Literatura Espírita

Crônicas de Além Túmulo - Humberto de Campos / Chico Xavier   - Downloads: 3

Numa série de crônicas, o autor trata, com seu espírito atilado, de matérias como longevidade, paz e verdade, Sócrates e outros. Retrata, pela ótica do mundo espiritual, a Casa de Ismael definindo seus destinos no cenário espírita brasileiro. Estende-se com apreciações sobre os objetivos da Doutrina Espírita, em consolar os aflitos nas provações do mundo corporal. É obra muito lida e citada pelos espíritas estudiosos.
Aborda a questão da sobrevivência espiritual após a morte do corpo físico, objetivando consolar os aflitos do mundo material, por meio do despertar dessa realidade. Esclarece que a morte é uma fatalidade da qual ninguém se exime, na Terra, cabendo a cada um a sentença clara da Justiça Divina.
Por enquanto, poucos intelectuais, na Terra, são suscetíveis de considerar a possibilidade de escreverem um livro, depois de “mortos”. Eu mesmo, em toda a bagagem de minha produção literária no mundo, nunca deixei transparecer qualquer laivo de crença nesse sentido. 
Apegando-me ao resignado materialismo dos meus últimos tempos, desalentado em face dos problemas transcendentes do Além-túmulo, não tive coragem de enfrentá-los, como, um dia, fizeram Medeiros e Albuquerque e Coelho Neto, receoso do fracasso de que deram testemunho, como marinheiros inquietos e imprudentes, regressando ao porto árido dos preconceitos humanos, mal se haviam feito de vela ao grande oceano das expressões fenomênicas da doutrina, onde os espíritas sinceros, desassombrados e incompreendidos, são aqueles arrojados e rudes navegadores da Escola de Sagres que, à força de sacrifícios e abnegações, acabaram suas atividades descobrindo um novo continente para o mundo, dilatando as suas esperanças e santificando os seus trabalhos . . .
Dentro da sinceridade que me caracterizava, não perdi ensejos para afirmar as minhas dúvidas, expressando mesmo a minha descrença acerca da sobrevivência espiritual, desacorçoado de qualquer possibilidade de viver além dos meus ossos e das minhas células doentes . . . 
É verdade que os assuntos de Espiritismo seduziam a minha imaginação, com a perspectiva de um mundo melhor do que esse, onde todos os sonhos das criaturas caminham para a morte; sua literatura fascinava o meu pensamento com o magnetismo suave da esperança, mas a fé não conseguia florescer no meu coração de homem triste, sepultado nas experiências difíceis e dolorosas. Os livros da doutrina eram para o meu espírito como soberbos poemas de um idealismo superior do mundo subjetivo, sem qualquer feição de realidade prática, onde eu afundava as minhas faculdades de análise nas ficções encantadoras; suas promessas e sua mística de consolos eram o brando anestésico que muitos corações infortunados e doloridos precisavam, mas o meu era já inacessível à atuação do sedativo maravilhoso, e o pior enfermo é sempre aquele que já experimentou a ação de todos os específicos conhecidos.
Em 1932, um dos meus companheiros da Academia de Letras solicitou minha atenção para o texto do “Parnaso de Além-Túmulo”. As rimas do outro mundo enfileiravam-se com a sua pureza originária nessa antologia dos mortos, através da mediunidade de Francisco Xavier, o caixeiro humilde de Pedro Leopoldo, impressionando os conhecedores das expressões estilísticas da língua portuguesa. Por minha vez, procurei ouvir a palavra de Augusto de Lima, a respeito do fato, insólito, mas o grande amigo se esquivou ao assunto, afirmando: 
- “Certamente, entre as novidades da minha terra, Pedro Leopoldo concorre com um novo Barão de Münchhausen.”
A verdade, porém, é que pude atravessar as águas pesadas e escuras do Aqueronte e voltar do mundo das sombras, testemunhando a grande e consoladora verdade. É incontestável que nem todos me puderam receber, segundo as realidades da sobrevivência. A visita de um “morto” na maioria das hipóteses constitui sempre um fato importuno e desagradável. Para os vivos, que pautam a existência pelo pentagrama das convenções sociais, o morto com as suas verdades será invariavelmente um fantasma importuno, e temos de acomodar os imperativos da lógica às concepções do tempo em que se vive. 
Feitas essas considerações, eis-me diante do leitor, com um livro de crônicas de Além-Túmulo.
Desta vez, não tenho necessidade de mandar os originais de minha produção literária a determinada casa editora, obedecendo a dispositivos contratuais, ressalvando-se a minha estima sincera pelo meu grande amigo José Olímpio. A lei já não cogita mais da minha existência, pois, do contrário, as atividades e os possíveis direitos dos mortos representariam séria ameaça à tranquilidade dos vivos. 
Enquanto aí consumia o fosfato do cérebro para acudir aos imperativos do estômago, posso agora dar o volume sem retribuição monetária. O médium está satisfeito com a sua vida singela, dentro da pauta evangélica do “dai de graça o que de graça recebestes” e a Federação Espírita Brasileira, instituição venerável que o Prefeito Pedro Ernesto reconheceu de utilidade pública, cuja Livraria via imprimir o meu pensamento, é sobejamente conhecida no Rio de Janeiro, pelas suas respeitáveis finalidades sociais, pela sua assistência aos necessitados, pelo seu programa cristão, cheio de renúncias e abnegações santificadoras.
Aí está o livro com a minha lembrança humilde. Que ele possa receber a bênção de Deus, constituindo um conforto para os aflitos e para os tristes do microcosmo onde vivi.
Que não se precipitem em suas apreciações os que não me puderem compreender. A morte será a mesma para todos. A cada qual será reservado um bangalô subterrâneo e a sentença clara da justiça celeste. Quanto aos espíritos superiores da crítica contemporânea, cristalizados nas concepções da época, que esperem pacientemente pelo Juízo Final, com as suas milagrosas revelações. Não serei eu quem lhes vá esclarecer o entendimento, contando quantos pares de meias usei em toda a vida, ou descobrindo o número exato de seus anos, através de mesas festivas e alegres. Aguardem com calma o toque de reunir das trombetas de Josafá.

