,

26-15 - e se rejeitardes os meus estatutos, e a vossa alma se enfadar dos meus juízos, não cumprindo todos os meus mandamentos, para invalidar o meu concerto,

26-16 - então, eu também vos farei isto: porei sobre vós terror, a tísica e a febre ardente, que consumam os olhos e atormentem a alma; e semeareis debalde a vossa semente, e os vossos inimigos a comerão.

26-17 - E porei a minha face contra vós, e sereis feridos diante de vossos inimigos; e os que vos aborrecerem de vós se assenhorearão, e fugireis, sem ninguém vos perseguir.

26-18 - E, se ainda com estas coisas não me ouvirdes, então, eu prosseguirei em castigar-vos sete vezes mais por causa dos vossos pecados.

26-19 - Porque quebrantarei a soberba da vossa força; e farei que os vossos céus sejam como ferro e a vossa terra, como cobre.

26-20 - E debalde se gastará a vossa força; a vossa terra não dará a sua novidade, e as árvores da terra não darão o seu fruto.

26-21 - E, se andardes contrariamente para comigo e não me quiserdes ouvir, trazer-vos-ei praga sete vezes mais, conforme os vossos pecados.

26-22 - Porque enviarei entre vós as feras do campo, as quais vos desfilharão, e desfarão o vosso gado, e vos apoucarão; e os vossos caminhos serão desertos.

26-23 - Se ainda com estas coisas não fordes restaurados por mim, mas ainda andardes contrariamente comigo,

26-24 - eu também convosco andarei contrariamente e eu, mesmo eu, vos ferirei sete vezes mais por causa dos vossos pecados.

26-25 - Porque trarei sobre vós a espada, que executará a vingança do concerto; e ajuntados estareis nas vossas cidades; então, enviarei a peste entre vós, e sereis entregues na mão do inimigo.

26-26 - Quando eu vos quebrantar o sustento do pão, então, dez mulheres cozerão o vosso pão num forno e tornar-vos-ão o vosso pão por peso; e comereis, mas não vos fartareis.

26-27 - E, se com isto me não ouvirdes, mas ainda andardes contrariamente comigo,

26-28 - também eu convosco andarei contrariamente em furor; e vos castigarei sete vezes mais por causa dos vossos pecados.

26-29 - Porque comereis a carne de vossos filhos e a carne de vossas filhas comereis.

26-30 - E destruirei os vossos altos, e desfarei as vossas imagens do sol, e lançarei o vosso cadáver sobre o cadáver dos vossos deuses; a minha alma se enfadará de vós.

26-31 - E porei as vossas cidades por deserto, e assolarei os vossos santuários, e não cheirarei o vosso cheiro suave.

26-32 - E assolarei a terra, e se espantarão disso os vossos inimigos que nela morarem.

26-33 - E vos espalharei entre as nações e desembainharei a espada atrás de vós; e a vossa terra será assolada, e as vossas cidades serão desertas.

26-34 - Então, a terra folgará nos seus sábados, todos os dias da sua assolação, e vós estareis na terra dos vossos inimigos; então, a terra descansará e folgará nos seus sábados.

26-35 - Todos os dias da assolação descansará, porque não descansou nos vossos sábados, quando habitáveis nela.

26-36 - E, quanto aos que de vós ficarem, eu meterei tal pavor no seu coração, nas terras dos seus inimigos, que o sonido duma folha movida os perseguirá; e fugirão como quem foge da espada; e cairão sem ninguém os perseguir.

26-37 - E cairão uns sobre os outros como diante da espada, sem ninguém os perseguir; e não podereis parar diante dos vossos inimigos.

26-38 - E perecereis entre as gentes, e a terra dos vossos inimigos vos consumirá.

26-39 - E aqueles que entre vós ficarem se derreterão pela sua iniqüidade nas terras dos vossos inimigos e pela iniqüidade de seus pais com eles se derreterão.

26-40 - Então, confessarão a sua iniqüidade e a iniqüidade de seus pais, com as suas transgressões, com que transgrediram contra mim; como também confessarão que, por terem andado contrariamente para comigo,

26-41 - eu também andei com eles contrariamente e os fiz entrar na terra dos seus inimigos; se, então, o seu coração incircunciso se humilhar, e tomarem por bem o castigo da sua iniqüidade,

26-42 - também eu me lembrarei do meu concerto com Jacó, e também do meu concerto com Isaque, e também do meu concerto com Abraão me lembrarei, e da terra me lembrarei.

26-43 - E a terra será desamparada por eles e folgará nos seus sábados, sendo assolada por causa deles; e tomarão por bem o castigo da sua iniqüidade, em razão mesmo de que rejeitaram os meus juízos e a sua alma se enfastiou dos meus estatutos.

26-44 - E, demais disto também, estando eles na terra dos seus inimigos, não os rejeitarei, nem me enfadarei deles, para consumi-los e invalidar o meu concerto com eles, porque eu sou o SENHOR, seu Deus.

26-45 - Antes, por amor deles, me lembrarei do concerto com os seus antepassados, que tirei da terra do Egito perante os olhos das nações, para lhes ser por Deus. Eu sou o SENHOR.

26-46 - Estes são os estatutos, e os juízos, e as leis que deu o SENHOR entre si e os filhos de Israel, no monte Sinai, pela mão de Moisés.

27-1 - Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

27-2 - Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando alguém fizer particular voto, segundo a tua avaliação serão as pessoas ao SENHOR.

27-3 - Se for a tua avaliação dum varão, da idade de vinte anos até à idade de sessenta, será a tua avaliação de cinqüenta siclos de prata, segundo o siclo do santuário.

27-4 - Porém, se for fêmea, a tua avaliação será de trinta siclos.

27-5 - E, se for de cinco anos até vinte, a tua avaliação dum varão será de vinte siclos, e a da fêmea, de dez siclos.

27-6 - E, se for de um mês até cinco anos, a tua avaliação dum varão será de cinco siclos de prata, e a tua avaliação da fêmea será de três siclos de prata.

27-7 - E, se for de sessenta anos e acima, do varão a tua avaliação será de quinze siclos, e a da fêmea, de dez siclos.

27-8 - Mas, se for mais pobre do que a tua avaliação, então, apresentar-se-á diante do sacerdote, para que o sacerdote o avalie; conforme o que alcançar a mão do que fez o voto, o avaliará o sacerdote.

27-9 - E, se for animal de que se oferece oferta ao SENHOR, tudo quanto der dele ao SENHOR será santo.

27-10 - Não o mudará, nem o trocará bom por mau ou mau por bom; se, porém, em alguma maneira trocar animal por animal, o tal e o trocado serão ambos santos.

27-11 - E, se for algum animal imundo, dos que se não oferecem em oferta ao SENHOR, então, apresentará o animal diante do sacerdote.

27-12 - E o sacerdote o avaliará, seja bom ou seja mau; segundo a avaliação do sacerdote, assim será.

27-13 - Porém, se em alguma maneira o resgatar, então, acrescentará o seu quinto além da tua avaliação.

27-14 - E, quando algum santificar a sua casa para ser santa ao SENHOR, o sacerdote a avaliará, seja boa, seja má; como o sacerdote a avaliar, assim será.

27-15 - Mas, se o que santificou resgatar a sua casa, então, acrescentará o quinto a mais do dinheiro da tua avaliação, e será sua.

27-16 - Se também alguém santificar ao SENHOR uma parte do campo da sua possessão, então, a tua avaliação será segundo a sua semente: um gômer de semente de cevada será avaliado por cinqüenta siclos de prata.

27-17 - Se santificar o seu campo desde o Ano do Jubileu, conforme a tua avaliação ficará.

27-18 - Mas, se santificar o seu campo depois do Ano do Jubileu, então, o sacerdote lhe contará o dinheiro conforme os anos restantes até ao Ano do Jubileu, e isto se abaterá da tua avaliação.

27-19 - E, se aquele que santificou o campo de alguma maneira o resgatar, então, acrescentará o quinto a mais do dinheiro da tua avaliação, e ficará seu.

27-20 - E, se não resgatar o campo ou se vender o campo a outro homem, nunca mais se resgatará.

27-21 - Porém, havendo o campo saído no Ano do Jubileu, será santo ao SENHOR, como campo consagrado; a possessão dele será do sacerdote.

27-22 - E, se santificar ao SENHOR o campo que comprou, e não for do campo da sua possessão,

27-23 - então, o sacerdote lhe contará a soma da tua avaliação até ao Ano do Jubileu; e, no mesmo dia, dará a tua avaliação por santidade ao SENHOR.

27-24 - No Ano do Jubileu, o campo tornará àquele de quem o comprou, àquele de quem era a possessão do campo.

27-25 - E toda a tua avaliação se fará conforme o siclo do santuário; o siclo será de vinte geras.

27-26 - Mas o primogênito de um animal, por já ser do SENHOR, ninguém o santificará; seja boi ou gado miúdo, do SENHOR é.

27-27 - Mas, se for de um animal imundo, o resgatará, segundo a tua estimação, e sobre ele acrescentará o seu quinto; e, se não se resgatar, vender-se-á segundo a tua estimação.

27-28 - Todavia, nenhuma coisa consagrada que alguém consagrar ao SENHOR de tudo o que tem, de homem, ou de animal, ou do campo da sua possessão, se venderá nem resgatará; toda coisa consagrada será uma coisa santíssima ao SENHOR.

27-29 - Toda coisa consagrada que for consagrada do homem não será resgatada; certamente morrerá.

27-30 - Também todas as dízimas do campo, da semente do campo, do fruto das árvores são do SENHOR; santas são ao SENHOR.

27-31 - Porém, se alguém das suas dízimas resgatar alguma coisa, acrescentará o seu quinto sobre ela.

27-32 - No tocante a todas as dízimas de vacas e ovelhas, de tudo o que passar debaixo da vara, o dízimo será santo ao SENHOR.

27-33 - Não esquadrinhará entre o bom e o mau, nem o trocará; mas, se em alguma maneira o trocar, o tal e o trocado serão santos; não serão resgatados.

27-34 - Estes são os mandamentos que o SENHOR ordenou a Moisés, para os filhos de Israel, no monte Sinai.