Humberto de Campos
(Pedro Leopoldo, 25 de junho de 1937)

Depois da Morte - León Denis   - Downloads: 1

O que ocorre depois da morte?
A fim de responder a pergunta acima, o grande estudioso francês Léon Denis propõe profundas reflexões filosóficas e analisa premissas de religiões remotas para falar diretamente ao coração dos homens e provocar indagações.
Considerando o Espiritismo uma crença baseada em fatos, o autor, que foi contemporâneo de Allan Kardec, apresenta a Doutrina Espírita como instrumento para esclarecer o passado, iluminar antigas informações, unir diretrizes que, à primeira vista, pareciam totalmente contraditórias e abrir a mente e o espírito da Humanidade para uma nova caminhada de conhecimento.

Desobsessão - André Luiz / Chico Xavier   - Downloads: 5

Este livro presta valioso auxílio àqueles que se propõem a tratar, com a devida seriedade, em reuniões específicas do centro espírita, o grave problema da obsessão, que, como as mais diferentes e temíveis doenças do corpo físico, se constitui em flagelo da humanidade.Objetiva ainda esclarecer que a desobsessão é trabalho de amor conjugado ao conhecimento dos princípios do Espiritismo, abordando temas que orientam os trabalhadores desde o preparo para uma reunião ao despertar, cuidados com a alimentação, superação de impedimentos, pontualidade, manifestações, passes, educação mediúnica, até o encerramento da reunião. 

Devassando o Invisível - Yvonne A. Pereira   - Downloads: 1

Como vivem os Espíritos depois da morte de seu corpo físico?Onde e como habitam, como se vestem, como se comunicam? Yvonne Pereira relata contatos com o plano espiritual e, em envolvente narrativa, apresenta fenômenos e fatos transcendentes, por meio de sua mediunidade.Esclarece como se apresentam aos médiuns os Espíritos que vêm relatar suas experiências de encarnações anteriores e como são ditados aos psicógrafos os romances mediúnicos.E mais: como se pode identificar Espíritos enganadores, os temíveis mistificadores.Oferece-nos, ainda, a reprodução de comovente diálogo havido na Espiritualidade com Frédéric Chopin, o inspirado compositor e pianista polonês.Sob a orientação de amigos espirituais, dentre eles Bezerra de Menezes, Léon Denis, Charles e Léon Tolstoi, Yvonne nos apresenta fatos que demonstram quão profundo é o entrelaçamento dos planos material e espiritual da vida.

Doutrina Espírita e Consolo - Emmanuel / Chico Xavier   - Downloads: 4

Mensagens Diversas

E a Vida Continua... - André Luiz / Chico Xavier   - Downloads: 2

Tem como tema principal a condição mental dos habitantes da espiritualidade, apresentando o retrato espiritual da criatura ao desencarnar, com o objetivo de demonstrar que a vivência dos habitantes do Além está relacionada com sua condição mental.Ensina a prática do auto-exame na certeza de que a vida continua plena de esperança e trabalho, progresso e realização, ajustada às leis de Deus, com vistas a preparar cada alma para o que virá depois da morte. Em 26 capítulos, traz a história de personagens reais que, desencarnados, deparam-se com o amparo dos amigos espirituais, incentivando a renovação por intermédio do estudo e do trabalho, preparando-os para rever sua vida e traçar novas diretrizes

Emmanuel - Emmanuel / Chico Xavier   - Downloads: 2

Explicando . . .
Lembro-me de que, em 1931, numa de nossas reuniões habituais, vi a meu lado, pela primeira vez, o bondoso Espírito Emmanuel.
Eu psicografava, naquela época, as produções do primeiro livro mediúnico, recebido através de minhas humildes faculdades e experimentava os sintomas de grave moléstia dos olhos.
Via-lhe os traços fisionômicos de homem idoso, sentindo minha alma envolvida na suavidade de sua presença, mas o que mais me impressionava era que a generosa entidade se fazia visível para mim, dentro de reflexos luminosos que tinham a forma de uma cruz. Às minhas perguntas naturais, respondeu o bondoso guia: - “Descansa! Quando te sentires mais fortes, pretendo colaborar igualmente na difusão da filosofia espiritualista. Tenho seguido sempre os teus passos e só hoje me vês, na tua existência de agora, mas os nossos espíritos se encontram unidos pelos laços mais santos da vida e o sentimento afetivo que me impede para o teu coração têm suas raízes na noite profunda dos séculos . . .”
Essa afirmativa foi para mim imenso consolo e, desde essa época, sinto constantemente a presença desse amigo invisível que, dirigindo as minhas atividades mediúnicas, está sempre ao nosso lado, em todas as horas difíceis, ajudando-nos a raciocinar melhor, no caminho da existência terrestre. A sua promessa de colaborar na difusão da consoladora Doutrina dos Espíritos tem sido cumprida integralmente. Desde 1933, Emmanuel tem produzido, por meu intermédio, as mais variadas páginas sobre os mais variados assuntos. Solicitado por confrades nossos para se pronunciar sobre esta ou aquela questão, noto-lhe sempre o mais alto grau de tolerância, afabilidade e doçura, tratando sempre todos os problemas com o máximo respeito pela liberdade e pelas ideias dos outros. Convidado a identificar-se, várias vezes, esquivou-se delicadamente, alegando razões particulares e respeitáveis, afirmando, porém, ter sido, na sua última passagem pelo planeta, padre católico, desencarnado no Brasil.
Levando as suas dissertações ao passado longínquo, afirma ter vivido ao tempo de Jesus, quando então se chamou Públio Lentulus.
E de fato, Emmanuel, em todas as circunstâncias, tem dado a quantos o procuram os testemunhos de grande experiência e de grande cultura.
Para mim, tem sido ele de incansável dedicação. Junto do Espírito bondoso daquela que foi minha mãe na Terra, sua assistência tem sido um apoio para meu coração nas lutas penosas de cada dia.
Muitas vezes, quando me coloco em relação com as lembranças de minhas vidas passadas e quando sensações angustiosas me prendem o coração, sinto-lhe a palavra amiga e confortadora. Emmanuel leva-me, então, às eras mortas e explica-me o grande e pequeno porquê das atribulações de cada instante. Recebo invariavelmente, com a sua assistência, um conforto indescritível, e assim é que renovo minhas energias para a tarefa espinhosa da mediunidade, em que somos ainda tão incompreendidos.
Alguns amigos, considerando o caractere de simplicidade dos trabalhos de Emmanuel, esforçaram-se para que este volume despretensioso surgisse no campo da publicidade.

Entre a Terra e o Céu - André Luiz / Chico Xavier   - Downloads: 1

Renovando seu interesse em nosso aprimoramento íntimo, André Luiz revela a história de Amaro, Zulmira e Odila, dentre outros, recuando nos acontecimentos de suas anteriores existências, desde a Guerra do Paraguai até os dias do Rio antigo. Em seu prefácio, Emmanuel nos assegura que "os quadros fundamentais da narrativa nos são intimamente familiares", como a tormenta do ciúme, as lutas cotidianas para aquisição do progresso moral e os desajustes em família.Objetiva mostrar a vida comum das almas que aspiram à vitória sobre si mesmas, aproveitando o tempo para a aquisição do progresso moral.

Espíritos e Médiuns - León Denis   - Downloads: 1

Nesta obra – uma valiosa contribuição de Léon Denis para aclarar o trato do Espiritismo experimental – temos muito que aproveitar, reconhecendo em seu autor um homem habituado a lidar com médiuns e espíritos.

De uma leitura atenta, podemos extrair inúmeras lições, que nos ajudarão a compreender facetas das comunicações mediúnicas, e que só o tempo poderia nos dar.

Todos os capítulos são importantes, mas quem desejar compreender melhor o que se passa nos momentos da prática mediúnica, muito terá a aprender com a leitura do Capítulo IV, Prática da Mediunidade. Nele encontram-se narrados, de maneira simples e objetiva, vários procederes que, se forem observados, muito ajudarão a médiuns e diretores de grupos e de centros espíritas no exercício da prática mediúnica.

A recomendação do uso da oração e do recolhimento, antes do início das reuniões; a impregnação fluídica, que deve acontecer antes de todas as sessões; as dificuldades que surgem pela existência de pensamentos divergentes, que formam correntes fluídicas desencontradas; a análise dos dois maiores obstáculos que o médium tem a vencer: o espírito de lucro e o orgulho; os resultados que uma segura atitude moral proporciona; a absorção dos fluidos dos mundos superiores, e também os esforços que os médiuns devem empregar, continuadamente, para merecerem a assistência dos bons espíritos, ali estão descritos e analisados de maneira prática e objetiva.

No Capítulo V, Léon Denis, com a clareza que lhe é peculiar, faz uma análise minuciosa da mediunidade, mostrando-nos que ela é a “reveladora das potências da alma”.

O autor ainda nos fala, com detalhes, do fenômeno da incorporação, contando, inclusive, casos ocorridos com ele próprio. Dos escritores espíritas considerados “clássicos”, Léon Denis talvez seja o único que se detém sobre este tipo de mediunidade.

Quanto ao Capítulo III, será interessante que o leitor faça uma leitura do capítulo 22 de No Invisível, também de autoria de Denis, para estabelecer uma comparação entre os dois.

Finalizando, transcrevemos a opinião de Gaston Luce sobre a presente obra, expressa em seu livro Vida e Obra de Léon Denis, à página 180:

“No mesmo ano, foi publicado o opúsculo de propaganda Espíritos e Médiuns, com 70 páginas; esse trabalho, assim como O Além e a Sobrevivência do Ser, é uma contribuição ao Espiritualismo Experimental, enriquecida de novas observações e de conselhos relativos à mediunidade”.

Altivo Carissimi Pamphiro

Estudando o Evangelho - Martins Peralva   - Downloads: 2

Mas eu  vos digo a verdade: Convém a vós outros que eu  vá, porque, se eu  não for, o  Consolador não virá para vós; se, porém, eu for, eu o enviarei. Tenho ainda muito que vos dizer; mas vós não o podeis suportar agora; quando vier, porém, o Espírito da Verdade, ele vos guiará a toda a verdade. — JESUS

As palavras de Jesus não passarão, porque serão verdadeiras em todos os tempos. Será eterno o seu  código moral, porque consagra as condições do bem que conduz o homem ao seu  destino eterno. — ALLAN KARDEC 

A passagem de Jesus pela Terra, os seus ensinamentos e exemplos deixaram traços indeléveis, e a sua influência se estenderá pelos séculos vindouros. Ainda hoje Ele preside aos destinos do globo em que viveu, amou, sofreu. — LEON DENIS Irradiemos os recursos do amor, através de quantos nos cruzam a senda, para que a nossa atitude se converta em testemunho do Cristo, distribuindo com os outros consolação e esperança, serenidade e fé. — BEZERRA DE MENEZES

O Espiritismo, sem Evangelho, pode alcançar as melhores expressões de nobreza, mas não passará de atividade destinada a modificar­se ou  desaparecer, como todos os elementos transitórios do mundo. — EMMANUEL

Para cooperar com o Cristo, é imprescindível sintonizar a estação de nossa vida com o seu  Evangelho Redentor. — ANDRÉ LUIZ

Estudando o Evangelho: Aprimoramento do raciocínio, na Terra, é base da evolução de que os povos se glorificam. A escola, definida como sendo a cultura do cérebro, desde o alfabeto à especialização  acadêmica, é o cérebro da cultura. Especulações religiosas, realizações científicas, preceitos filosóficos e experiências artísticas devem­lhe os fundamentos.

Tudo o que brilha nas construções da inteligência é fruto do estudo. Colombo foi o descobridor da América; entretanto, não alcançou o próprio destino sem os apontamentos de Perestrello. Newton enunciou os conhecimentos da atração universal, mas inspirou­se nos princípios de Kepler. Hellen Keller, cuja alma de escol angariou  o respeito da Humanidade, não  venceu  as sombras que lhe envolviam o campo dos sentidos sem o concurso  da professora que a seguiu, passo a passo. Assim também, no burilamento da alma é indispensável conhecer o bem, para que os ensinamentos do bem nos aperfeiçoem a vida íntima.

Nós, os espíritos vinculados com Allan Kardec ao Cristianismo puro, não  podemos prescindir do contacto com o Divino Mestre, através das lições com que nos dirige a renovação  para as Esferas Superiores. Estudemos, pois, o Evangelho. É o apelo que formulamos no limiar deste livro que consubstancia o valioso esforço do  companheiro que o produziu nas lavras luminosas da inspiração. E qual aconteceu  em nossas primeiras páginas de comentários simples da Boa Nova 1 , aqui repetimos, com o Apóstolo Pedro 2 , que “nenhuma palavra da Escritura é de interpretação  particular”. 

Emmanuel (Página recebida pelo médium Francisco Cândido Xavier)